REFLEXÃO
A vinda de Jesus será inesperada, pois ninguém sabe a hora; mas é esperada por aqueles que a desejam.


LEI DE INCENTIVOS
Perante empresários, comerciantes e sindicalistas que colaboraram e muito na aprovação junto a Câmara, ontem a tarde o prefeito Zé Maria assinou a lei de incentivo ao desenvolvimento da cidade no saguão do paço municipal. Espera-se que com essa lei possamos atrair mais indústrias e com isso diminuir sensivelmente o alto nível de desemprego que impera na cidade. A atual administração entra em seu último ano e terá que conseguir atrair empresas, o que foi difícil nos últimos três anos.


ENCONTRO
Hoje a tarde no ECB, o departamento social da Associação Paulista de Medicina (APM) promove uma confraternização de entre os médicos associados e familiares marcando o final de 2007. O presidente da APM local, Sérgio Zurita considera o balanço do ano como positivo, em conquistas sociais e espera em 2008 com a conclusão das obras do salão de festas da sede, ampliar as realizações.


COMÉRCIO
Quem ainda não adquiriu os presentes de Natal, terá amanhã, durante o dia para faze-lo no comércio de Santa Bárbara. As lojas irão permanecer abertas até as 18 horas.


ELEIÇÕES
O presidente do Senado, Garibaldi Alves (PMDB-RN), admitiu ontem que a votação da reforma tributária pode ser prejudicada pelas eleições municipais de 2008. O senador disse que a discussão no Congresso terá de ocorrer no primeiro semestre do ano que vem, já que as eleições ocorrerão em outubro. "A reforma tributária só poderia avançar no primeiro semestre, porque no segundo não é possível diante das eleições municipais." O senador também defendeu o diálogo entre governo e oposição para um eventual acordo que permite o retorno da CPMF (Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira) no ano que vem. "Eu acho que devemos ter uma saída para esse impasse que não resulte no sacrifício da população e no corte dos investimentos. Eu sou a favor de solução, estou pronto para colaborar com o acordo." O líder do PSDB no Senado, Arthur Virgílio (AM), já sinaliza com a possibilidade de negociar com o governo para o retorno da CPMF em 2008 desde que possam negociar a partir de janeiro mudanças na estrutura da contribuição. Garibaldi defendeu que, sem a CPMF, o governo priorize os programas sociais para evitar perdas à população. O senador também disse que o país não pode abrir mão de uma política de combate à inflação sem a CPMF.


AJUSTES
Os bancos não terão problemas para deixar de cobrar a CPMF a partir de 1º de janeiro, de acordo com a decisão tomada esta semana pelo Senado Federal. As instituições financeiras terão simplesmente que deixar de rodar o programa que registra o pagamento da CPMF nas contas dos seus clientes. É um ajuste simples, mais fácil do que o realizado para gerar o programa especial para cobrança da contribuição. Para este ajuste não haverá custo algum por parte das instituições, lembrou um assessor da Federação Brasileira de Bancos (Febraban). Nos bancos, uma discussão nas últimas horas, é de como a Receita Federal do Brasil vai fazer para continuar cruzando as informações de movimentações financeiras das pessoas.


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