
Campanha permanente deve incentivar o plantio, diz vereadora
A realização de campanha permanente de incentivo à arborização de ruas, praças e jardins do município está sendo proposta pela vereadora Mercedes Roveri Grande (PT) através de um projeto de lei que será votado na próxima terça-feira, 17. A matéria recebeu parecer contrário da Comissão Permanente de Justiça e Redação, assim como a emenda substitutiva da vereadora, mas ela disse que vai conversar com os vereadores para derrubar esse parecer e aprovar o projeto dada a importância da arborização nesse momento de grandes preocupações com o meio ambiente. “A comissão de Justiça alega que esse tipo de iniciativa não é papel do vereador. No entanto dá paracer favorável em projeto que obriga instalação de equipamento para eliminação de ar na tubulação de água”, criticou. O secretario de Meio Ambiente, Brás dos Santos Adegas Júnior, segundo Mercedes sempre pede apoio para iniciativas semelhantes e esse projeto não deixa de ser uma forma de a Câmara estar colaborando. Na pauta de votação para a sessão ordinária de terça-feira também consta, com parecer contrário da mesma comissão permanente, o projeto de lei do vereador Juca Bortolucci (PTB) que dispõe sobre medidas para estimular o tratamento de esgoto em grandes instalações no município. Outro projeto em pauta é de autoria do Executivo e trata sobre a concessão de auxílio financeiro às entidades assistenciais mediante repasse de recursos do Fundo Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente para o exercício de 2007. Cinco moções, de aplauso e de apelo – também deverão ser votadas.
Um comunicado sobre a cobrança do imposto sindical dos funcionários públicos municipais, anexado no holerith entregue neste mês de abril, gerou reclamações e questionamentos entre a categoria e contestações por parte do Sindicato dos Funcionários Públicos Municipais. O imposto foi descontado no salário de março pago neste mês de abril, representando um dia de trabalho dos funcionários. De acordo com o presidente do Sindicato dos Funcionário Públicos, Walmir Alfredo da Silva, o comunicado no holerite diz que a entidade obriga a Prefeitura a proceder o desconto sobre a remuneração total do servidor e que o dinheiro descontado vai todo para a entidade. “Não é verdade. O sindicato não obriga nada. A Consolidação das Leis Trabalhistas-CLT é muito clara ao tratar sobre o desconto na remuneração do funcionário e isso é tanto para órgãos públicos como para o setor privado”, afirmou Walmir. Ele esclareceu que 60% do valor arrecadado vai para o sindicato, 20% é encaminhado para o Fundo de Amparo ao Trabalhador-FAT, 15% para a Federação dos Servidores Públicos e 5% para a Confederação dos Servidores Públicos do Brasil. “O valor que a Prefeitura desconta dos funcionários referente a contribuição é depositado através de guia e vai para uma conta na Caixa Econômica Federal e leva de 30 a 60 dias para que ocorra o repasse. O sindicato faz tudo com base na lei”, reforçou o presidente. Na sua avaliação o secretário de Administração, Claudemir Marques Francisco, da forma como emitiu esse comunicado, quis jogar a categoria contra o sindicato. O secretário não foi localizado para falar sobre o assunto.
Prosseguem nesta semana as discussões sobre a situação das professores de Ensino Infantil e Fundamental e das monitoras de creche da rede pública de Santa Bárbara. Enquanto as professoras aprofundam os estudos do Estatuto do Magistério Municipal para que ele seja cumprido pela Prefeitura, melhorando as condições de salário e de trabalho da categoria, as monitoras aguardam a proposta que a Prefeitura deverá apresentar no dia 23 próximo para o reajuste salarial que elas reivindicam em função da defasagem que enfrentam há vários anos. O salário atual das monitoras é de R$ 540,00 para 8,5 horas de trabalho e elas querem salário de R$ 850,00 para igualar com a categoria na região. As professoras suspenderam o estado de greve diante da abertura de negociação com a Prefeitura, mas as monitoras, sem muita expectativa da Prefeitura, já anunciaram que no dia 24 deverão entrar em greve por tempo indeterminado, caso não seja satisfatória a proposta que a secretária de Negócios Jurídicos, Maria Elisa Colavitti, ficou de apresentar. Elas já agendaram uma assembléia para às 18hs do dia 23 para tratar sobre o assunto.
