
ETE da Balsa vai passar a tratar resíduos de esgoto de Americana
Com a aprovação do projeto de lei do Executivo que autoriza o DAE-Departamento de Água e Esgoto de Santa Bárbara d´Oeste a prestar serviços de tratamento e destinação de resíduos de esgoto doméstico de bairros de Americana, os prefeitos dos dois municípios, José Maria de Araújo Júnior (PSDB) e Erich Hetzl (PDT) vão se reunir nos próximos dias para a oficialização do termo de cooperação. O projeto foi aprovado pela Câmara na terça-feira por unanimidade. De acordo com o termo o DAE de Santa Bárbara vai prestar esse serviço pelo período de 36 meses e a remuneração por metro cúbico de esgoto tratado será de R$ 1,89, o que representa um aumento mensal de R$ 56.700,00 na sua receita. O diretor superintendente do DAE de Santa Bárbara, Antonio Jarbas Fornasari Filho, disse que esse termo de cooperação tem três parâmetros básicos. "Primeiro: Americana tem que ter idéia do volume de esgoto que vai tratar. No convênio foi limitado 30 mil metros cúbicos como volume máximo para tratamento com uma margem de 10% a mais. Outro item é o limite mínimo para o tratamento já que estamos tratando de uma prestação de serviços; e um terceiro diz respeito ao prazo de rompimento do termo, estabelecido em 15 dias. O vereador Gilmar Vieira da Silva (PC do B) disse que a Câmara havia pedido adiamento do projeto em sessão anterior porque via a necessidade de ampliar esse prazo de rompimento do termo, de 15 dias para seis meses. "Quinze dias é um prazo muito curto. Afinal, estamos tratando de questão ambiental", disse. No projeto aprovado ficou determinado o prazo de 90 dias. Fornasari se manifestou feliz com a aprovação do projeto. "Fico contente de participar de mais um momento importante da história de Santa Bárbara e Americana. Nós estamos em situação confortável e podemos fazer essa parceria. Que seja uma porta aberta para outras áreas, como a saúde, meio ambiente", ressaltou. Em Americana, o projeto de lei relativo ao termo de cooperação, foi aprovado há cerca de três meses. O vereador Marco Antonio Alves Jorge, o Quim, presidente da Câmara de Americana, também demonstrou sua satisfação com a aprovação da Câmara barbarense. "O principal objetivo é o meio ambiente. Vai trazer benefícios ao Rio Piracicaba", afirmou. Para Quim, essa possibilidade de entendimento entre os municípios é muito saudável. "Se outras formas de cooperação fossem estudadas muita coisa seria resolvida nas questões de saúde e outros setores", avalia. A parceira é muito sadia e essa é uma ação que deve ser estimulada", acrescentou. O tratamento do esgoto de bairros de Americana situados na divisa com Santa Bárbara, será executado na ETE da Balsa, estação localizada na divisa dos municípios e que atende, desde a inauguração em 2006, o Parque Planalto, Santa Rosa e outros bairros de Santa Bárbara. De acordo com o prefeito José Maria, os serviços que serão prestados para o vizinho município estão atrelados à capacidade excedente da ETE da Balsa no montante de 30 mil metros cúbicos mensais e o convênio não vai trazer comprometimento aos serviços já prestados para a população barbarense.
A comissão processante instaurada há uma semana para apurar a denúncia de gastos com viagens feitas pelo vereador Darci Simões Bueno (PSDB), com dinheiro da Câmara, sem justificativas, esteve reunida ontem à tarde para definir o cronograma dos trabalhos que irá realizar no prazo de 90 dias. Darci Simões foi notificado terça-feira à noite para apresentar sua defesa e disse que vai definir com seu advogado os passos que irá tomar. "Tenho 10 dias para apresentar a minha defesa e tenho todos os documentos em ordem", afirmou. Ele também deverá arrolar suas testemunhas nesse prazo. Sobre a sua expectativa ele afirmou: "Não posso dizer que estou tranquilo devido à seriedade do assunto, mas estarei se a verdade prevalecer". Segundo a denúncia, Darci teria viajado para congressos em Maceió, Campos de Jordão, Santos e São Vicente, usando dinheiro da Câmara Municipal (cerca de R$ 2,5 mil) e não teria justificado. A defesa de Darci Simões será analisada pela comissão processante que dará seu parecer e encaminhará ou não ao plenário dando seqüência ao processo. Na reunião de ontem, segundo o vereador Gilmar Vieira, presidente dessa comissão, foi analisada a denúncia e os documentos anexos à ela. Também foi dado início no cronograma que envolverá várias reuniões dos membros da comissão. A expectativa, segundo Gilmar, é de ter a contribuição do denunciado e outras pessoas para que na legalidade e dentro dos prazos a questão seja logo resolvida. "Claro que respeitando o tempo e os prazos do denunciado, seria bom que a comissão conseguisse concluir esse trabalho antes do prazo derradeiro de 90 dias, em função do período eleitoral", disse Gilmar. Outros membros da comissão processante são os vereadores Enoc Martins Coutinho (PTB), relator e Juca Bortolucci (PSBD), membro.
