No sábado, os policiais militares Jéferson e Hebert foram solicitados
a atenderem um caso de encontro de cadáver, nas imediações
da rodovia SP-306 (Santa Bárbara/Capivari), proximidades do Conjunto
Habitacional Roberto Romano.
O rapaz que trajava bermuda e camiseta, fora assassinado com tiros no crânio,
no tórax, nas costas e na mão esquerda. O perito Marcos do Instituto
de Criminalística (IC) esteve no local e o corpo foi liberado para
necrópsia.
No domingo foi efetuada a identificação. Trata-se de Michel
Eduardo de Moraes, 25 anos, solteiro, morador no Conjunto Roberto Romano.
Ele foi sepultado na manhã do próprio domingo.
Pelas características do crime, tudo leva a crer que o rapaz tenha
sido executado, devido a quantidade de tiros e os projéteis na nuca.
Marcos Maracanã

A droga foi apreendida pela PM no guarda-roupa
No sábado à noite, uma viatura da Força Tática,
com Cabo Gilson, soldados Lucelio, Nunes e Osvaldo, receberam via rádio
informação que um individuo estaria embalando drogas em sua
casa no bairro Jardim Batagim. Com autorização dos familiares,
os policiais adentraram e no quarto de E.P.S, 22 anos, engrupidor, escondidas
no interior deu ma embalagem de perfume encontraram 11 papelotes de cocaína
que pesaram 15 gramas, além de certa quantia em dinheiro.
Ele não estava na casa e foi localizado defronte a residência
da sua namorada no bairro 31 de Março. Ele alegou que havia adquirido
a droga há três semanas. Conduzido ao plantão policial
foi autuado em flagrante pela delegada Jacira Mendonça de Oliveira
e recolhido na cadeia pública.
Os policiais militares Carlos e Sérgio, ao checarem na noite de sábado uma denúncia que um indivíduo estaria exibindo uma arma no bar localizado na Rua João Eduardo Mac Knight no Parque Zabani, detiveram Nivaldo Cardoso da Cruz, 41 anos, pedreiro. Quando os PMs chegaram ele estava com a arma na cintura. Era um revólver calibre 38, antigo, sem munição. Foi autuado em flagrante.
O pedreiro Leonardo Davi Ferraz, 28 anos, foi autuado em flagrante por lesão
corporal contra sua amasia e a filha de apenas 2 meses.
Consta que no sábado, ele chegou em sua casa aparentando estar embriagado
, discutiu com sua amasia P.S.B. 35 anos,agredindo-a a tapas, socos, unhadas
e chutes.A filha do casal de apenas dois meses estava no colo da mãe
e foi alvejada com um soco na cabeça. Elas passaram por atendimento
no PSM. Os policiais militares Batista e Denílson acionados detiveram
o acusado que foi levado ao plantão e autuado na lei Maria da Penha
e recolhido na cadeia.
A cabeleireira P.L.B.T., 25 anos, estava trabalhando no domingo em seu salão a Rua do Petróleo, zona leste, com uma freguesa, quando surgiu um individuo armado que roubou a quantia de R$50,00, jóias. A vítima e a freguesa foram trancadas no banheiro e o ladrão fugiu em uma motoneta Biz, pilotada por uma mulher.
Três indivíduos armados ameaçaram atear fogo em um homem de 68 anos durante um assalto na zona rural de Rio Claro no final de semana. Os bandidos amarraram o morador, após invadir o local, jogaram álcool sobre a vítima e ameaçaram colocar fogo. Os ladrões fugiram levando um DVD, um rádio gravador e R$ 15.
Uma queixa de estupro foi registrada na Polícia Civil de Valinhos,
onde uma menina de 11 anos acusa o pai de ter tentado estuprá-la na
noite de domingo.
Ela disse na polícia que o pai a agarrou enquanto ela tomava banho,
sendo que ela se defendeu com chutes e pontapés. O casal está
separado, mas o ex-marido vivia no mesmo terreno onde ela e os dois filhos
menores residem. O acusado alegou que a filha não gostava dele e por
isso inventou o caso. Ele não foi preso.
Um homem foi preso por policiais militares do 47º Batalhão,
em Campinas, acusado de agredir a ex-mulher e o filho, na noite de domingo.
O caso ocorreu em uma casa do Jardim Santo Antônio, região dos
DICs, área Oeste da cidade. Quando batia na mulher, o filho entrou
no meio da discussão para defende-la e acabou apanhando também.
A PM chegou e conseguiu deter o homem. Ele foi levado para o plantão
da Delegacia do 9º Distrito Policial (Jardim Aeroporto). Acabou autuado
em flagrante pelo delegado Osmar Adorne por agressão baseado na Lei
Maria da Penha.
Também em Campinas, mas no Centro, o desentendimento de um casal acabou
no 1º DP na noite de domingo. Um homem foi autuado em flagrante por agredir
a mulher, uma professora, depois de chegarem de um churrasco.
Pela lei, o acusado teve direito a pagar fiança e ficar em liberdade.
A fiança arbitrada pelo delegado Rodrigo Monteiro foi de R$ 700, que
foi paga pelo agressor, evitando, assim, ficar preso até avaliação
de seu caso pela Justiça.
O professor de educação física J.C.L., 30 anos, morador no bairro São Roque, em Americana alegou que na tarde de domingo estava num bar da Rua Dinamarca, no Jardim Europa, quando viu surgir um veículo Parati que tinha em seu interior três indivíduos, um deles que tem um processo no fórum, referente a uma ameaça. Em dado momento, um dos indivíduos sacou de um revólver e apontou em sua direção. O professor se refugiou e um tiro foi disparado, não atingindo ninguém. O veículo deixou o local em alta velocidade. Um boletim de ocorrência de disparo de arma foi registrado na polícia.
Por volta das 16 horas de domingo, um individuo armado com uma pistola dominou o frentista A.A.N., 28 anos, do Auto Posto Cidade Nova, roubando um telefone celular e a quantia de R$60,00 em dinheiro.
A Polícia Civil de Taubaté abriu inquérito para apurar
a morte do peão de rodeio Rogério dos Santos Machado, 26 anos,
ocorrida no domingo. Ele foi pisoteado por um touro após cair do animal
durante um rodeio.
A polícia vai apurar se o evento —feito em beneficência
da Apae (Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais)—
tinha ambulância para o socorro dos peões e se houve negligência
na segurança dos participantes do rodeio.
”Queremos saber se eles possuíam equipamentos de segurança
e se ele foi socorrido adequadamente”, afirmou o delegado-seccional
de Taubaté, Roberto Martins de Barros
De acordo com Barros, o atesto de óbito de Machado informa que ele
morreu de traumatismo craniano e hemorragia interna, o que significa que o
animal pode ter pisoteado sua cabeça.
Segundo o delegado, os organizadores do evento não fizeram seguro para
os peões, que tinham somente um contrato “verbal” com os
realizadores do rodeio.
”Criminalmente isso não tem implicação, mas na
esfera civil os organizadores podem ser acionados porque o seguro é
obrigatório”, disse o delegado.
O organizador do evento, Arlindo Donizete Gomes, disse que vai procurar a
família de Machado para conversar sobre uma possível indenização.
Ele afirmou que o evento tinha ambulância para o socorro dos peões
e que todos tinham equipamento de segurança.”Não me lembro
se ele tinha capacete”, afirmou Gomes ao ser questionado se o peão
morto usava o equipamento de segurança.