Preocupações com a realidade da criança e do adolescente
no Brasilfazem parte da função dos conselhos tutelares. Esses
órgãos, previstos no Estatuto da Criança e do Adolescente
(ECA), deveriam existir em todos os municípios brasileiros, mas não
é isso que acontece.
A falha, na opinião do promotor de Justiça da Defesa da Infância
e da Juventude de Brasília, Oto de Quadros, é de responsabilidade
dos próprios prefeitos, que não propõem s suas respectivas
câmaras municipais o projeto de lei que implementariao conselho tutelar.
Hoje existem 1.500 municípios que não possuem conselho. Isso
representa o descaso das administrações municipais e dos prefeitos
que não criam essas conselhos, que são os órgãos
mais democráticos que nós podemos extrair da Constituição
de 1988.
Quadrosavalia os conselhos como uma idéia genial do ECA, por outro
lado, ele pondera que oestatuto, mesmo depois de 17 anos decriação,
não teria ganho força suficiente na sociedade.
Para o promotor, há necessidade de implementar urgentemente a lei,
jáquemedidas de proteção criança e ao adolescente
são suficientes se forem efetivamente implantadas.
Ele diz, ainda, que dos conselhos existentes, poucosfuncionam de fato. Formalmente
existem, mas não estão atuando plenamente como era a intenção
do legislador quando elaborou o ECA. Isso é uma perda, pois o estatuto
é uma lei muito boa.
Pensando nessas questões, a Promotoria de Justiça de Defesa
da Infância e da Juventude promove amanhã (14), o4º Encontro
Promotoria da Infância e Juventude e Conselhos Tutelares. O objetivo
é, justamente, discutir formas e meios de uma atuação
mais efetiva e produtiva na parceria entre os conselhos tutelares e o Ministério
Público (MP).
Empresários e trabalhadores irão promover quarta-feira, dia
18, a partir das 18h30, uma grande manifestação no Salão
Nobre da Câmara dos Deputados, no Congresso Nacional, em Brasília
(DF), para expor os números e os desafios e oportunidades do setor
têxtil e de confecção. O ato é uma continuidade
ao Movimento Emprega Brasil-Mobilização Nacional do Setor Têxtil
e Vestuário, iniciado no ano passado com o objetivo de defender, junto
às autoridades competentes, os empregos e a produção
por meio do desenvolvimento da indústria nacional.
Durante o ato no Congresso Nacional será feita à entrega de
proposta de projeto de lei, elaborado pela Associação Brasileira
da Indústria Têxtil e de Confecção (ABIT), criando
um imposto Simples para desonerar toda a cadeia produtiva.
Na data, ao longo do dia, o presidente do Sinditêxtil- SP, Rafael Cervone
Netto, e representantes da Abit (Associação Brasileira da Indústria
Têxtil e de Confecção) irão ter audiências
com os ministros Miguel Jorge, do Desenvolvimento; Dilma Roussef, Casa Civil;
Celso Amorim, Relações Exteriores; Carlos Lupi, do Trabalho
e Emprego; Jorge Rachid, secretário geral da Receita Federal.
Segundo Rafael Cervone Netto, presidente do Sinditêxtil – SP,
as expectativas com a mobilização são muito forte porque
tem tido uma grande repercussão. Com o ato esperam que se acelere a
tomada de decisões do governo, que tem se mostrado muito lento nas
negociações. As reivindicações do setor têxtil
são baseadas, em especial na desoneração da cadeia têxtil,
principalmente redução de encargos sobre a folha de pagamento
e energia elétrica; combate às importações ilegais
da Ásia, principalmente da China; e acordos bilaterais com Estados
Unidos e Europa.
