REFLEXÃO
O problema é que não incluímos Deus em nossas conversas e planos. Tudo pode dar errado a partir dai.


SEM PROGRAMA
Devido a compromisso assumido de última hora, o prefeito Zé Maria não realizou ontem seu programa semanal pela emissora oficial.


AGITADO
Ontem pela manhã os meios policiais da cidade e região, estiveram agitado. Policiais federais e policiais do DIG de Piracicaba estiveram realizando diligências. No caso dos federais estavam em busca da organização criminosa que recebia valores referentes à revisão de aposentadoria devidos pelo INSS. Três pessoas foram presas. Na zona leste da cidade, investigadores de Piracicaba realizaram uma blitz em ferros-velhos e um comerciante acabou sendo preso.


CONSUMIDOR
A turbulência no mercado financeiro, aliada ao desastre do vôo 3054 da TAM, derrubaram o humor do consumidor de maior poder aquisitivo. Segundo informou ontem a Fundação Getúlio Vargas (FGV), o Índice de Confiança do Consumidor (ICC), que subiu 1% em agosto ante julho, teve queda de 3,3% entre os consumidores mais ricos, com renda familiar acima de R$ 9.600, no mesmo período. Na análise do indicador por faixas de renda, foi a única queda de confiança registrada em agosto, entre as quatro pesquisadas pela FGV para cálculo do índice - as outras três apresentaram resultado positivo. Segundo a fundação, essa queda na confiança foi mais intensa em São Paulo - cujo ICC caiu 0,5% em agosto, com taxa negativa de 6,4% na confiança dos consumidores paulistanos com faixa de renda familiar acima de R$ 9.600. Ao detalhar as causas desse cenário, o coordenador de Sondagens Conjunturais do Instituto Brasileiro de Economia (Ibre) da FGV, Aluisio Campelo, considerou que a população com renda mais abastada, normalmente, é a que tem maior número de aplicações no mercado financeiro, que foi o setor mais atingido pela crise originada do mercado hipotecário nos Estados Unidos.


CORRERIA
Estamos há 37 dias do prazo final para filiação partidária daqueles que pretendem disputar as eleições municipais de 2008. A correria tem sido intensa por parte dos líderes partidários tentando retirar alguns de certos partidos para transferir para outros. Muita gente conhecida está sendo convidada para disputar uma cadeira no legislativo local. Alguns que nunca disputaram qualquer eleição já aceitaram.


TRIBUTOS
O primeiro debate entre economistas brasileiros no Congresso Internacional de Derivativos e Mercado Financeiro, da BM&F, em Campos do Jordão, concentrou a discussão da alta carga tributária brasileira como impedimento de médio e longo prazo para o desenvolvimento do país. Diferentemente dos economistas estrangeiros que participaram do evento, a crise nos mercados financeiros desta vez ficou um tanto à margem do debate. O ex-ministro das Comunicações, Luiz Carlos Mendonça de Barros, disse que o governo Lula perde uma oportunidade única de baixar a carga tributária sem um custo alto para a sociedade e a economia. "Só haverá reforma tributária se diminuírem os gastos federais. Não adianta falar em reforma tributária com a criação, por exemplo, do IVA [Imposto sobre o Valor Agregado] porque ele teria de ter alíquota de 50% e ninguém vai querer cobrar 50% do consumidor", disse. Ele afirmou que essa omissão terá seu preço em um futuro não muito distante quando o país não tiver as mesmas condições favoráveis para manter um crescimento de 4% a 5% ao ano. Para Barros, a redução da carga tributária passa pela discussão da redução dos gastos públicos --hipótese a que o governo Lula não dá qualquer sinal de consideração.