Marcos Crivelaro
O Dia dos Pais foi criado em 1909 nos EUA. No início, não era
comum presentear o homenageado; no máximo ele recebia um cartão
feito pela família. Hoje sabemos que é diferente. O comércio
está com uma expectativa de que a compra de presentes pelos filhos
fique até 15% acima dos índices verificados no ano passado.
Por quê? Algumas das causas são a queda das taxas de juros, o
alongamento dos prazos de crédito e melhora da renda e do índice
de emprego. O varejo eletrônico também festeja o provável
incremento de 50% nas vendas, totalizando cerca de R$ 500 milhões.
Essa evolução ocorre, em grande parte, com a venda de presentes
de valores mais baixos (livros, CDs e DVDs, por exemplo) e maior facilidade
de pagamento via cartão de crédito ou boleto bancário.
No que diz respeito aos presentes, mudou a maneira de presentear (lembra-se
dos lenços, gravatas e pijamas?) e mudou a relação pai-filho.
Amigão ou super-herói, todo pai merece ser presenteado. Mas
é bom tomar cuidado na escolha do presente: presenteie de acordo com
seu bolso. Se possível, pague à vista ou em poucas prestações.
Só não poupe esforços para encontrar o presente conforme
o estilo do seu pai:
-Tecnológico: é sinônimo de presente atual. Os monitores
LCD e os notebooks estão com os preços em queda, o que significa
encontrar ótimas oportunidades.
-Sofisticado: vinho é uma grande paixão dos pais, especialmente
nos tempos de baixas temperaturas. A valorização do Real tornou
muito atrativo o consumo de vinhos importados. Os argentinos podem ser encontrados
por valores mais baixos. A promoção de vinhos portugueses e
italianos permite a degustação da bebida, elaborada com uvas
não cultivadas na América do Sul, por valores inferiores aos
dos vinhos finos nacionais.
-Esportivo: a bicicleta, além de ser um bom motivo para passeios ao
ar livre, também auxilia uma parcela significativa dos pais que a utilizam
para ir ao trabalho. Na mesma faixa de preço de uma bicicleta é
possível encontrar um tênis adequado para caminhar. Se pensar
em equipamentos para automóveis, preço equivalente é
encontrado em pneus, lavadora de alta pressão e auto-rádio com
MP3.
Todos esses presentes citados poderiam custar bem menos caso os impostos cobrados
fossem menores. Mais uma vez, setores da sociedade mobilizam-se para pressionar
o governo a reduzir a carga tributária do patamar de 35% para 30%.
No ano passado, a arrecadação tributária em todo o Brasil
atingiu a marca dos R$ 500 bilhões próximo ao Dia dos Pais.
Agora, em 2007, a marca foi atingida após 203 dias (dia 22 de julho),
com a possibilidade de ultrapassar R$ 900 bilhões até o final
do ano.
Considerando todos os impostos, a classe média é a mais onerada
pela carga tributária brasileira, tendo que trabalhar 156 dias, por
ano, só para pagar os tributos. Saber o peso dos impostos pode ser
um critério de escolha no momento da compra de presentes. Perfume importado
(52,40%), relógio de pulso (39,69%), câmera digital (38,24%),
tocador de MP3, CDs e DVDs (36,65%) são exemplos de produtos com elevada
tributação. Por outro lado, no caso dos livros, a incidência
de impostos é bem menor: 13,88%.
Marcos Crivelaro é professor PhD da FIAP - Faculdade de Informática
e Administração Paulista e da Faculdade Módulo e especialista
em matemática financeira.
Oswaldo Vicentin
O esporte e principalmente o futebol, sempre foi um acontecimento primordial
na união das pessoas e países inimigos. Um exemplo disso aconteceu
na CHINA. A China a pouco tempo era chamada de CORTINAS DE FERRO, tendo em
vista seu sistema que era incomunicável e não tinha relações
diplomáticas com os países democráticos, principalmente
os ESTADOS UNIDOS. Entretanto essa barreira começou a ser quebrada
a partir de uma simples disputa de Basquete e Tênis com os Estados Unidos.
Daí surgiu aos poucos as relações ou transações
comerciais. Hoje a China é a maior concorrente nas exportações
principalmente o Brasil
Todavia outro acontecimento surgiu à poucos dias, no noticiário
internacional. Foi no IRAQUE. Num lugar de onde só se ouve noticias
trágicas diariamente, com fanáticos religiosos se suicidando,
explodindo bombas levando tantas famílias e crianças inocentes;
fanáticos iraquianos , - Chiitas, Sunitas, todos pertencentes ao mesmo
Deus Alá, mas, sempre brigando, destruindo, matando! Nesse lugar foi
plantada uma semente que poderíamos chama - la de BOLA DE FUTEBOL!
Isso por que o IRAQUE tornou - se campeão da Ásia, ao derrubar
a Arábia Saudita,. Até tudo seria normal se não fosse
o fato de que o time do Iraque era composto dos inimigos fanáticos,
os quais se abraçaram entre choros, risos e gritos de alegria! Méritos
para o treinador que por sinal é o Sr. Feitosa brasileiro. Não
é muito, mas pode ser uma Luz no fim do túnel. É como
se fosse plantada uma semente chamada Bola. Uma semente da onde poderá
surgir uma árvore frutífera. Uma árvore chamada PAZ.
Um povo bonito, moreno, de expressão meiga, não pode continuar
com essa BABOSEIRA de guerra religiosa. TOMARA, daqui pra frente, tenha a
felicidade que nós barbarenses tivemos, na infância, juventude,
jogando, batendo bola em tantos campinhos. Um campinho chamado " pastinho
do Garrido" onde eu e meu grande amigo Ignácio íamos todas
as tardes após sair dos trabalhos. Um campinho simples no final da
Rua 15 de Novembro.. Um campinho com duas traves fincadas, onde brincávamos
com pés descalços, chutando toceiras, com com direito ao estralar
das canelas! Lá estávamos nós, as famílias Sacheto
Parazzi, Bortoleto, Delapiaza, Martins, Predrozo, Pressuto, Prezoto, Batagim,
Brugheroto, Padovese, os baianos, Paraná. Eu e o Ignacio chegávamos
primeiro. Ali para nós era um "pedacinho do Céu" onde
uníamos num ambiente de Paz e Harmonia, nas tardinhas saudáveis
ouvindo o som divino da "Ave Maria" tocada do alto da torre da Igreja.
Nosso amigo Ignácio Aparecido Camargo Pedroso foi chamado por Deus
à poucos dias. Mas deixou a recordação de um bom companheiro,
amigo, leal, extrovertido, brincalhão, e acima de tudo exemplo de amor
e solidariedade para com todos nós. Nossas profundas condolências
à esposa Aurora, à todos familiares. Mas temos a fé em
nossos corações de que o Ignácio, está feliz nos
braços de Deus onde um dia nos encontraremos. AMEM.
Oswaldo Vicentin é colaborador
email: editor@diariosbo.com.br