O setor têxtil e de confecção brasileiro tem sido extremamente
afetado, em especial pela valorização do câmbio e o conseqüente
aumento das importações. Este ano, segundo Rafael, já
foram eliminados 100 mil empregos e, se nada for feito, as projeções
mostram que se pode chegar ao final de 2007 com a perda de 280 mil postos
de trabalho, número bem maior do que os últimos três anos,
de 2002 a 2006, que foi de 260 mil pessoas. Outro dado do setor é que,
nos últimos 12 anos, o INPC (Índice Nacional de Preços
ao Consumidor), que mede a inflação do vestuário, ficou
em 15,8%. O preço do gás aumentou de outubro de 2000 a fevereiro
de 2007 252%. Além disso, a energia elétrica também teve
um aumento significativo.
Além disso, a balança comercial do setor têxtil paulista
fechou o primeiro bimestre do ano com déficit de US$ 47 milhões,
volume 147% maior do que o registrado em igual período de 2006 (US$
19,8 milhões). Para o ano, a previsão do Sindicato das Indústrias
Têxteis do Estado de São Paulo (Sinditêxtil) é de
saldo negativo de US$ 700 milhões a US$ 1 bilhão.
Funk, dance, pop e tecno. Esses quatro ritmos foram trabalhados com os alunos
de 1ª e 4ª do Colégio Integral, de Santa Bárbara,
durante as aulas de Expressão Corporal, ministradas pela professora
Rosemary Fontes Cardoso.
Para finalizar o trabalho, dia 12 à tarde os alunos estiveram no Laboratório
da Dança, onde as bailarinas da companhia apresentaram outros ritmos,
diferente dos vistos em sala de aula. Em seguida, foi a vez dos estudantes.
“Cada classe escolheu um ritmo e agora eles farão as apresentações
de dança deles”, disse.
Desde o final do mês de fevereiro, a profissional em Educação
Física e Expressão Corporal faz atividades utilizando esses
quatro ritmos com seus alunos. “No começo eu demonstrei como
era cada um. Depois eu deixei eles dançarem seguindo o ritmo da música”,
explicou.
Para não ter problemas com inibição, Meire, como é
chamada na escola, teve uma boa idéia: “Coloquei venda nos olhos
de todos para nenhum ver o outro. Aos poucos eu fui retirando e eles foram
se soltando”.
De acordo com a professora, é o segundo ano que se trabalha este tipo
de expressão corporal com os alunos, que sempre demonstram interesse.
“Eles gostam, interagem”, comentou, “e aqui no colégio,
sempre trazemos novidades, além de dar total liberdade para os alunos
trazerem novas idéias, que colocamos em prática.”
Ontem foi feita a etapa final do trabalho com ritmos. No meio do ano, Meire
desenvolverá atividades ligadas à ginástica artística
e, no final, volta para dança. “A expressão corporal busca
trabalhar movimentos e do corpo, os ritmos fazem muito isso”, lembrou.
Com o intuito de orientar e alertar a população sobre os cuidados
essenciais com a voz, a Secretaria Municipal de Saúde promove nesta
segunda-feira, dia 16 de abril, das 13h30 às 17h30, na Praça
Central, o Dia da Voz.
Além da distribuição de folders e apresentação
de vídeo com dicas e informações sobre a importância
da voz, as pessoas poderão passar por uma triagem vocal. “Estaremos
atendendo com as quatro fonoaudiólogas da rede municipal”, comentou
a responsável pelo Serviço de Fonoaudiologia da Secretaria,
Luciana Maluf Cervone.
No caso da constatação de alguma patologia ou problema vocal,
o munícipe será encaminhado para as unidades de tratamento de
fonoaudiologia, localizados no CAIC e na Unidade Modular “Dr. Afonso
Ramos”. Se necessário, segundo Luciana, os pacientes poderão
ser encaminhados para outros profissionais de saúde como otorrinolaringologista,
ou até para um psicológico, quando for uma questão emocional.