O aumento da rentabilidade e o expressivo avanço tecnológico do setor bancário brasileiro não foram suficientes para melhorar os ânimos entre as instituições financeiras e seus clientes. No ano passado, o Banco Central (BC) registrou 26.648 reclamações procedentes apenas entre os bancos com mais de 1 milhão de clientes. Número 34% superior ao de igual período de 2006. O ritmo de crescimento das queixas continuou no primeiro bimestre deste ano, com aumento de 8% nas reclamações procedentes.
Entre os motivos campeões de reclamação estão falhas no fornecimento de documentos, problemas na liquidação antecipada de crédito, produtos e serviços não solicitados, tarifas e atendimento. O que mostra que a postura dos funcionários dos bancos com os clientes ainda deixa muito a desejar. De acordo com o BC, este foi o segundo problema mais reclamado em fevereiro. No ano passado, porém, esteve na liderança do ranking em todos os meses.
"Trata-se de uma relação muito conturbada. Estou para ver um setor mais resistente à defesa do consumidor com o bancário", afirma o gerente-jurídico do Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec), Marcos Diegues. Na avaliação dele, os elevados investimentos em modernidade da rede têm o objetivo de afastar o cliente das agências bancárias. "O problema é que o descontentamento é proporcional ao afastamento do ser humano no atendimento. Isso não contribuiu para a melhora no relacionamento."
As perspectivas da Recicoplast, única cooperativa de materiais recicláveis de Santa Bárbara d´Oeste, melhoraram muito nos últimos tempos. Isso porque a cooperativa se associou há aproximadamente um ano e meio a Central de Reciclagem Solidária - Cooceres, que tem sede em Limeira.
A Cooceres é uma central de comercialização, que faz o recolhimento dos produtos de cidades associadas e vende para empresas privadas. Com isso, não tem a figura do atravessador e a central consegue ganhos melhores com as vendas dos produtos porque comercializa direto com as indústrias a preços justos.
Os ganhos que a Recicoplast teve com a associação a Cooceres foram aumento da renda dos catadores e a eliminação dos atravessadores. Outras vantagens são o ganho fixo e o dia correto do pagamento, informou Valdeli Benedita Macedo, presidente da cooperativa. Mais um benefício é a participação de cursos de capacitação em iniciação e prática de cooperativismo, educação socioambiental, além de gestão e organização cooperativa.
Hoje, o salário de um catador pulou da faixa de R$ 130,00 para R$ 220,00, podendo chegar até a R$ 300,00, dependendo da produção da pessoa. De acordo com Valdeli, antes vendiam direto para os atravessadores porque para vender direto à indústria é necessário encher um caminhão de produtos, porém, não conseguiam a quantidade necessária. Dessa forma, os valores obtidos não eram justos e não tinha data certa para a venda. Agora a Cooceres tem um caminhão que coleta os materiais em todas as cooperativas associadas e vende direto para a indústria. Atualmente, trabalham na cooperativa barbarense 14 catadores.
A Recicoplast tem comemorado também a parceria com o Supermercados São Vicente. Nas lojas da rede os clientes trocam materiais recicláveis por sacolas retornáveis. Os materiais arrecadados são doados para a cooperativa.
Com a parceria o número de materiais recicláveis coletados pela cooperativa aumentou de forma significativa. Valdeli aproveitou para agradecer o apoio que estão recebendo do secretário de Meio Ambiente, Braz dos Santos Adegas Júnior.
Para a presidente da Recicoplast é muito importante o apoio da população barbarense para a cooperativa. Quem colabora ajuda na geração de emprego e renda e na preservação do meio ambiente, aumentando a vida útil dos aterros sanitários. Os catadores da cooperativa realizam a coleta na área central, Vila Grego e parte do Jardim Cavalheiro, mas pretendem ampliar o número de bairros atendidos a partir da próxima semana passando atingindo também Conjunto dos Trabalhadores, mais uma parte do Cavalheiro e Mollon. Quem tiver condições pode levar os materiais na Recicoplast em qualquer horário. No local mora a presidente da cooperativa. Outras informações podem ser obtidas pelo telefone 9273-2299.
