ETE Barrocão: fase inicial das obras segue em ritmo acelerado

Homens e máquinas trabalham na implantação da tubulação

Iniciadas há 30 dias as obras de despoluição do Córrego Barrocão estão bem adiantadas, com a instalação, até agora, de mais de 500 metros de tubulação e PV-poços de visita. Essa é a parte inicial para a retirada do esgoto que hoje ainda é lançado in natura no córrego Barrocão. Para a realização dessa obra foi necessária a remoção de várias árvores nativas, muitas delas de grande porte, com a devida licença ambiental conforme informou a assessoria de imprensa do DAE-Departamento de Água e Esgoto. A área, de difícil acesso, tem 156 mil metros quadrados e pertencia à Usina Furlan. Foi desapropriada pelo DAE no ano passado ao custo de R$ 350 mil. No total, serão implantados 4.750 metros de interceptores com diâmetros variáveis entre 300 e 800 milímetros, partindo da confluência do Córrego Mollon com o Rio Piracicaba, na margem esquerda desses córregos. A empresa Parâmetro, de São Paulo é a responsável pela obra e deve concluir essa etapa em 12 meses. A tubulação instalada será responsável pela coleta do esgoto produzido por cerca de 30 mil pessoas de 20 bairros da zona leste, como Jardim Europa 1,2 e 3, Ferrarezzi, Palmeiras, Zabani, Nova Conquista, São Camilo, Dona Regina, Cidade Nova, Cândido Bertini 1 e 2, Dainese, Jardim Adélia 1 e 2, Santa Rosa, São Fernando, Pérola Industrial e Jardim Orquídeas. Segundo o DAE os interceptores foram dimensionados para atuar com volume duas vezes maior, 60 mil pessoas. A próxima etapa dessa obra de despoluição será a construção da Estação de Tratamento de Esgoto Barrocão. O custo total previsto para essa obra é de R$8.640.000,00, sendo R$ 1 milhão de contrapartida.


Vereador Arruia reassume oficialmente nesta segunda-feira

O vereador Octávio “Arruia” Rocha (PSB) retorna oficialmente às suas funções na Câmara Municipal nesta segunda-feira, dia 19, depois de permanecer 30 dias em licença médica. Ele continua em tratamento, mas se diz em condições de trabalhar. Como os demais vereadores, Arruia tem pela frente quase dois anos de mandato já que a atual legislatura termina em dezembro de 2008. Muitos cidadãos não estão seguros com a permanência dele no cargo já que nos últimos dois anos, por duas vezes, Arruia se ausentou e ficou desaparecido por vários dias, sendo que na última, virou notícia nacional, o que não agradou e nem convenceu a uma boa parcela da comunidade. Mas ele afirma que passou por maus momentos, com fome, dor e humilhação e acabou perdendo a memória. O suplente Benedito Ferreira (sem partido) ocupou a cadeira de Arruia durante o período em que ele esteve afastado. O vereador promete mostrar trabalho exercendo maior fiscalização nos atos do Executivo e se empenhando mais em busca de solução para os diversos problemas da cidade. Na última terça-feira ele participou da reunião ordinária acompanhando os trabalhos da platéia. Arruia pretende se reunir com a mesa diretora da Câmara para dar um posicionamento da sua situação.


