REFLEXÃO
O cristão não é enviado ao mundo para fazer proselitismo, mas para servir o próximo em nome de Cristo.
EMENDA
A oposição pretende apresentar uma emenda no projeto que concede abono salarial de R$ 150 aos servidores municipais. O projeto de autoria do executivo será apreciado na quarta-feira em sessão extraordinária na edilidade. A emenda prevê que o abono seja de R$ 300.Logicamente que o prefeito deve vetar, pois os vereadores não tem autonomia para reger em questões financeiras. Os oposionistas alegam que o prefeito está gastando com publicidade e poderia dar um abono maior.
BANCOS
Hoje segunda-feira, véspera de Natal, as agências bancárias estarão abertos das 8h às 10 horas. Amanhã, e nos dias 30,31 e 1º de janeiro as agências irão permanecer fechadas. O comércio abre hoje em horário normal e na quarta-feira após 12 horas.
CREDIÁRIO
As portas do crediário estiveram escancaradas o ano inteiro para financiar o consumidor. Neste Natal, não é diferente. Da televisão de plasma de 42 polegadas ao kit tradicional da ceia, quase tudo pode ser comprado a prazo. Se, de um lado, esse fenômeno dá combustível à economia, de outro, não deixa de ter sua parcela de risco, pois pode significar mais inadimplência lá na frente. Para a prestação caber no bolso, o varejo tem oferecido variadas opções. Há parcelas a perder de vista, que ainda estarão sendo pagas nos próximos Natais, e o crediário em prazos reduzidos para evitar, por exemplo, que o custo da ceia se torne indigesto. O volume total de crédito para o consumidor atingia em outubro R$ 234,8 bilhões. O valor representa um crescimento de 22,4% no ano e de 24,2% em relação a outubro de 2006, segundo a Associação Nacional dos Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade (Anefac), com base nas informações do Banco Central (BC). "Sem dúvida, a oferta de financiamento cresceu muito e pode subir mais em 2008. O crédito no Brasil representa 34% do PIB, pouco na comparação com outros países", diz o vice-presidente da Anefac, Miguel José Ribeiro de Oliveira.
CPMF
Em seus dez anos de existência, a Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira (CPMF) injetou R$ 102 bilhões no Orçamento da União especificamente para a saúde. O valor, equivalente a 38% das fontes de recursos da pasta, pouco ajudou para a melhoria do atendimento. Ainda hoje, 13 milhões de hipertensos e 4,5 milhões de diabéticos não têm acesso ao Sistema Único de Saúde (SUS). Situação semelhante é enfrentada pela legião de pacientes de tuberculose, malária e hanseníase. Estima-se que 25% dos portadores dessas doenças estão sem tratamento. Além disso, 10 milhões de obesos não são atendidos de forma adequada no sistema público.A estrutura também deixa a desejar. O número de aparelhos para exames de mamografia ou para tratamento de radioterapia é insuficiente em várias partes do País. Pela estimativa do Ministério da Saúde, 90 mil brasileiros por ano ficam na fila aguardando vaga para radioterapia. Cerca de 1 milhão de pessoas com deficiências estão na fila esperando próteses.Outro problema é o valor defasado pago para consultas médicas. Para fazer um parto, por exemplo, o SUS repassa para serviços R$ 354. Na rede particular, o mesmo procedimento tem remuneração de R$ 748. A defasagem na tabela foi um dos estopins da grave crise dos serviços registrada há poucos meses no Nordeste. Por todo o País, dramas do caos na saúde se repetem diariamente.
NÃO CIRCULA
O Diário não irá circular nesta terça-feira e quarta-feira. Retorna com sua edição normal na quinta-feira. BOM NATAL A TODOS.
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