Para ela, este trabalho de prevenção com a população
é importante para evitar problemas mais sérios no futuro, principalmente
entre os profissionais que utilizam a voz como ferramenta de trabalho. “Existem
muitas crianças que respiram de maneira errada ou tem algum mau hábito.
Os idosos também costumam perder a voz devido aos medicamentos que
ingerem. Enfim, em todas as faixas etárias, as pessoas precisam se
prevenir, fazendo aquecimentos vocais”, disse.
A última vez que a cidade de Santa Bárbara fez algum um evento
voltado para a comemoração do Dia da Voz foi há quatro
anos, no Tivoli Shopping. “Ficamos alguns anos parados e agora, com
tudo mais organizado, queremos realizar essas atividades todo ano”.
O evento contará também com a distribuição gratuita
de água, considerada um poderoso recurso para hidratação
das pregas vocais. “Ressaltaremos a importância de consumir muita
água, principalmente os professores e pessoas que precisam falar muito
durante o dia. Sem a água, a voz pode ir perdendo a força e
pode chegar a um problema orgânico”, alertou.
De acordo com Luciana, a população brasileira tem um péssimo
hábito de não se importar com a voz, não se atentando
para doenças sérias, como o câncer de laringe, que é
provocado pelo fumo e excesso de bebidas alcoólicas. “A pessoa
pode ter uma perda parcial ou total da laringe, tornando-se dependente de
aparelhos mecânicos ou ficando totalmente sem voz”.
Proibidos de atuar em uma praça do Jardim Conceição,
travestis se prostituem na Avenida Anhanguera e nas ruas da Vila Godoy, o
que tem tirado o sossego dos moradores. “Eles gritam, falam alto palavras
de baixo escalão... Os carros que passam por aqui jogam garrafa, ‘cantam
pneus’, é uma barulheira sem tamanho. É a noite inteira
assim. Não se consegue dormir em paz”, diz uma das moradoras.
Além do barulho, os munícipes ficam revoltados ao encontrar
diversas camisinhas, papéis higiênicos e até resíduos
fisiológicos em suas calçadas, diariamente. “Todo dia
eu varro a calçada, porque tenho medo que meu filho ponha a mão;
e lavo também. Só de água pago R$ 70 por mês e
ainda fico devendo no DAE”, frisa uma professora que mora há
mais de 40 anos no local.
A professora denunciou a realização do ato sexual nas esquinas
da Rua Santos Dumont com as ruas Joaquim C. Machado e Joaquim Pedroso, resultando
em constrangimento aos moradores e até uma lixeira quebrada. “Tivemos
de ficar trancados em casa em noites quentes, porque corríamos o risco
de ver o que não queria”, lembra ela.
Aqueles que voltam à noite para casa já presenciaram a cena
ou já foram confundidos com os travestis. Segundo eles, a filha de
uma das moradoras foi confundida com um travesti quando sentada na calçada.
“Eles andam de um lado para o outro e, às vezes, abordam os clientes
dos estabelecimentos comerciais próximos”, fala um morador.
Além do constrangimento, eles reclamam da falta de segurança
no local. “Ninguém reclama de medo de ser agredido”, diz
uma dona de casa.
A Prefeitura Municipal informou, por meio da assessoria de imprensa, que a Guarda Civil Municipal irá intensificar a ronda na região. Os munícipes que se sentirem levados, principalmente aqueles que testemunharem o ato sexual em via pública, devem ligar para a Polícia Militar (190) ou para o Disk Denúncia (181).
A Adesbo (Associação dos Despachantes de Santa Bárbara
d´Oeste) orienta a população que agora quando ocorrer
à venda de um veículo é necessário comunicar ao
órgão de trânsito local – Ciretran (Circunscrição
Regional de Trânsito), para segurança e evitar problemas futuros.
Isso ocorre em conformidade ao artigo 134 do Código de Trânsito
Brasileiro e a Portaria do Detran (Departamento Estadual de Trânsito)
1.606 de 2005, que padroniza os procedimentos administrativos destinados ao
exercício das atividades das unidades de trânsito do órgão.
