Hoje
tem Palmeiras x São Paulo e River Plate x Corinthians (na
TV)
Agora
vai pegar fogo a Copa Libertadores da América, que na noite
de ontem entrou em sua fase “mata-mata”, em jogos
de ida e de volta, com 180 minutos de guerra dentro de campo,
na luta pelo título de campeão, defendido pelo São
Paulo FC, o campeão do ano passado e que de novo está
na briga, pois os Tricolores do Morumbi querem é o tetra
da Libertadores para no final deste ano tentarem também
o tetra mundial.
Ontem o primeiro clube brasileiro a estrear na nova fase foi o
Goiás EC. O jogo realizado na Argentina teve este resultado:
Estudiantes 2 x Goiás 1.
Na noite desta quarta-feira, mais três brasileiros entram
em campo. O Corinthians joga na Argentina (início às
21h45, com TV Globo ao vivo) e já haverá um clássico
entre dois paulistas como a atração maior da rodada,
em jogo que vai começar em horário nada comum no
Estádio Palestra Itália, a casa do Palmeiras, que
tem campanha inferior a do adversário São Paulo.
Começa às 19h15.
Para amanhã tem mais brasileiro em ação,
quando os gaúchos do Inter de Porto Alegre jogarão
no Uruguai, contra o Nacional (também mais cedo, às
19 horas).
Palmeiras inscreve três novos jogadores
O Palmeiras substituiu três jogadores de sua relação
oficial para as disputas dos mata-matas da Copa Libertadores da
América.
O zagueiro Thiago Gomes e o lateral esquerdo Michael, que já
vinham sendo aproveitados pelo ex-treinador Emerson Leão,
foram inscritos nas vagas que pertenciam a Valdomiro e Gioino
(este que já deixou o clube). Para o lugar do volante Alceu,
suspenso por quatro partidas pela confusão no jogo contra
o Cerro Portenho, o Palmeiras vai utilizar o garoto Wendel, meio-campista
do time “B” palmeirense, que está classificado
para os quadrangulares semifinais do “Paulistinha”.
Com a inscrição destes três novos atletas,
a diretoria do Palmeiras descarta a contratação
de novos reforços para a Libertadores, já que eles
não poderiam mais participar da competição
sul-americana.
Com técnico interino, que é Marcelo Villar, o Palmeiras
tenta reunir forças para tentar ser páreo para o
São Paulo. No Palestra Itália, todos sabem das dificuldades,
mas querem atacar de “zebra” em 180 minutos, embora
seja um duelo clássico do futebol paulista e brasileiro.
Sérgio, Paulo Baier, Daniel, Gamarra e Michael; Marcinho
Guerreiro, Correa, Juninho Paulista e Ricardinho; Edmundo e Washington,
este será o time do Palmeiras para iniciar a partida.
O São Paulo reconhece favoritismo
É difícil extrair de um jogador que o time dele
é favorito. Mas segunda-feira, mesmo num tom politicamente
correto, os são-paulinos mostraram que confiam bastante
em seus tacos contra o Palmeiras, pelas oitavas de final da Libertadores.
“O São Paulo é um time difícil de ser
batido no futebol mundial”, disse o lateral esquerdo Junior,
que já foi do Palmeiras. “No mundo, hoje eu só
temeria enfrentar o Barcelona. Se jogarmos com foco, querendo
ganhar, somos favoritos.”
O habilidoso meia canhoto Danilo concorda com o companheiro. “Basta
ver que na hora em que precisou ganhar, nas decisões recentes,
o São Paulo conseguiu os resultados”.
Como começa hoje o São Paulo: Rogério Ceni,
Fabão, Lugano e André Dias; Souza e Junior; Mineiro,
Josué e Danilo; Aloísio e Thiago Ribeiro.
Argentinos do Corinthians alertam contra provocações
Os jogadores argentinos que hoje defendem o Corinthians já
deram o alerta sobre o principal perigo que o time paulista vai
encontrar para o jogo desta quarta-feira, contra o River Plate,
pela Libertadores: a catimba.
O trio de argentinos formado por Carlitos Tevez, Mascherano e
Sebá chama a atenção contra as provocações
da equipe rival que eles tão bem conhecem. “Jogadores
argentinos acham que os brasileiros são vulneráveis
às provocações e que não sabem o momento
de revidar, daí as expulsões que são comuns
nestes choques Brasil x Argentina”.
Em 2003, o Corinthians foi eliminado por este mesmo River Plate
nesta mesma fase oitavas de final da Libertadores, depois de perder
as duas partidas por 2 a 1. Em ambos os jogos o time do Parque
São Jorge teve jogadores expulsos.
“Aquela eliminação de 2003 já passou.
Agora nosso grupo tem uma maior experiência internacional,
principalmente por termos três argentinos do nosso lado,
e isso facilita bastante pelas dicas que eles nos dão”,
coloca o zagueiro corintiano Betão.
