
Crack, cocaína foram apreendidos com rapazes e moça acusados de tráfico
Duas pessoas por tráfico de drogas e outra por falso testemunho foram presas na madrugada de ontem em flagrante pela delegada Jacira Mendonça de Oliveira.
DENÚNCIA - Ao checar uma denúncia de trafico de drogas numa residência da Rua Panamá na Vila Sartori, nos primeiros minutos da madrugada de ontem, os policiais militares Santos e Jéferson, na garagem da casa abordaram L.R.S, 19 anos, do Jardim Conceição e próximo dele estavam dois papelotes de cocaína.Em seu poder os soldados apreenderam 95 reais em dinheiro.Do outro da rua estava a jovem S.N. 18 anos, seu namorado e um adolescente de 16 anos.Com a moça foram encontradas nove pedras de crack e uma porção de maconha.Já na casa dela, no interior do seu quarto, os PMs localizaram em uma pequena escrivaninha 78 pedras de crack e em outra 13 papelotes de cocaína. Ela alegou que estava guardando a droga a pedido dos outros indivíduos. Mas eles negaram essa versão.Foram apreendidos ainda três telefones celulares.
Todos foram conduzidos ao plantão policial, onde a delegada Jacira autuou a jovem S.N e L.R.S por trafico e associação para o tráfico.
FALSO TESTEMUNHO - No decorrer do flagrante em plena madrugada, J.A.S, 22 anos, namorado da acusada de trafico, após prestar depoimento recusou-se a assinar o termo,passando a agir de forma arrogante ,questionando toda a ação policial e que não daria esclarecimento algum.A delegada Jacira Mendonça então o autuou em flagrante por falso testemunho ,sendo o mesmo recolhido a cadeia.A jovem foi levada para o presídio feminino de Monte Mor.
Fábio Toledo Andrade, 29 anos, ajudante geral, morador no Jardim Bartira em Piracicaba foi autuado em flagrante ontem de manhã pelo delegado Gelson de Oliveira Barreto, no 1º DP por tentativa de furto.
As 3h40 da madrugada os guardas civis Almeida e Domingos foram acionados a comparecerem até o bar localizado a Rua 13 de Maio, na Vila Aparecida, onde segundo a vítima A.M.S, 25 anos, comerciante, haviam indivíduos no interior do bar.
Ao ingressarem no estabelecimento, os guardas surpreenderam Fabio, o qual tentou se evadir, sendo detido.
Ele havia adentrado ao bar, após destelhá-lo e abrir um buraco no forro. O piracicabano já estava de posse de R$ 65,30 em moedas e dois maços de cigarros. Foi conduzido ao presídio local e será transferido para o Centro de Detenção Provisória (CDP) de Americana.
O Tribunal de Justiça de São Paulo autorizou a liberação do delegado Pedro Luiz Pórrio e do investigador Antônio Curci, que estavam presos acusados de extorquir e torturar um suspeito de tráfico na cidade de Campinas. Os dois policiais deixaram o presídio da Polícia Civil da Capital na noite de segunda-feira, depois que a Justiça considerou que não há indícios para manter a prisão preventiva dos policiais.
O Ministério Público de Campinas acusa os policiais civis de terem liderado o grupo que agrediu o acusado de tráfico, a irmã e um eletricista que estavam em uma casa do bairro Gargantilha. A ação foi descoberta através de uma escuta telefônica. Os delegados da Corregedoria foram ao local e encontraram R$ 35 mil escondidos em uma viatura da polícia de Osaco. O carro do acusado de tráfico também tinha sido pego pelos policias.O delegado Pedro Luiz Pórrio é suspeito ainda de extorquir um R$ 1,6 milhão do traficante colombiano Juan Carlos Abadia. Os policiais negam as acusações.
O casal Maria Celes de Oliveira e Kleber dos Santos Altafin foram detidos ,ontem e acusados de espancar o menino Bruno Lucas Gomes Altafin de apenas 5 anos que morreu antes de receber atendimento.