José Carlos dos Reis, presidente da Adesbo, informou que os despachantes
estão capacitados para fazer esta comunicação junto ao
Ciretran, com rapidez e segurança. Para fazer isso o proprietário
do veículo deve apresentar cópia do recebido de venda (reconhecido
firma) frente e verso autenticado.
Por lei, há um prazo de 30 dias para fazer a transferência de
propriedade do veículo. Anteriormente, a pessoa vendia o veículo
e se não fosse feita a transferência nesse prazo poderia ser
feito o bloqueio para que o bem não fosse licenciado novamente no nome
do antigo proprietário. Agora a comunicação de venda
pode ser feita antes desse período de 30 dias, após ser reconhecida
firma do recibo de venda.
De acordo com Reis, estão informando a população sobre
o assunto para que tenham ciência de que quando vender o veículo
é necessário comunicar ao órgão de trânsito
local – Ciretran (Circunscrição Regional de Trânsito).
Assim, no momento em que estiverem reconhecendo firma do recibo de venda devem
retirar uma cópia frente e verso autenticado do documento para isso.
O presidente da Adesbo alertou para as implicações de não
fazer a transferência de propriedade, entre elas multas, pontuação
na Carteira Nacional de Habilitação, pagamentos de impostos,
como IPVA, e a responsabilidade sobre o que acontecer com aquele bem. “Essa
comunicação torna mais fácil à defesa em uma eventual
dificuldade e impede a pessoa que comprou em licenciar no nome do antigo proprietário.”
A regulamentação do funcionamento de salas exclusivas para
fumantes em estabelecimentos comerciais como restaurantes, bares e casas noturnas,
está sendo proposto pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância
Pública) em Consulta Pública aberta neste mês.
A proposta de Resolução dispõe sobre o funcionamento
das salas destinadas exclusivamente para o uso de cigarros, cigarrilhas, charutos,
cachimbos ou de qualquer outro produto fumígeno derivado do tabaco,
que produza fumaça ambiental do tabaco (FAT) nos recintos coletivos,
públicos ou privados.
O conteúdo do documento possui algumas determinações
para estes ambientes exclusivos como tamanho correto, tempo de permanência
e climatização adequada, previstos em Regulamento Técnico.
Para a proprietária do Restaurante Cometa, Jandira Pozzer, a construção
de uma sala exclusiva para fumantes seria inviável em seu estabelecimento.
“Nossos clientes não fumam dentro do restaurante e nunca tivemos
problemas, eles sempre respeitam”, comentou.
De acordo com Fernando Pascon, proprietário do Restaurante Castelo
e da Chopperia Pascon, um espaço destinado para o consumo de fumígenos
é necessário apenas em Chopperias, mas não em restaurantes.
“Um fumante não vai morrer se ficar duas horas, período
máximo que a pessoa gasta para almoçar ou jantar, sem fumar.
Agora, em uma chopperia, o cliente petisca, bate papo, bebe alguma coisa e
acaba fumando”, disse.
Segundo o empresário, a clientela fumante do Restaurante que costuma
terminar sua refeição com um café e um cigarro, fazem
o consumo de ambos ao ar livre. “É uma questão de educação”,
acrescentou.
A Consulta Pública termina no dia 1º de maio. A Anvisa estará
recebendo até este data todas as críticas e sugestões
pelo e-mail controle.tabaco@anvisa.gov.br, pelo fax (21) 3232-3588 ou pelo
endereço: Gerência de Produtos Derivados do Tabaco/ Anvisa, Praça
Mauá, nº 7, 19º andar, Rio de Janeiro/RJ, CEP: 20081-705.
Passada esta etapa, o gerente de Tabaco da Anvisa, Humberto Martins, a nova
norma deve entrar em vigor em 31 de maio, dia anti-tabaco. Os estabelecimentos
terão 180 para efetuar as adaptações necessárias.