Jardim Paraíso: moradores lutam por alvará coletivo para regularizar imóveis

A maioria dos moradores do Jardim Paraíso, na zona sul de Santa Bárbara d´Oeste, luta há quase 30 anos pela regularização de seus imóveis e tenta agora obter um alvará coletivo para conseguir a sonhada escritura. Esse é um dos vários bairros com problemas de documentação, cujos loteadores não legalizaram após a venda dos terrenos e em conseqüência as pessoas que adquiriram os lotes estão há quase 30 anos sem a necessária escritura e outros documentos. O vereador Darci Simões Bueno (PSDB) vem realizando um trabalho nesse loteamento e também no Parque Eldorado e Jardim Rosemeire, visando a regularização. Ele informou que o morador Pedro Alcalá conseguiu um alvará há poucos dias permitindo a escritura lavrada e registrada do seu imóvel. “Com isso, já existe um precedente e os demais moradores vão poder obter a escritura e registro de seus imóveis, através de alvarás”, informou o vereador.
A intenção dos moradores é obter o alvará coletivo porque dessa forma o custo ficará menor para todos. O aposentado Horácio Romualdo mora há 15 anos no bairro e disse que já ouviu muitas vezes dizerem que ia regularizar a situação, porem até agora está esperando uma solução. “Nós queremos um engenheiro que faça o trabalho para todos de modo a baratear o custo desse serviço”, disse. Segundo ele, alguns moradores que dispõem de recursos conseguiram fazer por conta própria, mas não é o caso da maioria.
O vereador Darci Simões Bueno está agendado uma reunião com os moradores para os próximos dias para conseguir um alvará coletivo, desde que eles comprovem que são os proprietários. É importante que apresentem documentos como CIC, RG, certidão de casamento, carnê de IPTU. No Jardim Paraíso, estão em situação irregular cerca de 190 imóveis. A situação dos moradores do Parque Eldorado e do Jardim Rosimeire é mais complicada de acordo com Darci Simões porque eles não possuem registros em Cartório e documentação. Nesses bairros são 220 lotes inteiros e os proprietários só possuem cópia dos decretos de criação, da aprovação do loteamento, memorial descritivo e plantas aprovadas do loteamento que é da época de 1978.


Incidência de conjuntivite viral aumenta neste verão, diz oftalmo

Os casos de conjuntivite registrados neste verão surpreenderam a oftalmologista especialista em córnea, Liliane Tortelli. No mês de janeiro foram constados 96 casos da doença pela Vigilância Epidemiológica do município, 51% a mais que o mês de janeiro do ano passado. Já em fevereiro houve queda de 43 casos em relação ao mesmo período em 2006.
Mas o que mais surpreende a médica não são números, mas a incidência de casos com maior gravidade da doença, a conjuntivite viral. “A tendência foi constatada no ano passado e este ano a epidemia voltou”. Segundo ela, o fato se deve as grandes variações de temperatura ocorridas. “Tivemos picos de calor e depois chuvas que refrescaram. O choque também pode ser causado com o uso de ventilador e ar-condicionado”, explicou.
A doença é a inflamação da conjuntiva, membrana transparente que reveste o branco dos olhos e o interior das pálpebras. Em geral, ataca os dois olhos provocando a sensação de areia, coceira e ardência. Pode durar de uma semana a 15 dias. Já a viral pode durar até 20 dias, mesmo com tratamento.
Existem três tipos de conjuntivite: a alérgica, causada por reações a substâncias irritantes como poluição, produtos químicos e pólen; a bacteriana, causadas por bactérias através da água e do ar; e viral, causada por vírus também transmitidas pelo ar, principalmente em contato com pessoas gripadas.
A conjuntivite viral, também conhecida como hemorrágica, se caracteriza pela vermelhidão exagerada nos olhos, falta de secreção, dor de garganta e vista embaçada. O contágio acontece antes dos sintomas aparecerem. É o tipo mais grave por deixar seqüelas que duram de seis meses a três anos. “Além do choque de temperatura, ela depende também da resistência da pessoa. Se a pessoa estiver bem de saúde, o quadro não vai ser tão grave”, disse Liliane.
Mesmo com o fim do verão, a oftalmologista adverte que há possibilidades da pessoa ser contaminada pela doença em outras épocas do ano como no inverno, quando o vírus é transmitido por pessoas gripadas. “Se uma pessoa doente tosse ou espirra, o vírus pode chegar aos olhos de uma outra pessoa pelo ar e se alojar quando ela os coça”, observou.

