BBB: pai de Carol admite 2º lugar, mas namorado sonha com R$ 1 milhão

“Acho que sou a zebra do programa.” Foi assim que a carioca Carol definiu, ontem, sua chegada à final do “BBB 7”. Torcedor fiel e fã número 1, até o pai da morena concorda com a frase.
“Claro que eu torço para ela ganhar, mas em segundo lugar já é vitoriosa. Vamos tentar diminuir essa vantagem, mas reverter eu acho impossível”, admite Joel Honório. Hoje, a morena de Copacabana enfrenta o último paredão com Diego Alemão, rumo ao prêmio de R$ 1 milhão. Se ficar em segundo lugar, a estudante leva R$ 50 mil.
“Ele entrou um garotão e vai sair um homem e ela entrou uma menina e vai sair uma mulher”, filosofa Joel, que diz só ter uma reclamação da filha: “Ela sempre tirou em primeiro lugar, em tudo o que ela fez. É a primeira vez que ela vai entrar numa concorrência e tirar em segundo lugar.” Segundo ele, a filha tem potencial, mas Alemão caiu na graça do povo. “O povo já se posicionou e quem segurou o programa foi ele”, palpita. Mas, como o amor é lindo, o namorado de Carol está aí para defendê-la com unhas e dentes até o fim. “Pesquisa não ganha eleição. É difícil, mas não é impossível. Agora na reta final ela mostrou que é forte e sua popularidade cresceu muito”, diz Arhur Erthal, na torcida para que a amada leve a bolada para casa. 
Conterrânea da finalista, Fani é torcedora assumida do paulista. “Torço para o Alemão mesmo, mas queria que o segundo lugar fosse da Analy. Eu não acho que foi merecido a Carol ter chegado lá, em relação ao jogo inteiro. Mas se ela chegou, jogou bem, né?”, pondera a promotora de marketing, que se diz ansiosa para encontrar Diego e o resto da galera.
Com presença garantida na platéia desta terça-feira (3), Airton também torce pelo louro, apesar da guerra declarada entre os dois dentro da casa. “Prefiro que o Alemão ganhe. Mesmo quando as coisas dão errado, ele nunca abandona os amigos”, define o carioca, que afirma não estar mais chateado com Carol, que o indicou ao paredão responsável por sua eliminação no reality show.


Luciano Huck divulga nota de apoio a Henry Sobel

O apresentador Luciano Huck, que é judeu, divulgou nota em seu site oficial em defesa do rabino Henry Sobel, detido no último dia 23 de março acusado de ter furtado quatro gravatas de lojas de grifes luxuosas em Palm Beach, na Flórida (Estados Unidos). Ele está internado no Hospital Albert Einstein, na zona sul de São Paulo, desde sexta-feira (30), um dia depois que a notícia da prisão chegou ao Brasil.
”Se por um lado o rigor da lei e a liberdade de expressão são ferramentas fundamentais em qualquer democracia, por outro, o ocorrido chama para a necessidade da consciência geral de que o hábito do linchamento moral antes das devidas conclusões legais é um perigoso instrumento a serviço da desmoralização pública, a revelia da comprovação ou não da veracidade dos fatos.”
Na nota, o apresentador afirma que o caso ainda “carece de conclusões, análise médica e jurídica”.
”Como forma de evitar que sua história [de Henry Sobel] e seu ativismo social e político, sempre extensivo a todas religiões, sejam suprimidos de modo irresponsável do conhecimento do público em função de um infeliz episódio ainda inconcluso, me senti na obrigação de tornar pública minha opinião”, afirma.
Acusação - De acordo com a polícia americana, imagens do circuito interno de segurança de uma das lojas envolvidas no caso mostram Sobel dobrando uma gravata e, em seguida, deixando o local com as mãos vazias. Mais tarde, o policial reconheceu o rabino na rua. Questionado, ainda de acordo com o boletim de ocorrência, Sobel negou ter pego a peça, mas, depois, chegou a se oferecer para pagar pela gravata antes de admitir o furto.
O rabino levou o policial que o reconhecera ao seu carro, onde havia mais quatro gravatas. “Embora Sobel tenha afirmado que pagou por elas [as quatro gravatas], ele não tinha recibos, sacolas nem embalagens das lojas. Sobel, então, admitiu ter pego as gravatas sem pagar”, afirma o boletim de ocorrência registrado sobre o caso.
Sobel chegou a ser encaminhado para a cadeia local, mas foi solto no dia seguinte, mediante pagamento de US$ 3.680 dos quais US$ 680 correspondem ao preço das quatro gravatas.
Afastamento e internação - Na noite de quinta (29), quando a notícia do furto chegou ao Brasil, a Congregação Israelita Paulista anunciou que Sobel havia pedido afastamento da presidência do rabinato. “Jamais tive a intenção de furtar qualquer objeto em toda a minha vida”, disse Sobel na ocasião, por meio da assessoria da congregação.