REFLEXÃO
Natal é deixar a luz brilhar em nossos corações, e não apenas nas decorações natalinas.


ABRE HOJE
Para quem ainda não adquiriu os presentes para este Natal, o comércio barbarense estará abrindo normalmente hoje, domingo. Tanto na região central, como na zona leste os estabelecimentos irão permanecer abertos até o final da tarde. Uma ótima oportunidade para fazer compras. Amanhã também o comércio estará aberto normalmente.


REVITALIZAÇÃO
A Secretaria Municipal de Meio Ambiente segue realizando a revitalização do canteiro central da Avenida Santa Bárbara, principal ligação entre SB e Americana. Coqueiros estão sendo plantados, além de grama será plantada no local. Para evitar que coqueiros caíram, estão agora sendo amarrados.


CERCAMENTO
Se dentro de cinco dias não ocorrer recursos, a empresa Construtora Ribeirânia será a habilitada para realizar as obras de cercamento do prédio da Câmara Municipal de Santa Bárbara. O valor estimado da obra é de R$ 313 mil.


BANDA LARGA
Conselho Diretor da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) aprovou proposta de alteração do Plano Geral de Metas para a Universalização (PGMU). Ao invés de instalar postos de serviço de telecomunicações, como estava previsto, agora as empresas de telefonia fixa terão que implantar infra-estrutura de banda larga em todos os municípios brasileiros até 2010.Segundo a superintendente de Universalização da Anatel, Enilce Versiani, a nova proposta é muito mais vantajosa para a população. No planejamento original, as operadoras de telefonia se comprometiam a instalar 8.461 Postos de Serviços de Telecomunicações, cada um deles com quatro telefones públicos e quatro computadores ligados à internet. Com a mudança, 3.570 municípios sem banda larga passarão a contar com o serviço até 2010. Segundo o conselheiro da Anatel, Pedro Jaime Ziller de Araújo, a implantação da banda larga ocorrerá em duas fases. Na primeira, prevista para o período de janeiro de 2008 a dezembro de 2010, as concessionárias de telefonia fixa se comprometem a instalar os troncos de banda larga até a sede dos municípios.


SUPERÁVIT
O superávit do governo central (Tesouro Nacional, Previdência Social e Banco Central) alcançou R$ 65,943 bilhões em 2007, o equivalente a 2,83% do PIB (Produto Interno Bruto), um crescimento nominal de 20,59% em relação ao mesmo período do ano passado (R$ 54,682 bilhões). Assim, o governo amplia a folga sobre a meta de 2007, de R$ 53 bilhões. No mesmo período do ano passado, o superávit --que é o esforço para o pagamento de juros-- do governo central era equivalente a 2,57% do PIB. O Tesouro contribuiu para o resultado acumulado do ano com um superávit de R$ 107,56 bilhões. O déficit do Banco Central foi de R$ 630 milhões, e o da Previdência, de R$ 40,99 bilhões. O superávit do país inclui ainda a economia feita pelo por Estados, municípios e estatais, cujos dados saem nesta semana. Até outubro, a economia para o pagamento de juros atingiu, até outubro, R$ 106,57 bilhões. A meta de superávit para o ano é de R$ 95,89 bilhões, o equivalente a cerca de 3,8% do PIB.


DIMINUIR
A população brasileira vai começar a diminuir a partir de 2060, estimou ontem o presidente do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), Eduardo Pereira Nunes. Segundo ele, o ritmo de crescimento da população vem se reduzindo ao longo dos anos, e essa tendência será mantida daqui para frente. "O número de brasileiros está crescendo, mas a velocidade de crescimento é menor do que estávamos projetando. Até 2060, o Brasil continuará crescendo em termos absolutos, porém, com redução da fecundidade. A partir de 2060, população chegará a seu número máximo, em torno de 260 milhões de brasileiros, e começará a decrescer, mantidos os parâmetros atuais de fecundidade e de mortalidade", afirmou. Na década de 90, o ritmo de crescimento da população era de 1,64%. A taxa atual é de 1,20%, abaixo dos 1,40% estimados anteriormente pelo IBGE. Nunes ressaltou que a Contagem da População confirma a tendência de envelhecimento da população. Isso resultará, na visão do especialista, em implicações do ponto de vista do mercado de trabalho, da medicina e da Previdência. Ele observou que novas questões serão colocadas para as políticas públicas do Estado brasileiro.


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