Prevenção

Para evitar o contágio, Liliane fez algumas recomendações que valem tanto para as pessoas saudáveis quanto àquelas que já contraíram a doença: evitar locais fechados com grande número de pessoas, evitar piscinas públicas, lavar as mãos e o rosto com freqüência, não usar toalhas úmidas, sempre trocar a fronha do travesseiro (principalmente os já contagiados) e coçar os olhos.
“Nunca se deve coçar. Esse ato é altamente nocivo aos olhos, porque pode levar a bactéria aos olhos e provocar a doença, até mesmo o astigmatismo, que pode se agravar com o simples coçar”, frisou.
Ao ser contagiada, a pessoa deve procurar imediatamente um oftalmologista para ser diagnosticado e tratado. A automedicação é proibida. Alguns colírios são altamente contra-indicados porque podem provocar sérias complicações e agravar o quadro. Fazer compressas com água gelada – que deve ser filtrada e fervida – ou com soro fisiológico podem apenas aliviar o incômodo.


Comerciantes facilitam para o bolso do cliente

Há menos de um mês da Páscoa, a procura por ovos de chocolate tem se intensificado de maneira tímida, mas significante. A fim de garantir o ovo desejado – e já deliciado aos poucos, mesmo que só na imaginação -, consumidores já começam a levar o produto para casa.
Mesmo com um aumento insignificante sobre o preço do ovo, os comerciantes já elaboram estratégias para conquistar o bolso do comprador. “O preço está razoável. Não está muito além do preço do ano passado. Facilitamos o pagamento e conquistamos o cliente. Isso é bom para os dois lados”, disse a funcionária do Café Nice, Néia Ramos.
Dependendo da quantidade alguns fazem descontos à vista e até mesmo parcelam o pagamento como é o caso da Panificadora Bella Pane que faz ovos sob encomenda e negocia a forma de pagamento com a pessoa. “Aqui, o cliente é quem manda, se for necessário, nós parcelamos”, disse Márcia Aparecida Tonone.
Outros pontos tradicionais como o Café Nice seguram o cheque para até 30 dias e, dependendo da quantidade de ovos, o valor pode ser parcelado em até duas vezes. “Quem compra conosco são mais os clientes habituais e parcelamos sem problema, mas, mais de duas vezes fica difícil, porque, como disse, o ovo não está tão caro”, disse Néia.
O cheque para até 30 dias também foi a forma que o Sandoval Doces e diversos supermercados da cidade optaram. Outra forma de pagamento que oferece facilidades é o cartão de crédito que possibilita o pagamento até 45 dias após a compra, dependendo do banco.
As Lojas Americanas oferece uma outra forma de pagamento: parcelamento em até 10 vezes no cartão. A sugestão foi vista com certa estranheza pelos colegas de varejo. “A data vai coincidir com o dia do pagamento, então não tem o porque parcelar em tantas vezes. E é difícil para a gente também porque as nossas contas vem todas após a Páscoa”, disse o proprietário do Sandoval Doces. “A proposta é tentadora, mas isso acaba ‘enrolando’ ainda mais o consumidor”, concluiu Marcelo Botolozzo.


Especial de Páscoa abre mais uma turma

O Serviço Social da Indústria – Sesi está promovendo o Programa Alimente-se Bem “ Especial de Páscoa “. Neste mês, a princípio três turmas foram oferecidas e agora mais uma especial foi aberta para o período da noite, com início para a próxima terça-feira: dias 20, 21, 27 e 28 de março, das 17h30 às 20 horas.
O curso oferece 12 receitas saborosas, nutritivas e de baixo custo que serão elaboradas nas 10h de curso. O seu cardápio é especial para o almoço de Páscoa (saladas, guarnições e prato principal) e receitas doces utilizando o chocolate.
No curso o participante também vai aprender a congelar vegetais, a planejar compras, além de dicas de nutrição e higiene dos alimentos. Quem participar ganhará um folder especial de páscoa e um certificado de conclusão do curso. As vagas são limitadas. Inscrições na secretaria do Sesi ou pelo telefone: 3463- 3000 ou 3455 -2088 (ramais 201, 227 ou 229).