Na busca de um resultado positivo na Argentina, este será
o Corinthians: Silvio Luiz, Coelho, Betão, Marcus Vinícius
e Rubens Junior; Marcelo Mattos, Mascherano, Ricardinho e Carlos
Alberto; Nilmar e Carlito Tevez.
O
ponto final: Fechando o balanço da U.B./União no
Paulistinha/2006
Francisco
R. de Godoy
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Ressuscitar o futebol – esta é a operação
a ser iniciada pelo comando do clube do União a partir
da saída das duas empresas (U.B. e União Ltda.) |
Tivesse
a relação financeira empresa-clube-jogadores tudo
dentro da normalidade, mesmo assim dificilmente a qualidade do
futebol do time do União Barbarense destes meses iniciais
de 2006 seria superior ao que se viu em 18 rodadas do Campeonato
Paulista em sua Série A-2.
Com os pagamentos salariais em dia ou com os atrasos verificados,
o tamanho da bola deste time seria o mesmo. Talvez realizasse
uma campanha apenas fraca, no entanto ela acabou sendo péssima
ao extremo, porque foi pela primeira vez em sua história
que o “leão da 13” jogou bastante, ou melhor,
foi a campo por muitas vezes, e só ganhou uma única
partida. Campanha simplesmente vergonhosa...
Em 2002, no segundo semestre, o União também só
ganhou uma na Copa “Mauro Ramos de Oliveira” (era
a Copa Estado ou F.P.F.), no entanto jogou apenas 6 vezes. Sua
vitória isolada foi conseguida em cima do Ituano, em Santa
Bárbara, pelo placar de 3 a 1, com gols de Wilson Preto,
Alex Rodrigo e Dinei-Diego Tardelli. No restante, nenhum empate
e um total de 5 derrotas, tendo caído fora ao término
da 1ª fase.
Agora em 2006, em apenas 4 meses de atividades para um elenco
montado unicamente por Gilson Batata (o treinador inicial, ele
que era estreante na nova carreira) e parte por Carlos Rossi (gerente
de futebol) – ambos saíram antes do final da fase
-, o União Barbarense realizou 18 partidas oficiais, de
fevereiro a abril, e ainda fez 4 amistosos (jogos-treinos), todos
no mês de janeiro. Este novo time, que acabou domingo e
que está sendo totalmente desmontado – e nem poderia
ser diferente -, ganhou um jogo-treino, placar de 2 a 0 sobre
o SEV/Hortolândia, em Santa Bárbara, e também
um oficial, placar de 2 a 1, também em casa, sobre o Guaratinguetá
EC, além de ter alcançado três empates, até
que bons por terem sido fora de Santa Bárbara. Muito pouco
pela tradição que tem o alvinegro União Barbarense.
O
clube no prejuízo em todos os aspectos - Neste
momento de sua história, o União Agrícola
Barbarense F.C. está num prejuízo total no futebol
profissional.
Este time de 2006 manchou a história do clube, que vinha
bem positiva, desde 1964, ano em que passou a disputar os campeonatos
de profissionais. Os jogadores negaram fogo, salvo raríssimas
exceções.
Por outro lado, as empresas U.B. Corporation S/A e União
Barbarense F.C. Ltda., atuais responsáveis por tocar adiante
o projeto futebol no União, também provocaram a
desmoralização por completo de um clube que vai
completar seus 92 anos de existência, por tudo o que elas
vêm fazendo nestes últimos meses.
A U.B. abandonou o clube há 9 meses, tendo deixado todo
o comando para uma única pessoa, o ucraniano Oleksiy Borovikov,
que tem sua base em Barcelona, na Espanha, ele que de vez em quando
dá uma “passadinha” pelo Brasil, sendo que
em sua última viagem, a recente, nem quis estar em Santa
Bárbara, a terra do União Barbarense, pois tem feito
de Águas de São Pedro a sua base no Brasil, onde
também “se esconde” o casal Natasha e Yuriy
Panfilov, representantes do “ex-poderoso” da U.B.
no país.
Por tudo o que aconteceu de janeiro até hoje, os jogadores
do atual elenco nem querem, em sua quase totalidade, continuar
a fazer parte do clube de Santa Bárbara, talvez apenas
os dois da cidade (os jovens Adoniran Buiú e Bachin) e
mais um ou outro, assim como não podem ficar aqueles dirigentes
que são ligados às empresas chamadas de “parceiras”
(?!) no futebol unionista, pois conseguiram dar aulas de como
não se faz futebol, tamanha a desorganização
que demonstraram em apenas 4 meses de trabalho em 2006. Excetuando-se
o supervisor Flavinho Silva, que foi jogador e entende da parte
administrativa, os demais devem deixar o ramo futebol, pois não
são afeitos ao mesmo...