
Tivoli expõe 12 modelos de motos antigas
O Tivoli Shopping abriu ontem a “Exposição Estilo em
Duas Rodas”, uma mostra de motos antigas, desde a década de 40
até veículos mais novos, da década de 90. Ao todo, são
doze modelos expostos na Praça Central, até o dia 19 de agosto.
A idéia é contar a história do motociclismo e toda sua
evolução, no Brasil e no mundo, através de imagens e
textos. Para isso, a exposição conta com uma cenografia alusiva
ao tema, com painéis que remetem a lugares antigos, como posto de gasolina,
oficina mecânica, bar, loja de motos, etc.
A primeira motocicleta data de 1868, movida por motor a vapor. Com o passar
das décadas e a paixão de seus idealizadores, as máquinas
foram ganhando melhorias e adaptações, virando verdadeiro fetiche
entre colecionadores e admiradores. Mas cada moto tem a cara de seu dono e
hoje existem motocicletas específicas para cada tipo de ocasião
e espírito aventureiro: estradeiras tipo easy rider (preparadas e personalizadas),
coustoms (de estrada), raccing (de corrida), turismo (de viagem), grand turismo
(grandes cilindradas de viagem), além das clássicas (originais
das décadas de 20 a 30), das antigas (conhecidas como as “pretinhas”)
e dos triciclos.
Na exposição os visitantes poderão admirar modelos clássicos:
as inglesas Ariel 500cc de 1949, Matcheless 500cc de 1951 e Royal Enfield
500cc de 1948; a tcheca Jawa 250cc de 1952; as alemãs Zundapp R-50
600cc de 1952, BMW R65/5 650cc e a DKW 320cc de 1938, a mais antiga da exposição,
além das japonesas Honda 750cc de 1974 e 1975 e uma Yamaha RD350cc
de 1983, conhecida como “a viúva negra”.
Mas as peças de ouro da exposição são as lendárias
americanas Harley Davidson de 1947 e uma Indian Motorcycle 750cc de 1942,
utilizada durante a II Guerra Mundial.
O superintende do Tivoli Shopping, Silas Kozlowski, aproveitou para convidar
a todos para visitar a exposição de motos. Os filhos podem aproveitar
o Dia dos Pais e admirar os modelos juntos.
Nem os rumores do fim definitivo da série levantaram a audiência
de “A Diarista” em seu último episódio deste ano,
exibido anteontem. O humorístico teve ibope abaixo da média
da temporada de 2007. Ficou com 23 pontos na Grande SP —cada ponto equivale
a 176 mil pessoas na região. A média era de 24 pontos.
A participação de televisores sintonizados na Globo (“share”,
no jargão técnico) foi de 37%. A média neste quesito
também costumava ser maior: 39%. Séries de TV costumam fechar
suas temporadas com audiência acima da média. “A Diarista”
encerrou em declínio.
A assessoria de imprensa da Globo não confirma a continuidade da série
no ano que vem, já que a grade de 2008 ainda está em aberto.
Para piorar, a Record negou, no mês passado, que esteja interessada
na humorista Cláudia Rodrigues. Segundo a coluna Zapping, a humorista
estaria ameaçando sair da Globo por conta de uma proposta da emissora
rival. A manobra pegou mal.
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