Motocicletas utilizam passarela e pedestres correm risco

Freqüentadores da passarela localizada no bairro Jardim Brasília, no quilômetro 132 da SP-304, reclamam do uso indevido por motociclistas. Isso mesmo, motociclistas utilizam o local para atravessarem de um ponto ao outro do bairro. “Eles têm preguiça de dirigir mais alguns metros e fazer a volta pela Avenida Iacanga, que é o certo”, disse um comerciante da área que não quis se identificar.
O uso indevido acontece há algum tempo, mas se intensificou quando a interdição da Avenida Santa Bárbara. O fluxo de veículos pela SP 304, na Avenida Aristides Bueno de Oliveira e na Rua Jucelino K. de Oliveira aumentou, alegaram moradores e comerciantes. O risco de atropelamento sobre a passarela é iminente.
Segundo a dona de casa e moradora, Lurdes Aparecida Cardoso, os infratores retiraram alguns dos obstáculos de concreto – que servem justamente pra impedir esse tipo de infração – na subida da passarela na Rua Jucelino K. de Oliveira. O Diário esteve no local e reparou diversas marcas na pequena mureta de concreto, ao lado dos obstáculos na entrada pela Av. Aristides, que denunciam ação – pedais foram raspados.
“Eles passam direto. Não descem nem da moto, passam com ela ligada mesmo”, disse a dona de casa e também moradora, Ana Carboneta. O uso indevido da passarela é feito mesmo em plena luz do sol e se intensifica à noite. “É mais perigoso para as crianças que saem da escola”, observou o comerciante.
Um motociclista não se intimidou com a reportagem e ousou em passar na passarela. Para indicar que estava passando, acendeu a lanterna do veículo. Os estudantes tinham acabado de passar pelo local.

DER

O Departamento de Estradas e Rodagem (DER) foi avisado sobre o problema. Os engenheiros civis da Residência de Conservação e Unidade de Atendimento Básico, pertencente à Regional do DER em Rio Claro, João Davi Pavani e Manolo Barrionuevo, estiveram no local e constataram o vandalismo contra os obstáculos.
“Infelizmente, esse é um problema geral e não específico da cidade. Tivemos atropelamentos em uma passarela de Piracicaba e a queda de um motociclista de uma em Rio Claro”, disse Pavani.
Diante dos fatos apresentados, os engenheiros disseram que, no lugar dos obstáculos de concreto, serão colocados cavaletes metálicos formando um zig-zag a fim de evitar o trânsito de motocicletas no local. “Isso já foi feito em outros locais e deu muito certo. Vamos colocar os cavaletes e deixar espaço suficiente para que cadeirantes utilizem a passarela, o que não é possível com os obstáculos”, falou Manolo.
Os engenheiros voltarão ao local para tirar as medidas do local. Esses dados serão passados para a Regional e então confeccionados. A previsão é que dentro de 20 dias o problema esteja resolvido. “Estamos agindo nos pontos mais críticos. A idéia é fazer o mesmo em todas as passarelas a longo tempo”, conclui Pavani.


Plantão: movimento é razoável na entrega dos carnês de IPTU

Na parte da manhã de ontem, a Prefeitura Municipal realizou o plantão de entrega dos carnês do IPTU 2007 restantes. De acordo com a chefe do Setor de Tributação e Dívida Ativa, Cássia Regina C. de Souza, o movimento foi razoável. “Houve um ano em que atendemos apenas 10 pessoas. Este ano, já ultrapassamos essa quantia”, disse.
Dos 53 mil carnês, mais de 3 mil foram devolvidos ou por falta de atualização do endereço de entrega ou por ausência de pessoa responsável para o recebimento. “Setenta por cento são por ausência da pessoa na residência”, observou a chefe.
Posteriormente será feito um edital de convocação àqueles que ainda não retiraram para que o façam antes do vencimento da primeira parcela ou cota única (dia 20). A multa é aplicada nos pagamentos efetuados após o prazo.
Quem optar em fazer o pagamento à vista terá 10% de desconto. Este ano o IPTU foi corrigido em 2,59% de acordo com o INPC (Índice Nacional de Preços ao Consumidor). A multa pelo atraso é de 2% até 30 dias, 5% até 60 dias e 7% até 90. Após 90 dias, a multa será de 20%, mais 1% de taxa de juros mora.
Cássia informou que, caso o documento permaneça no setor depois de algum tempo, este será incluso na dívida ativa do Município e cobrado judicialmente do contribuinte.
A entrega continua a ser feita no Setor de Tributação e Dívida Ativa, localizado na Rua Riachuelo, 733, Centro. O atendimento ao público é de segunda a sexta-feira, das 9h às 16h.


