O diretor da série “Mad Max”, o australiano George Miller,
62 anos, pretende voltar a levar às telas o herói, mas desta
vez será sem seu intérprete original, Mel Gibson, que ele acha
muito velho para o papel.”Não será Mel. Ele tinha pouco
mais de 20 anos quando fez o primeiro filme, em 1979. Agora está muito
mais velho [tem 51 anos] e sua paixão é dirigir filmes”,
disse Miller, citado pela agência australiana AAP.
Miller, que acaba de receber o Oscar de melhor animação por
seu filme “Happy Feet - O Pingüim”, ainda não decidiu
quem substituirá Gibson no papel. O novo Max Rockatansky será
um ator jovem, com potencial para ser um astro, disse o cineasta, sem citar
possíveis candidatos.
”Tenho vários projetos em mente, um deles de animação,
mas quero fazer outro 'Mad Max' e me envolver de corpo e alma no projeto”,
disse o diretor, também responsável pelo infantil “Babe
- O Porquinho Atrapalhado”.
Filme cult dos anos 80, a franquia “Mad Max” começou em
1979. Em 1981 estreou “Mad Max: A Caçada Continua” e em
1985, “Mad Max: Além da Cúpula do Trovão”.
Apesar do status de ícones do cinema que os longas ganharam e do sucesso
na Austrália, a trilogia rendeu apenas US$ 69 milhões nas bilheterias
norte-americanas.
Em 1998, porém, “Mad Max” entrou no Guinness Book como
o filme de maior retorno/custo na história do cinema, já que
custou apenas US$ 400 mil e arrecadou US$ 100 milhões nas bilheterias
do mundo.
Na trama, que transcorre em um futuro distante e pós-apocalíptico,
o deserto australiano vive entre gangues de motociclistas que disputam o poder
e aterrorizam a população na disputa por gasolina. Em meio ao
caos, um policial que perde de forma trágica seu parceiro percebe ter
que se preparar para proteger não somente a sua família, mas
também a si mesmo.
O Brasil ficou com a segunda posição, atrás dos Estados
Unidos, no ranking dos países que mais produziram vídeos pornográficos
em 2006, divulgado pelo site de tecnologia e entretenimento TopTenReviews.
De acordo com o site, a pornografia movimentou US$ 97 bilhões em 2006,
e só o Brasil um total de US$ 10 bilhões. A China movimentou
a maior quantia, US$ 27, 40 bilhões.
As principais empresas brasileiras responsáveis pela produção
são Brazil Frenesi Films, Pau Brazil e MarcoStudio.
Os outros países presentes no ranking são, em ordem crescente,
Holanda, Espanha, Japão, Rússia, Alemanha, Reino Unido, Canadá
e Austrália.
Apesar da aparente diferença estética presente na textura
de imagem de Paraíso Tropical, a Globo informa que não há
ali nenhum recurso tecnológico que já não tenha sido
utilizado em outras novelas. Os méritos de distinção
de imagem são, em sua maioria, alcançados com recursos de pós-produção.
Já na linha de produção de fato, o Base Light, tecnologia
que permite efeitos múltiplos no tratamento de imagem, é utilizado
em Paraíso e em todos os títulos de teledramaturgia da casa,
sem contudo desfilar em cena aquele efeito de película exibido no remake
de Sinhá Moça.
A Globo tem buscado experimentar novidadices a cada produção.
No caso de Paraíso, o experimento deu as cartas na longa seqüência
sem cortes que inaugurou a história de Gilberto Braga, em plena Praia
de Copacabana: um trilho enorme foi milimetricamente projetado para flagrar
os banhistas - e boa parte do elenco deu o ar da graça ali, entre um
punhado de figurantes. O trabalho mereceu dias de estudo e chegou à
tela com cara de cinema. Não é expediente que se possa cumprir
com freqüência nesse ritmo industrial da novela, mas, havendo antecedência,
todo teste para inovar é bem-vindo.