REFLEXÃO
Em certos casos, só um transplante resolve. Retirar o coração de pedras e colocar um de carne.


RETROSPECTIVA I
O ano de 2007 que esta se encerrando, foi agitado pelos lados da Câmara Municipal. Começou com a nova mesa diretora apoiada por 7 vereadores, sob o comando de Raimundo Itaberaba. Esse mesmo grupo liderou a cassação do ex-presidente Sergio Camargo, que chegou a renunciar ao cargo devido as denuncias de compra de passagens aéreas. Foi formada uma Comissão Especial de Inquérito (CEI) para apurar a construção do prédio da Câmara Municipal. Começou então o desentendimento entre os integrantes da mesa diretora que encerra 2007 totalmente rachado. De um lado Raimundo e Juca e do outro Gilmar e Mercedes. Um dos motivos dessa briga seria a procuradora jurídica Luciana Cia.Itaberaba já adiantou que não demite Luciana.


RETROPESCTIVA II
Pelos lados da prefeitura, o ano de 2007 começou com a queda de trecho da Avenida Santa Bárbara, causando problemas no transito da cidade. O chefe do executivo fez mudanças na sua equipe neste ano. Trouxe o vereador Adegas Junior para ser secretario de meio ambiente. Designou o advogado Jorge Silva para secretaria de negócios jurídicos. O ponto de destaque foi a aprovação de projeto que estimula a vinda de novas empresas e geração de empregos para a cidade.


2008
O novo ano começa com a atenção dos políticos voltada para as eleições municipais de outubro. Já a partir dos primeiros meses de 2008, as articulações serão intensificadas. Hoje pode-se garantir que temos três candidatos a prefeito definidos: Zé Maria, Mario Heins e o Padre Marcos. Será que teremos surpresas e o lançamento de mais candidaturas? Políticos da zona leste falam em lançar um candidato.


DISPUTA
Uma disputa de bastidor entre os ministros Dilma Rousseff (Casa Civil) e Celso Amorim (Relações Exteriores) tem emperrado a decisão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva de abrir os arquivos oficiais da época da ditadura militar (1964-1985) e de estipular novas regras para acesso a documentos públicos confidenciais. Dilma lidera um time de auxiliares de Lula que defende o fim do chamado sigilo eterno --possibilidade de manter indefinidamente em segredo documentos considerados ultra-secretos. Já Amorim sustenta uma posição que o Itamaraty defende desde o governo do tucano Fernando Henrique Cardoso (1995-2002): manter em segredo documentos que se referem à demarcação de fronteiras do Brasil com países vizinhos ao final da Guerra do Paraguai (1864-1870). Como Lula deseja tomar uma decisão para acesso a documentos oficiais de todos os períodos históricos do Brasil, o veto de Amorim emperra uma saída e, por tabela, a divulgação de arquivos da ditadura de 1964. O Itamaraty recomenda que uma nova regra para acesso a documentos públicos mantenha veto aos arquivos da Guerra do Paraguai. Amorim e diplomatas sustentam que a divulgação desses arquivos poderia criar novas crises diplomáticas.


FELIZ ANO NOVO
Toda a equipe do Diário deseja a seus leitores, anunciantes um feliz ano de 2008, com muita Paz e saúde. Retornaremos com nossa edição normal, na quinta-feira.


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