
Material roubado em chácara foi recuperado
Ontem à tarde os policiais militares Laureano e Rodival prenderam
Samuel Alves Felisberto, 23 anos, Luis Carlos F.Silva Sampaio, 22 anos e Arnaldo
Ferreira, 43 anos por roubo e Acrisio Muniz, 63 anos, acusado de receptação
de produtos furtados.
Conforme relatou Joel Montanari, este possui uma chácara na Rua Juvenal
Alves Correa no Parque Eldorado. Na terça-feira entraram no local e
furtaram duas portas e uma grade de um depósito de recicláveis.
Já ontem pularam muro, arrombaram porta e mediante ameaça levaram
panelas. Ele avisou a polícia que foi até o Vista Alegre e detiveram
Luis e Samuel. O material furtado-portas e grade estavam de posse de Acrisio.
Os acusados negaram a autoria do crime. Um Termo Circunstanciado de Ocorrência
(TCO) foi elaborado contra A.J.R que teria comprado as panelas furtadas.
O delegado de Polícia Seccional Paulo Jodas esteve ontem em Santa
Bárbara d'Oeste realizando as últimas correições
nas unidades policiais do Município. Acompanhado de escrivães
da Seccional, Jodas visitou 1º, 2º e 3º Distritos Policiais.
“Tudo normal, tudo normal”, disse ele ao final.
As correições são realizadas semestralmente nos distritos
policiais, Ciretran e Cadeia pública.
Uma colisão envolvendo uma motoneta Biz e um Fiat Uno ocorreu às
19h10 de terça-feira no cruzamento da Rua Pais de Gales e Avenida Alfredo
Contatto, zona leste.
Fernanda M. Silva, 29 anos, moradora no bairro Cidade Nova dirigia o veículo
Uno, placas DTR 1772 na Rua Pais de Gales e ao cruzar com a Avenida Alfredo
Contatto, parou e não viu a motoneta Biz, placa DHL 7536 pilotada por
Valtair Madureira Santana, 26 anos.A colisão foi frontal e o piloto
da Biz foi socorrido pela Unidade de Resgate dos bombeiros até o Pronto
Socorro Municipal.Consta no boletim que o piloto da motoneta não possuía
CNH.
Ontem de manhã esteve no 1º Distrito Policial, Neusa Rogério
Fernandes, moradora a Rua Goiás, na Vila Brasil registrando queixa
do desaparecimento do seu filho.
Ela relatou que na terça-feira, seu filho Luis Carlos Fernandes, 33
anos, que é caminhoneiro carregou o caminhão para realizar uma
viagem para o Mato Grosso. Neusa precisou sair e ao retornar não mais
encontrou Luis Carlos.Só que a sua mala ficou na sala e o caminhão
defronte da sua residência. Ela não sabia o motivo do seu desaparecimento.
Às 22h40 de anteontem os guardas civis Prestes e Divaldo foram solicitados
por um motociclista que após um desentendimento no trânsito ,
um indivíduo conduzindo o Gol, placas DIY 8078 apontou-lhe um revólver.
Enquanto a vítima dialogava com os guardas, o Gol passou e foi acompanhado
pela viatura até a Rua Natal.O condutor era A.C.S, 40 anos, morador
no bairro Planalto do Sol.Numa revista no interior do carro, foi encontrado
sob o banco dianteiro um revólver calibre 38 com seis cartuchos.
O acusado de porte ilegal de arma alegou que havia adquirido o revólver
para sua defesa pessoal.Foi autuado em flagrante e recolhido na cadeia pública.
Com 15,3 milhões de pistolas e armamentos de pequeno calibre, e taxas
de homicídio por armas de fogo que ultrapassam as de alguns países
em guerra, o Brasil tem o oitavo maior arsenal de armas leves do planeta.
É o que diz a Small Arms Survey, um centro de pesquisa do Instituto
de Altos Estudos Internacionais de Genebra, financiado por países industrializados.
Em seu relatório anual, divulgado esta semana, o centro destaca a explosão
da violência armada no Brasil, que atribui a uma urbanização
descontrolada, aliada à desigualdade social e impunidade persistentes.
Estima que só 10% dos homicídios são julgados e condenados
e aponta a polícia do Rio de Janeiro como envolvida em tráfico
de munições que alimenta a violência extrema na cidade.
Para a entidade, o tráfico de drogas, disponibilidade de armas, os
lucros com atividades criminosas, o deslocamento social e a impessoalidade
nas grandes cidades são capazes de despertar conflitos urbanos no Brasil
e outros países
Não é guerra civil, mas a explosão da violência
por armas de fogo no Brasil chega a tal ponto que supera a de países
quando em guerra na América Latina ou África, afirmou o diretor
do projeto, Keith Krause. Pelos cálculos da entidade, os homicídios
por armas de fogo no Brasil triplicaram em 20 anos: eram sete por 100 mil
habitantes em 1982, e passaram para 21 em 2002. O brasileiro pode ser até
o homem cordial, mas nove entre 100 dispõem de pistolas e outras armas
leves - o campeão mundial são os Estados Unidos, com 90 armas
por cem civis.