A Fundação Romi está desenvolvendo o projeto do Centro
de Documentação. Este consiste da organização,
conservação e digitalização do acervo do Arquivo
Histórico, composto atualmente por, aproximadamente, 50.000 imagens,
5.000 recortes de periódicos e 200.000 páginas de jornais (alguns
exemplares com 100 anos de existência). As informações
provenientes da catalogação dos originais são armazenadas
em um Banco de Dados especialmente desenvolvido para essa finalidade.
Para o desenvolvimento desse trabalho a Fundação Romi importou
um scanner, da marca Zeutschel, modelo Omniscan 10000 – A1 Color. O
equipamento, primeiro modelo da América Latina, custou
aproximadamente 70 mil euros, o que equivale a R$ 196 mil. As imagens de jornais
(A1) são preservadas em formato TIF, 300 DPI, tons de cinza (Grayscale),
passando por um processo de OCR com conversão para PDF, permitindo
busca pelo texto. O formato A1 representa 8 vezes a folha sulfite padrão
A4, utilizada no dia-a-dia das impressoras comerciais. Por dia, são
digitalizadas, aproximadamente, 750 imagens.
O chefe administrativo da Fundação Romi, Vainer Penatti,
acrescenta que acompanhando a evolução da tecnologia da informação,
foi abandonado o conceito do microfilme, entendendo que o futuro seria digital,
com a criação de acervos virtuais que agilizam e tornam interativa
a pesquisa. Havia a intenção original de terceirização
dos trabalhos, abandonada após uma busca por fornecedores de produtos
e serviços, nacionais e internacionais, que levou à constatação
das poucas opções e elevados custos existentes. Selecionamos
as melhores propostas e, dentre estas, destacou-se o equipamento fornecido
pela Zeutschel, devido às características específicas
de nosso projeto.
A Fundação Romi antes de fazer a digitalização
do Arquivo Histórico contratou, em 2003, a empresa Galpão Cultural
para fazer um diagnóstico, inventário e projeto de organização
do acervo. O resultado naquele momento foi de 160 mil páginas
de jornais, 25 mil fotos e outros documentos diversos. A partir
de janeiro de 2005 o Galpão Cultural assumiu a coordenação
do Projeto. O prazo para conclusão do projeto de digitalização
é 31 de dezembro de 2007. A partir de 2008, o programa
passa a fazer parte das rotinas do Centro de Documentação da
Fundação Romi.
Essa fase engloba a catalogação, digitalização
e acondicionamento de todo o acervo, bem como a sua disponibilização
para pesquisa na Internet, é a primeira parte do projeto Centro
de Documentação da Fundação Romi. Na seqüência
será implantado um espaço educacional e cultural para a comunidade,
com estações interativas de pesquisa, biblioteca e exposições
temáticas referentes ao desenvolvimento sócio-econômico
e cultural do município. Seu foco é o resgate da história
da cidade contemplando fatos correlatos que contribuíram para o seu
desenvolvimento. A iniciativa é incentivada pela Lei Rouanet, conforme
PRONAC 041453, com o patrocínio das Indústrias Romi S.A..
O material que está sendo digitalizado já está disponível
na internet no site da Fundação Romi: www.fundacaoromi.org.br,
através do link Centro de Documentação. Na página
o internauta irá abrir uma tela onde poderá fazer a sua pesquisa.
A resposta é limitada a 60 registros de cada vez. Caso
o resultado não atenda às necessidades de pesquisa, a
busca poderá ser refinada.
Segundo Vainer, diariamente são disponibilizadas informações
na internet de acordo com a evolução dos trabalhos de
digitalização.
O historiador Antonio Carlos Angolini, explicou que o Arquivo Histórico
é fruto de uma idéia do empresário Álvares Romi,
que tinha a preocupação em preservar a história de Santa
Bárbara d´Oeste. Na época, 1964, até publicou no
Jornal d´Oeste uma nota pedindo para a população colaborar
doando materiais sobre a história barbarense para formação
de um Arquivo Histórico.
Na Biblioteca Técnica, das Indústrias Romi, na época
coordenada por José Maria Crivelari, iniciou-se o Arquivo Histórico.
