Recapeamento
reinicia pela Avenida Corifeu
Rosangela
Oliveira
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Avenida Corifeu de Azevedo Marques é recapeada |
A Avenida Corifeu de Azevedo Marques, ao lado do Centro Social
Urbano, foi o ponto inicial dessa segunda etapa do recapeamento
de ruas no município. O contrato com as empresas Construtora
Simoso Ltda (de Mogi Mirim) e Comercial e Terraplanagem Garcia
Ltda. (de Limeira) foi assinado ontem de manhã na Prefeitura.
A Simoso iniciou as obras de imediato na margem esquerda da referida
avenida, no sentido centro-bairro com previsão de acabar
esse trecho até amanhã. Depois segue para a Rua
Floriano Peixoto onde a situação do asfalto também
é crítica como em muitos outros pontos da cidade.
Já a empresa Garcia vai iniciar hoje o recapeamento na
Rua Natal (Cidade Nova).
Com duas frentes de trabalho, uma no centro e outra na zona leste
da cidade, uma arrancada boa está sendo dada, conforme
comentou o prefeito José Maria de Araújo Júnior
(PSDB). Ele esteve na Avenida Corifeu de Azevedo Marques conferido
os trabalhos ontem à tarde. As duas empresas já
executaram a primeira etapa do recapeamento no ano passado e desta
vez, deverão recapear 530 mil metros quadrados, pouco mais
de 50 quilômetros. Cada empresa será responsável
por 265 mil metros quadrados de asfalto. O investimento do município
nesta etapa do recapeamento é de R$ 8.428.400,00.
Reclamação:
situação é de
abandono na área do antigo pátio
A
situação de abandono em que se encontra a área
que abrigou por vários anos o pátio de veículos
(Estevam Guinchos), na confluência das ruas Guaicurus, Tabajaras
e Potiguares, no Jardim São Francisco I, até meados
do ano passado, está gerando reclamações
de vizinhos. Além do mato alto que está tomando
conta da área e favorecendo a proliferação
de animais peçonhentos, o local se tornou ponto de encontro
de vândalos e de pessoas que utilizam drogas, se aproveitando
da escuridão que há no local. “A Prefeitura
manda intimação para que a gente limpe nosso imóvel,
mas ela mesma não toma providências do que é
dela”, reclamam vizinhos. Eles acrescentam que antes, quando
o pátio funcionava naquela área havia segurança
24 horas. “Tinha as carcaças de carros, mas tinha
segurança o tempo todo. Agora não tem mais nada”,
reclamou um empresário. Algumas empresas vizinhas da área
funcionam 24 horas e o local passou a ser um ponto de preocupação
para quem precisa circular por ali. O terreno é de propriedade
da Prefeitura e fica na margem da nascente do Córrego Giovanetti,
sendo por isso uma área de preservação permanente.
No ano passado o Ministério Público deu um prazo
para que a Prefeitura providenciasse a desocupação
e recuperação da área e o prefeito José
Maria de Araújo Júnior (PSDB) determinou a elaboração
de projetos ambiental para esse fim. A desocupação
do antigo pátio ocorreu efetivamente no dia 6 de agosto
do ano passado. Na Promotoria de Meio Ambiente o processo está
em fase de conclusão e a Prefeitura informou que está
aguardando uma manifestação da promotoria sobre
o assunto.
Loteamentos:
redução de
distância volta para discussão
O líder do prefeito na Câmara, vereador Brás
dos Santos Adegas Júnior (PSDB), teve um dia de muitos
contatos ontem e deve prosseguir nesse ritmo ainda hoje de manhã.
Ele está tentando convencer seus colegas na Câmara
a aprovarem a proposta de emenda à LOM-Lei Orgânica
do Município, que altera de 50 para 100 metros a distância
entre a zona urbana e a zona industrial. Será preciso 2/3
de votos (8) para a aprovação. De autoria do Executivo,
esse projeto foi protocolado na Câmara há mais de
seis meses e diante de dúvidas, os vereadores solicitaram
quatro pareceres de órgãos como Cepam (Centro de
Estudos e Pesquisa de Administração Municipal) e
Cetesb-Companhia de Tecnologia de Saneamento Ambiental. Mas não
chegaram a um consenso até o final de março quando
a votação foi mais uma vez adiada. A oposição
está preocupada com a qualidade de vida de moradores desses
futuros loteamentos e quer que o assunto seja debatido junto ao
Plano Diretor de Desenvolvimento.
Adegas disse que já conversou com todos os vereadores e
espera que o projeto seja aprovado na sessão de hoje. “A
cidade tem que ser viável para atrair novos investimentos.
Não se pode fechar os olhos para o desenvolvimento porque
os investidores vão procurar outras cidades. A oposição
alega a questão da qualidade de vida, mas esse assunto
também é nossa preocupação. Queremos
desenvolvimento, mas não a qualquer preço”,
disse o vereador. Segundo ele, em várias cidades da região
a distância já é de 50 metros. Adegas acrescenta
que da forma como está o artigo 196 da LOM, inviabiliza
empreendimentos. “O que está se propondo é
flexibilizar. A cidade se desenvolveu sem planejamento e ficou
com vazios. Se a lei não for aprovada, não há
como preencher esse vazio”, disse. Para ele, a oposição
está querendo postergar a medida. “Não querem
que o governo ande e busque investimentos para o município.
Na minha opinião, vereador que não quer fazer a
alteração está inviabilizando o desenvolvimento
econômico da cidade”, completou.
Romano
e adjacências
ficam sem água hojeo
Os moradores do Conjunto Habitacional Roberto Romano, Parque Rochelle
I e II, Parque Olaria e Jardim Laudissi, vão ficar sem
água nesta terça-feira das 8h às 16h. Uma
equipe do DAE- Departamento de Água e Esgoto estará
concluindo a substituição da rede de água
naquela região interligando 300 metros de tubulação
de oito polegadas. O serviço visa fortalecer o abastecimento.
A falta de água será mais sentida no Conjunto Roberto
Romano porque as 1.632 moradias não possuem reservatório
próprio desde que foram individualizados os hidrômetros.