Papel – jornais, revistas, cadernos, folhas, listas telefônicas, caixas de papelão, embalagens da Tetra Park.
Plástico – garrafas de água e refrigerantes, sacolas plásticas, embalagens de produtos de higiene e limpeza, brinquedos e utensílios de plástico.
Metal – latas de bebidas, de alimentos, panelas (sem cabo), talhares, bacias, objetos de cobre, zinco, bronze e ferro.
Vidro – garrafas, potes e frascos de alimentos e produtos de higiene e limpeza.
Você não precisa de coletores diferentes. Apenas um saco ou caixa para os recicláveis e outro para o lixo úmido (orgânico e rejeitos). Para facilitar o trabalho da cooperativa, lave os frascos, garrafas, vidros e as embalagens Tetra Park. Isso evita presença de isentos e outros animais, o mal cheio e facilita o armazenamento em casa até o dia da coleta seletiva.
O presidente do Sinditêxtil, Rafael Cervone Netto, participou na última sexta-feira, 28 de março, em São Paulo, do encontro “Conjuntura Política e Reformas”, que teve como objetivo debater a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 233/08, que altera vários dispositivos constitucionais e traz, como principal mudança, a substituição do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) cobrado pelos estados, por um novo imposto com regra nacional, o IVA (Imposto sobre Valor Agregado).
O evento foi promovido pela Câmara de Comércio, Indústria e Serviços Brasil-Reino Unido (BRUKCHAM), com o apoio do Sinditêxtil-SP e contou com a participação do presidente da Câmara dos Deputados Federais, Arlindo Chinaglia. Ele discorreu sobre o tema e disse acreditar que essas reuniões devem facilitar o debate futuro da matéria na Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania e na comissão especial que analisará a proposta.
“Se tivermos, com a reforma fiscal, impostos de 5% sem efeito cascata, o setor cria um milhão de empregos em três anos, eliminando também a guerra fiscal do setor têxtil”, comentou Rafael Cervone acerca dos benefícios que a PEC trará. “Não queremos proteção, queremos isonomia competitiva. Avançar no processo de desoneração tributária e eliminar distorções que prejudicam o crescimento da economia e a competitividade de nossas empresas é um fator determinante para alcançarmos a estabilidade em nosso setor”, completou.
Moradores da Rua Panamá, localizada na Vila Sartori, reclamam dos transtornos causados na via depois da instalação do Organismo de Inspeção Acreditado- OIA, chamado popularmente de setor de vistoria de veículos. As principais queixas são sobre os motoristas pararem em frente às garagens, barulho, constrangimento e falta de privacidade nos imóveis.
O morador Edvaldo Tavares Araújo reclamou que os motoristas param na frente das garagens, então, precisam pedir licença para conseguir entrar nos imóveis. Algumas pessoas entendem e retiram o carro, mas outras reclamam. A preocupação dos munícipes é arrumar alguma confusão e o constrangimento de ter de abordar pessoas desconhecidas. “Falaram para nós ligarmos para a Guarda, mas vamos ficar chamando toda hora”, questionou.
Outro problema causado na rua, segundo Reginaldo Domingos da Costa, é o barulho. Ele relatou que tem motorista que chega no local às 5h30 para pegar fila. Os sons são de vozes, carros acelerando, alarme, pessoas batendo nas casas para pedir informação e música alta nos carros. “Nós não temos mais sossego aqui”, queixou-se uma moradora, acrescentando que mora no bairro há 30 anos e antes o local era bem tranqüilo.
Araújo reclamou também que perderam a privacidade nas suas casas. Isso porque tem motoristas que ficam parados conversando na frente dos portões, sendo que alguns mais abusados até se penduram nas grades. Alguns moradores colocaram tecidos nos portões para não ser possível ver os quintais das casas. Eles falaram que tem proprietários de veículos que chegam a deitar na calçada para esperar a vez para fazer a vistoria do carro. Cleiton Roberto Desiqueira acrescentou que ficam preocupados porque não sabem quem está parado na frente da casa.
Os moradores falaram que não querem tirar o direito de ninguém trabalhar, mas que querem ter novamente o direito de ter privacidade e tranqüilidade nas casas. Falaram que a Prefeitura ficou de fazer a marcação das garagens, mas até hoje não foi feita.
A sugestão dos moradores para minimizar a situação é nos despachantes serem distribuídos senhas com o dia e o horário que o motorista deve levar o carro para fazer a vistoria. Com isso, diminuiria o movimento na rua. Ou mudar de local o setor de vistoria. Um lugar sugerido é o Distrito Industrial, como é em Americana.