Em 1974, com a saída desse colaborador, Angolini assume esse posto,
levando novas idéias e a proposta do Arquivo começa a tomar
corpo. No entanto, o historiador é transferido para a Fundação
Romi e o Arquivo fica meio inativo. Então, o empresário Álvares
Romi toma a iniciativa de falar com o superintendente da instituição
Liu Fat Kam pedindo para encampar esse patrimônio e a idéia foi
aceita. Em 29 de junho de 1990 é inaugurado o novo Arquivo Histórico,
nas dependências da Fundação Romi. Agora o seu acervo
está sendo digitalizado e futuramente irá fazer parte do Centro
de Documentação da Fundação Romi.
De acordo com Angolini, hoje possuem o que há de mais moderno em equipamentos.
Na sua avaliação, isso é um prêmio pelo esforço
de todos, nesses anos. Acredito que o sr. Álvares ficaria muito contente
e realizado, com tudo o que está sendo feito, comenta.
Esse trabalho já tem despertado o interesse de escolas, famílias,
clubes e outros para ter a sua história preservada. O Esporte
Clube Barbarense, Circolo Italiano, as Escolas José Gabriel de
Oliveira, Emílio Romi, e a Escola do Bairro Santo Antonio.
Também as famílias de Ruth Garrido Roque e do ex-prefeito Isaías
Hermínio Romano encaminharam materiais para serem guardados pela
Fundação Romi. A Câmara Municipal de Santa Bárbara
também aprovou um projeto de lei em que demonstra o interesse em ter
seus documentos preservados e a Fundação Romi sinaliza com interesse
em scanear todas as Atas, preservando assim toda essa história.
Angolini falou que as pessoas que tiverem interesse em ter as suas histórias
e fotos preservadas podem emprestá-las ao Arquivo Histórico.
Esse material será escaneado, disponibilizado na internet, e os originais
devolvidos para as famílias. Ele solicita ainda que todas as entidades,
igrejas, clubes, associações e outros que produzirem qualquer
tipo de informativo para encaminharem uma cópia para a Fundação
Romi.
“Esta semana vai ser ainda mais movimentado por serem os últimos
dias”, diz a chefe do Cartório Eleitoral, Lílian Alexandre.
O aumento no número de freqüentadores se deve ao período
de regularização do título de eleitor que encerra no
próximo dia 26. Ao todo são 1.756 eleitores barbarenses irregulares.
Lílian alerta que, aqueles que não votaram e nem justificaram
os seus votos devem procurar pelas listas afixadas no mural do cartório.
O TSE (Supremo Tribunal Eleitoral) não enviará correspondências,
e-mails e tampouco irá telefonar nas residências dos faltantes.
A multa é de R$ 3,51 por eleição. Se a pessoa tiver mais
de três multas será emitido um boleto bancário a ser pago
em qualquer agência. Ficam isentos da taxa apenas aqueles que comprovarem
incapacidade do voto na data, ou por se encontrar fora do país ou hospitalizado.
“Desde que traga algum documento que comprove o motivo da ausência,
a pessoa fica isenta da multa”, frisou a chefe do cartório.
Quem não atualizar a situação não poderá
tirar o CPF, tomar posse no emprego caso passe em um concurso público,
obter passaporte, tomar empréstimo em bancos do governo ou até
ficar sem a matrícula em instituições de ensino. Caso
a pessoa acumule três ou mais multas, terá seu título
de eleitor cancelado.
“Os horários de pico são às 11h, quando o cartório
inicia o atendimento, e às 14h, então é melhor evitar
esses horários. No horário de almoço também atendemos
e é bem tranqüilo, assim como no final do expediente”, aconselha
Lílian. O Cartório Eleitoral está localizado na Rua General
Câmara, 196, Centro. O atendimento ao público é das 11h
às 17h.
Oitocentos e trinta jovens participam do processo seletivo da Guarda Mirim
hoje, às 8h30. Os candidatos foram divididos em dois grupos, conforme
o nome: do “A” ao “O” realizam a prova na E.E. Prof
“Ulisses de Oliveira Valente”; do “P” ao “W”,
na E.E. Prof. “José Gabriel de Oliveira”.