Ministério da Saúde suspende exame para portadores do vírus HIV

Portadores do vírus HIV não conseguem realizar o exame de carga viral devido à falta de kits distribuídos pelo Ministério da Saúde em todo o Brasil. Em nota à imprensa, o órgão informou que os exames foram suspensos temporariamente. A Secretaria de Saúde do Estado de São Paulo confirmou a falta do produto desde novembro de 2006.
A paralisação se deve ao atraso na entrega desses materiais, uma vez que o Ministério teve problemas com a licitação de compra e mudança de fornecedores do material. No momento, apenas exames que já haviam sido coletados no ano passado estão sendo feitos. As demais amostras de sangue para o exame foram congeladas.
O exame de carga viral indica a quantidade de cópias de HIV em um mililitro de sangue. Os resultados podem variar de “indetectável” – índice baixo demais e o exame não detecta – até milhões de cópias. Quanto mais o HIV se multiplica no organismo, mais a carga viral aumenta. Níveis altos sugerem riscos de evolução da Aids.
“O exame de carga viral em pacientes portadores de HIV é importante porque avalia se o tratamento está sendo eficaz”, disse o secretario de Saúde Municipal, doutor Carlos Alberto Cavalcante.
No município, as amostras de sangue para o exame de carga viral em pessoas com HIV são feitas no Ambulatório Municipal de Doenças Infecto-Contagiosas, no Centro de Saúde II, localizado na Rua Sábato Rosini, 203, Jd. São Luiz. Em seguida, são enviadas ao Laboratório de Jundiaí onde é realizado o processo.
Com a interrupção da coleta este mês, a Secretaria de Saúde informou que os exames realizados nos meses de janeiro e fevereiro foram armazenados no Laboratório de Jundiaí. “Santa Bárbara não passará por dificuldades”, frisou o secretário. A previsão é que a distribuição dos kits e a realização dos exames sejam normalizadas no mês de abril.


Prefeitura realiza melhorias nos Distritos Industriais

Os Distritos Industriais de Santa Bárbara d´Oeste há anos reivindicam melhorias. Agora parece que algumas serão atendidas. O prefeito José Maria de Araújo divulgou na semana passada que foi iniciado o trabalho de eliminação dos pontos escuros dos distritos industriais.
O serviço começou na Avenida Dirceu Dias Carneiro onde estão sendo colocados 20 postes. Serão investidos mais de R$ 250.000,00. “Esse é um investimento que beneficia muita gente. Muitos trabalhadores ficavam assustados ao ir trabalhar”, expôs o prefeito Zé Maria.
Na ocasião, falou também que estava muito perto dos Distritos Industriais a tão esperada banda larga e que tinha recebido a confirmação de que uma empresa colocaria o serviço à disposição. Já na manhã de ontem na Santa Bárbara FM falou que a negociação com a Telefônica tinha sido fechada.
A reportagem entrou em contato com a assessoria de imprensa da Prefeitura pedindo mais detalhes, mas o setor de comunicação informou que o prefeito vai falar em breve sobre isso e que não tinha nada a acrescentar.
Para o diretor titular do Ciesp (Centro das Industrias do Estado de São Paulo) em Santa Bárbara, Milton Badan, essa é uma luta de muitos anos e vem ao encontro da proposta de segurança nos distritos industriais.
Ele aproveitou para falar que, conforme apuraram, tem uma quadrilha agindo nos distritos praticando assaltos direcionados em empresas com máquinas de CNC e levando CPU dos computadores.
A entidade inclusive emitiu um alerta para todos os associados.
Para a gerente de vendas Adriana Dias a eliminação de pontos escuros é uma medida favorável porque irá inibir assaltos e a insegurança nos locais. No entanto, chamou a atenção para outras melhorias na infra-estrutura e limpeza nos distritos.
Ela disse que, como visita várias cidades, percebe que em outros municípios os distritos industriais são bem mais cuidados, tendo melhor sinalização de ruas, limpeza e ruas sem buracos. “A cidade vem crescendo bastante na área industrial, por isso, tem recebido muitos visitantes. Dessa forma, é preciso cuidar melhor dos seus distritos industriais.”
Outra observação é que na marginal da SP-304 por causa da faculdade muitos carros estacionam e com os buracos da via fica perigoso, pois de repente para desviar um carro pode atropelar um pedestre ou provocar um acidente.