No país, os homens correm 17 vezes mais perigo de serem mortos pela
violência armada nas áreas urbanas do que as mulheres (a diferença
diminui nas zonas rurais). Os jovens representam a população
que mais corre perigo, sobretudo os que estão desempregados e abandonaram
a escola. Famílias que têm um só dos pais são igualmente
afetadas e os negros são mais vítimas que os brancos.
O Brasil continua a ser o campeão mundial em mortes por armas de fogo
em termos absolutos , segundo a brasileira Ilona Szabo de Carvalho, do Programa
de Segurança Humana do Viva Rio, que faz pesquisa no Small Arms Survey.
De 45 mil homicídios no país em 2004, 36 mil são atribuídos
à violência armada. Recife seria a capital mais violenta do país,
com 56,5 mortos por 100 mil habitantes, seguida de Cuiabá (48,4) e
Rio de Janeiro (43).
A ex-estagiária da empresa Petrocoque, de Cubatão, Carolina
de Paula Farias, de 24 anos, foi condenada ontem a 30 anos e 4 meses de prisão
pelo assassinato da colega Mônica Tamer Cruz de Almeida, de 42 anos,
em dezembro de 2005, com o objetivo de ser efetivada na empresa. O julgamento
terminou às 2h10 da madrugada de ontem no Fórum de Santos, no
litoral sul paulista, depois de mais de 16 horas de sessão.
Carolina foi acusada também de tentar matar a ex-mulher do seu chefe,
Maria Aparecida de Campos, em setembro de 2005, para ficar mais próxima
do então amante, e outra colega de trabalho, Renata Boreli, de 25 anos,
em novembro do mesmo ano.
Durante o depoimento, Carolina alegou que foi obrigada a confessar o assassinato
durante o inquérito. Mônica foi executada a tiros quando saía
de sua casa, em Santos, para trabalhar. Outras quatro pessoas envolvidas nos
crimes estão presas.
A família de um aluno de 10 anos pede R$ 100 mil em uma ação
contra a prefeitura de Jaú, por suposto constrangimento que o menino
sofreu na Escola Municipal Professora Maria de Lourdes Camargo Mello. De acordo
com a denúncia, a professora, cuja identidade é preservada,
alegando mau comportamento, aplicou à criança o castigo de chupar
chupeta e mamadeira e vestir trajes femininos. A criança também
não teve seu nome divulgado.
Assim que o castigo foi denunciado, em abril, a professora foi afastada do
trabalho e foi realizada uma sindicância administrativa que, segundo
o secretário dos Negócios Jurídicos da Prefeitura, Adilson
Roberto Batocchio, concluiu não ter ocorrido o constrangimento do aluno.
Sem a constatação de irregularidade, a professora não
recebeu punição, voltou ao trabalho e a sindicância foi
arquivada. O inquérito policial deverá ser concluído
em breve, fornecendo elementos para o andamento da ação judicial
na 2ª Vara da Comarca de Jaú.
O tribunal do Júri de Marilia, absolveu a dona de casa Márcia
Regina Trecente, de 36 anos da acusação de tentativa de homicídio
qualificado. Ela foi presa em flagrante em abril do ano passado depois de
jogar gasolina e atear fogo à cama onde dormia o seu companheiro, Marcelo
Luiz de Souza, de 29 anos.
Márcia e Marcelo estavam vivendo juntos há cinco meses, numa
casa do bairro Nova Marilia, na zona sul da cidade. Na madrugada do dia 30
de abril de 2006, ela chegou em casa acompanhada da filha e encontrou Marcelo
com outra mulher. Ela discutiu por aproximadamente uma hora com o companheiro
e mandou que ele fosse embora de casa. Porém, ela acabou concordando
que ele ficasse até amanhecer o dia. Mas, revoltada com o ocorrido,
foi até a moto da vítima, cortou a mangueira de combustível
e retirou a gasolina que usou para espalhar na cama e atear fogo.
Marcelo passou alguns dias internado. Márcia esteve presa e o processo
tramitou. O Ministério Público pedia sua condenação
por tentativa de homicídio agravada por motivo fútil e impossibilidade
de defesa da vítima. Mas a defesa conseguiu convencer os jurados de
que a mulher não tinha a intenção de matar o companheiro,
pois não jogou a gasolina diretamente em seu corpo e nem usou contra
ele a faca com que cortou a mangueira da moto. Resultado: desclassificada
a tentativa de homicídio, Márcia acabou condenada a cumprir
2 anos e oito meses em regime aberto, por lesão corporal dolosa. Ela
saiu direto do fórum para sua casa.
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