Os candidatos disputam as cerca de 120 vagas oferecidas. “Na verdade,
o número de vagas depende do número de parceiros. Atualmente,
temos 72 parceiros e atendemos 250 jovens. O número poderia ser muito
maior se houve mais pessoas interessadas em ajudar”, informou a Guarda
Mirim, por meio da assessoria de imprensa.
A prova tem quatro horas de duração e é composta por
50 questões referentes aos conhecimentos na Língua Portuguesa
e Matemática. O candidato deve comparecer com, no mínimo, meia
hora de antecedência no local em que realiza a prova, munido do comprovante
de inscrição, Certidão de Nascimento, RG, caneta, lápis
e borracha.
O resultado da prova será divulgado no dia 14 de maio no mural da Guarda
Mirim. Passam para a segunda fase os jovens que tiverem 50% de acerto. Nessa
etapa será feita uma entrevista social, a qual seleciona aqueles que
irão fazer o curso de capacitação profissional.
Entre as atividades desenvolvidas, os chamados “guardinhas” aprendem
noções básicas administrativas de empresas, como a atuação
no departamento pessoal, financeiro e comercial. Recebem um treinamento profissional
e passam a atuar em diversas empresas da cidade. Os jovens permanecem na entidade
até completar 18 anos.
A Rede Feminina de Combate ao Câncer de Santa Bárbara também
está se sentindo prejudicada por telemarketing de Americana. Esta semana
a Associação de Beneficência e Educação
– ABE, conhecida como Casa da Criança, denunciou o mesmo problema.
No caso da Rede Feminina de Combate ao Câncer de Santa Bárbara,
segundo a presidente da entidade, Maria José Cavedal dos Santos Mano,
Zezé Mano, um serviço de telemarketing de Americana se apresenta
como Rede do Câncer e faz apelos emocionados para cirurgias de uma criança
com câncer na cabeça, ou uma pessoa com câncer na língua.
Quando o cobrador da Rede Feminina de Santa Bárbara passa para receber,
várias pessoas dizem já ter contribuindo pensando que era a
entidade que já conhecem e confiam, de Santa Bárbara.
Zezé Mano enfatizou que a Rede Feminina de Combate ao Câncer
de Santa Bárbara não faz apelos emocionados no telemarketing.
Além disso, não fala em casos dolorosos para emocionar os contribuintes.
A orientação é para que os barbarenses perguntem o endereço
da entidade, quando receber um telefonema e procurem ajudar os doentes da
cidade. O recibo da Rede Feminina de Combate ao Câncer é cor
de rosa.
A Rede Feminina de Combate ao Câncer de Santa Bárbara existe
há 35 anos e conta com o trabalho de 52 voluntárias. É
uma entidade que atende doentes de câncer com medicação,
alimentos, transporte, curativos, visitas domiciliares. Atualmente, são
atendidos 81 pacientes e 17 crianças. A comunidade é convidada
para conhecer o trabalho da entidade, à Rua João Ridley Bufford,
02, ao lado do Centro Médico. Se quiser participar como voluntária
ligue para 3454-6530.
A reportagem entrou em contato com a Prefeitura para saber se o Fundo Social
de Solidariedade pode fazer algo sobre o assunto. A assessoria de imprensa
respondeu: “Infelizmente o Fundo Social não tem como interferir
no serviço de telemarketing das entidades, mesmo sendo de fora. O que
o Fundo recomenda é que os barbarenses quando receberem algum telefonema
solicitando ajuda, certifique que realmente a entidade é de Santa Bárbara
d'Oeste. Só assim será possível coibir tal prática.
O Fundo entende que as entidades (de fora) deveriam usar o bom senso e só
solicitar ajuda em seu município. O setor atua dando todo o apoio necessário
para as entidades em suas ações, bem como a orientação
necessária para seu bom funcionamento.”