Vendedor
preso com
carro roubado
Divulgação
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Alex foi autuado em flagrante |
Uma
denúncia anônima levou integrantes do Setor de Investigações
Gerais(SIG) a prisão de um rapaz com um carro Audi A –3
produto de roubo em Campinas.Chegou a fornecer documento falsificado.
A PRISÃO - O SIG recebeu um telefonema informando que um
veículo Audi roubado estaria circulando pela Vila Aparecida.Ontem
à tarde os integrantes do setor- André Pompeu, Luis
Mauro Delfalque e Edson Duarte foram investigar e localizaram
na Rua Capitão Manuel Caetano, no bairro citado, o veículo
Audi A-3, com placas AJX 1261 de Curitiba(PR).O seu condutor identificou-se
como sendo Carlos Vinicius Ramos de Oliveira,inclusive apresentando
uma carteira de identidade .Ao ser verificado o chassis do veículo,
constatou-se que o mesmo fora adulterado.De posse do número
verdadeiro, descobriu-se que o carro que deveria ter as placas
DAN 6664 fora roubado em Campinas no dia 27 de outubro do ano
passado.
Conduzido ao 1º Distrito Policial, foi constatado que o verdadeiro
nome do condutor era Alex Heitor de Oliveira, 27 anos, vendedor
,morador na Vila Aparecida.Ele alegou que havia comprado o carro
num estacionamento na segunda-feira tendo pago 30 mil reais.
Foi autuado em flagrante por uso de documento falso, adulteração
de chassis e placas e receptação de veículo
roubado, sendo recolhido na cadeia pública local.
Perfumes
apreendidos
na praça central
O
setor de fiscalização da Prefeitura Municipal com
apoio da guarda civil apreendeu ontem à tarde na praça
central de Santa Bárbara d‘Oeste, um total de 98
frascos de perfumes que estavam sendo comercializados de forma
irregular. O vendedor V.A.C.O. de Hortolândia foi notificado
que não poderia comercializar tal produto naquele local.
Vigilante
condenado
a sete anos de prisão
A justiça da cidade de Limeira,através do Luiz Luis
Augusto Barrichello Neto condenou a cinco anos e sete meses de
reclusão o vigilante Cícero Cosmo, de 42 anos.
A sentença é relativa ao processo de um assalto
ocorrido na empresa Prosegur na madrugada de 13 de setembro de
2005, quando um grupo de seis assaltantes levou 5 milhões.
A polícia suspeitou de Cosmo dias depois do roubo.Na sua
primeira versão que apresentou na policia, ele disse que
o bando chegou armado e encapuzado na portaria da empresa e acuado
ele contou que não teve como reagir e abriu a porta para
a quadrilha. Mas essa versão foi desmentida quando técnicos
da Prosegur conseguiram recuperar parte das imagens do circuito
interno da empresa. Cena resgatada comprovou a participação
do vigilante no assalto, pois ele abriu a porta para o primeiro
ladrão adentrar. Foi decretada a prisão temporária
do vigilante e depois a prisão preventiva.
No juízo, Cosmo afirmou que ele e sua família estavam
sendo ameaçados pela quadrilha por isso permitiu a entrada
dos ladrões.O vigilante foi condenado por roubo qualificado.