"Ídolos" deve audiência ao "Ídalos", diz jurado

"Devemos muito do sucesso do 'Ídolos' à turma do 'Pânico' (RedeTV!)." A frase é de Arnaldo Saccomani, um dos jurados da atração do SBT. Para ele, a paródia "Ídalos" --às vezes bastante agressiva-- colabora no Ibope de sua atração.
"Já falei com o Carioca [que interpreta Saccomani] e com o Emílio, que é meu vizinho. Não saberia quantificar isso, mas devemos muito do sucesso do 'Ídolos' à turma do 'Pânico'."
No humorístico, Saccomani vira "Arnaldo Sacomole". Seu personagem sempre é comparado com Gollum, uma figura nada simpática de "Senhor dos Anéis".
"Aprovo totalmente. É muito criativo", diz o produtor, que trabalhou com músicos como Tim Maia e Mamonas Assassinas.

2ª edição

Apesar de estar em sua 2ª edição, o programa ainda busca um vencedor que honre seu nome, como ocorreu nos EUA, no original "American Idol".
Nesta quarta-feira (8), duas das três finalistas do programa conseguirão vaga para a final. Disputam apenas mulheres: Thaeme Mariôto, Shirley Carvalho e Lenny Bellard.
"Foi como eu previ", diz Saccomani, referindo-se à afirmação de que uma mulher venceria o programa, dada em abril deste ano. Ele faz mais uma aposta: Shirley. "Ela vai arrasar, é diferente do Leandro [vencedor da 1ª edição que não emplacou no mercado]."
Quem vencer a atração terá como prêmio um contrato com a gravadora Sony/BMG para produzir um CD solo.


Elvis Presley está vivo e mora em Buenos Aires, diz revista

O mito de Elvis Presley, alimentado por dezenas de vozes e suposições sobre uma "segunda vida" em qualquer lugar do mundo, foi retomado devido à proximidade do aniversário de 30 anos de sua morte, em 16 de agosto. E agora há quem jure que o rei do rock n' roll esteja vivendo com um falso nome na Argentina.
A última edição da versão latino-americana da revista "Rolling Stone" reabriu o caso, alegando que há em Buenos Aires anúncios pelas ruas, colados nos postes de luz no estilo "Procura-se", com foto da estrela do rock.
O anúncio mostra Elvis como estaria hoje, com 72 anos, convidando qualquer um que tenha informações sobre ele para registrá-las numa página na internet.
Segundo a "Rolling Stone", Jorge Daniel Garcia, que em 1977 era soldado, conta que na base militar de Palomar (província de Buenos Aires), chegou de Memphis, nos Estados Unidos, um Boeing 747. Era o primeiro avião daquele tipo que aterrissava no país e havia uma limusine à espera de um homem.
A história contada pela revista é a de que, após a "morte oficial" de Elvis, um homem chamado John Burrows, com uma extraordinária semelhança com o cantor norte-americano, foi notado enquanto adquiria um bilhete aéreo para Buenos Aires. Elvis, dizem, usava aquele pseudônimo para viajar, e o teria usado para uma viagem ao Departamento Federal de Investigação (FBI) de Washington.
Foi naquela ocasião que, de acordo com diversas testemunhas, Presley encontrou em segredo o então presidente dos Estados Unidos, Richard Nixon, informando-o a respeito da conduta ilegal de outras celebridades da época e oferecendo os próprios serviços na luta contra as drogas.
Após anos de colaboração com os serviços secretos, Elvis foi "desaparecido" para salvar sua vida e transferido para a Argentina.
Segundo os que acreditam nessa tese, Elvis não estaria enterrado nos jardins de Graceland, sua casa em Memphis que se tornou um verdadeiro santuário do rock, como declarado oficialmente. Ele seria, na verdade, o protagonista de um dos programas para a proteção de testemunhas mais elaborados de todos os tempos.


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