Candidatos apresentam propostas para fornecedores

A Orplana (Organização de Plantadores de Cana da Região Centro-Sul do Brasil) realiza no próximo dia 23 de março eleição para escolha da nova diretoria. Na última quinta-feira, dia 15, representantes de uma das chapas estiveram apresentando suas propostas para a Associação dos Fornecedores de Cana de Santa Bárbara d´Oeste e Região.
Os representantes eram o candidato a presidente da Orplana, Ismael Perina Júnior, presidente da Associação dos Fornecedores de Cana de Guariba, e Maria Christina Pacheco, atual tesoureira da entidade e integrante da chapa de Ismael, também como tesoureira, e presidente da Associação de Fornecedores de Capivari.
A Orplana atua na defesa dos produtores de cana, que são representados na entidade por suas associações que integram o seu Conselho Deliberativo. Para isso, a Orplana tem um corpo técnico que oferece apoio às associações num contexto geral. Além disso, realiza pesquisas com instituições e conta com consultoria técnica para calcular o preço da cana, procurando conhecer as usinas por dentro para discutir o preço do produto com a Consecana.
Esses produtores vendem sua produção às usinas por um preço determinado pela Consecana, que leva em conta as cotações médias obtidas pelo açúcar e pelo álcool, nos mercados interno e externo, durante todo o ano-safra, além da qualidade do produto.
Segundo Maria Christina, a chapa que compõe defende um órgão técnico e trabalhar para que, cada vez mais, o fornecedor tenha um preço mais justo.
Uma das próximas lutas será que o valor da cogeração de energia faça parte da cesta de preço dos fornecedores, que hoje é composta pelo açúcar e álcool. O bagaço da cana é usado para a geração de energia e o seu excedente na cogeração, que é vendida para redes públicas.
E, hoje, mais e mais usinas estão cogerando e o bagaço dos fornecedores entra nessa cogeração.
Outra batalha é em termos de reserva legal. A lei diz que 20% da propriedade têm que ser mata, porém, a mata ciliar (Área de Preservação Permanente – APP) fica fora. Dessa forma, a luta é para que a APP esteja dentro desses 20%.
A cana gera um milhão de empregos em toda a sua cadeia produtiva. Sobre o álcool comentou que estão trabalhando para torná-lo commodities internacional. Para isso, precisam de mais paises produzindo e consumindo o produto. Na sua opinião, o Brasil está numa situação extremamente privilegiada.