Por volta das 5h30, o casal acionou uma viatura da Samu alegando que o menino não estava bem de saúde. Mas quando foi atendido ele estava sem vida. Ele se encontrava na cama apresentando hematomas por todo o corpo.
A polícia teve que retirar o casal o local, pois os vizinhos revoltados com o crime ameaçavam linchá-los.
Análise inicial no corpo do menino Bruno, feita por legista do Instituto Médico Legal (IML), apontou que a criança morreu em decorrência de uma infecção no estômago. A tese foi levantada após a necropsia que foi acompanhada, pelo delegado seccional Paulo Tucci, e pelo delegado Oswaldo Diez Júnior, do Setor de Homicídios. Vísceras foram retiradas do garoto e enviadas para análise mais detalhada.
Cerca de 15 mil detentos de 13 presídios de regime semi-aberto do Estado de São Paulo começam a ser soltos para passar as festas de Natal e ano novo em casa com a família. O benefício é previsto na Lei de Execuções Penais.
O período que cada detento poderá ficar longe das celas será determinado pela Vara de Execuções Criminais da comarca responsável pelo presídio. O benefício, porém, é de pelo menos cinco dias. Quem não retornar no prazo estipulado pela Justiça será considerado foragido do sistema prisional.
Segundo a Secretaria da Administração Penitenciária (SAP), 14.323 detentos foram beneficiados com a saída temporária em igual período no ano passado. Desse total, 974 (6,81%) não retornaram. Esse número de fugitivos é suficiente para lotar um Centro de Detenção Provisória (CDP), que tem capacidade para 768.
No Estado, os presidiários do regime semi-aberto podem sair temporariamente em cinco datas: Natal e ano-novo; Páscoa; Dia das Mães; Dia dos Pais; Dia das Crianças ou Finados. Autoridades do sistema prisional garantem que apenas os detentos com bom comportamento são beneficiados.
O Presídio Dr. Edgar Magalhães Noronha, em Tremembé, é uma das maiores unidades do Estado de regime semi-aberto e abrigava, no início do mês, 1.100 detentos.
Na capital paulista, uma das maiores unidades de regime semi-aberto é a Penitenciária Feminina do Butantã, na Zona Oeste, que abriga 700 mulheres. Grande parte será beneficiada com a saída temporária de fim de ano.
O município de Franco da Rocha, na Grande São Paulo, é sede de duas unidades de regime semi-aberto. Segundo agentes penitenciários, os dois presídios abrigam, juntos, pelo menos 1.500 detentos. “No fim do ano, saem quase todos. Os presídios aqui se tornam fantasmas”, contou um funcionário do sistema prisional paulista.
O laudo divulgado ontem pelo Instituto Médico Legal (IML) de Bauru revela que o corpo do adolescente Carlos Rodrigues Júnior, de 15 anos, apresentava 30 ferimentos causados por choque elétrico e escoriações na face e no tórax. A causa da morte foi definida como “eletroplessão”. Ele foi morto na madrugada de sábado, quando seis policiais militares invadiram sua casa para prendê-lo sob a acusação de ter roubado uma moto.
O médico Ivan Segura, diretor do instituto, disse que dois dos ferimentos causados por choque são na região mamária e conduziram a corrente direto ao coração, provocando a arritmia seguida de morte. O promotor João Henrique Ferreira, presente à reunião de divulgação do laudo, disse que há apenas uma dúvida: se denunciará os policiais por “homicídio com tortura” ou “tortura com resultado homicídio”, mas não lhe resta dúvida de que a vítima foi torturada e isso causou sua morte.
O delegado seccional, Donizetti José Pinezzi, afirmou que a Polícia Civil abriu inquérito para apurar em que situação ocorreu a morte do menor e esclarecer outros pontos que se tornaram secundário no caso. São eles o surgimento de um tijolo de 350 gramas de maconha no quarto do rapaz, informado pelo PMs após sua morte, e detalhes de sua suposta participação no suposto furto da moto que desencadeou a ocorrência policial e foi encontrada no quintal da casa da vítima.
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