Parlamentar enfrenta ações

Indicado para assumir o Ministério da Agricultura, o deputado Odílio Balbinotti (PMDB-PR) enfrenta um cerco da União por tributos devidos e não pagos, segundo ações e procedimentos fiscais movidos por três órgãos.
Procuradoria da Fazenda Nacional iniciou cobrança judicial contra ele e abriu em janeiro processo para inscrevê-lo na Dívida Ativa da União. A Receita o multou por conta de impostos atrasados.
Já o INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) moveu três ações de execução fiscal contra ele. Os autos do processo estão desde fevereiro com o juiz substituto da Vara Federal de Execuções Fiscais de Maringá (PR), Matheus Gaspar, para decisão.
Nas três esferas de cobrança, os casos foram abertos contra o deputado como pessoa física. Os sistemas de informações da Fazenda e do INSS não fornecem detalhes das autuações e execuções.
O processo para inscrevê-lo na dívida ativa foi aberto pela PFN (Procuradoria da Fazenda Nacional) no Paraná em 31 de janeiro. Em 12 de fevereiro, o caso foi remetido à PFN de Mato Grosso, onde Balbinotti tem negócios. A PFN só informa que a dívida tem diversas origens.
Ao consultar o CPF do deputado na Receita, o órgão informa que constam débitos relativos ao contribuinte.
A Receita fornece uma “certidão positiva com efeitos de negativa” no caso de Balbinotti. Isso indica que ele foi multado por impostos devidos, mas que recorreu da decisão, ainda sem julgamento. Assim, ele tem tributos a pagar, de acordo com o fisco, mas consegue uma certidão com efeito negativo de débito por conta do recurso interposto.
No caso do INSS, as execuções se devem ao período em que Balbinotti dirigiu o extinto clube de futebol Grêmio de Esportes Maringá.
Balbinotti responde também a inquérito sigiloso no Supremo Tribunal Federal. É investigado por crime contra a fé pública e por falsidade ideológica.
O procurador-geral da República, Antonio Fernando Souza, pediu ao STF a abertura do inquérito em agosto do ano passado.


Feirão do Peixe acontece na Semana Santa

Em virtude da Semana Santa, a Prefeitura Municipal, em parceria com o Setor de Fiscalização de Obras e Posturas, promove o “Feirão do Peixe” durante a Semana Santa. “Já é uma tradição montarmos as barracas na Semana Santa.
É um incentivo que damos aos feirantes locais e uma forma de atender a população que, nessa semana, só come peixe”, disse o chefe do setor, Edson Bragaglia.
Segundo a tradição católica, a Quaresma é um momento de reflexão e penitência. Muitos fiéis aderem à abstinência de certos alimentos, sendo o mais comum o jejum de carne vermelha – que se assemelha ao corpo e sangue humano, no caso o de Jesus Cristo.
Apesar do cristianismo pregar que o ato religioso deve ser observado toda sexta-feira do ano, o mesmo é mais freqüente durante a Semana Santa.
A feira ocorre em dois pontos da cidade, Centro e Zona Leste. Até o momento estão confirmados três locais de venda: o Terminal Urbano, na Praça João XXIII; na Praça Rossi Armênio, no Jardim Europa; e na Praça da Migração, no Parque Pérola. Outro ponto a ser confirmado é o Parque Infantil Tom Leite, no Jardim Esmeralda.
Segundo Bragaglia, dois feirantes do ramo serão habilitados para a venda.
A idéia é que cada um fique responsável por duas barracas. “São feirantes já conhecidos e cadastrados na prefeitura. Para atender a todos eles terão duas barracas, cada uma em um ponto distinto”. Curimbatá, traíra, pintado e bacalhau serão alguns dos peixes comercializados.
Uma nova reunião está marcada para o dia 19 de março a fim de acertar os últimos detalhes do feirão como confirmação do Parque Infantil Tom Leite, tabela de preços e os dias. “Pretendemos fazer de 2 a 6 de abril. Precisamos confirmar somente o dia 2 já que segunda-feira é dia de compra de peixes no Ceasa”, concluiu o chefe do setor


CÃO ABANDONADO ACORRENTADO

Desde a última quarta-feira um cão da raça rotwailler foi abandonado acorrentado na Rua Décio Bettine, no Jardim São Camilo, zona leste.Moradores comunicaram ao Centro de Zoonoses desde quinta-feira mas até ontem nenhuma providência havia sido tomada.Um morador vem tratando do animal.