A assessoria de imprensa da Prefeitura informou que com relação ao trânsito, o Setor de Trânsito do Município irá averiguar a situação. Se o condutor estiver cometendo infração poderá ser multado. Vale ressaltar que guia rebaixada, mesmo não sinalizada, significa entrada e saída de veículo.
O delegado de polícia Gelson Aparecido de Oliveira Barreto, responsável pela Ciretran de Santa Bárbara, falou que irá orientar o pessoal do setor de vistoria para que auxiliem na manutenção da ordem na fila de espera. Outra informação dada pelo delegado é que no salão entra um veículo por vez, mas que estão providenciando as adaptações na entrada para ter uma circulação mais ágil dos veículos.
Para ele, a questão tem que ser avaliada de forma global. Isso porque quando se presta um serviço público não pode fazer ou mudar de local de acordo com a vontade deste ou daquela minoria. Mais uma ponderação do delegado é sobre a falta de consciência e senso de cidadania de muitos motoristas.
José do Carlos Reis, presidente da Associação dos Despachantes de Santa Bárbara d´Oeste – Adesbo, lembrou que antes tinham problemas com o setor de vistoria de veículos que funcionava na rua, ao lado da delegacia de polícia, então, quando chovia não havia a prestação do serviço. O novo local é bem melhor estruturado, pois conta com instalações adequadas, banheiros e lugar para tomar água. Outro ganho é que aumentou a credibilidade dos veículos vistoriados da cidade. Lá é feita a foto do motor do veículo e a vistoria dos peritos da Ciretran.
O presidente da Adesbo reconheceu que tem um fluxo de veículos na rua, mas isso ocorre de segunda, quarta e sextas-feiras, das 8h às 12h e das 13h às 17 horas e as terças e quintas-feiras, das 10h às 12 horas, o que é plausível.
De forma pacifica, em frente ao CDD (Centro de Distribuição Domiciliar) de Santa Bárbara d'Oeste, os funcionários dos Correios permaneceram ontem em greve, pois aderiram a paralisação nacional, que começou na última terça-feira. Em frente ao nº 717, da Rua Inácio Antônio, onde trabalham, os servidores aguardavam na fachada do prédio. Já os terceirizados, que fazem a entrega atuaram normalmente, em suas funções.
No final da tarde, um grupos de carteiros barbarenses iria para Campinas participar de uma assembléia, em frente a agência de Campinas, situada na Avenida Francisco Glicério. “A greve é pacifica e sem rebeldia, pois, estamos apenas atrás dos nossos direitos. A assembléia será para esclarecer dúvidas, mas dificilmente, a paralisação seja suspensa”, disse Ademir Diehl do comando municipal do movimento grevista.
No termo de Compromisso firmado em 20 de novembro de 2007, pela (ECT) Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos e Fentect (Federação Nacional dos Trabalhadores em Empresas de Correios, Telegrafo e Similares) deveria ser cumprido a colocação do adicional de periculosidade equivalente a 30% do salário por mês, aumento no percentual da Participação nos Lucros e Resultados (PLR), e a implementação de um Plano de Cargos, Carreiras e Salários, o que não ocorreu e levou a greve.
A paralisação acontece nos Estados de São Paulo, Alagoas, Pernambuco, Goiás, do Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Mato Grosso do Sul, Rio Grande do Norte, Pará, Paraná, Amazonas, Maranhão, da Bahia e Paraíba.
Com o movimento, foram suspensos os serviços “de hora certa” da empresa: Sedex 10, Sedex Hoje e Disque Coleta. “Estamos fazendo essa greve agora para que a situação não se arraste mais. Além disso, no dia 1º de agosto é a nova data base para início das negociações salariais”, falou Diehl.
As pessoas que se sentirem lesadas com a greve dos servidores dos correios devem procurar informações no Procon (Órgão de Defesa e Proteção do Consumidor), localizado na Praça João XIII, Rua João Ridley Bufford, s/n, sala 01, das 8h30 às 16h30.
Acompanhando o Fundo de Solidariedade e Desenvolvimento Social e Cultural do Estado de São Paulo (FUSSESP), o Município de Santa Bárbara d'Oeste lança nesta quinta-feira (3/4), a Campanha do Agasalho 2008. Para falar sobre a campanha, a presidente do Fundo Social de Solidariedade barbarense, Jandira Bagnoli Araújo, recebe a imprensa às 15h, no sétimo andar do Paço Municipal.
Assim como ocorreu no ano passado a intenção é convidar escolas, associações de classe, clubes de serviço, igrejas e empresas para participar da coleta e distribuição das peças que serão arrecadadas.
Ano passado, a Campanha do Agasalho de Santa Bárbara arrecadou 23.565 peças, sendo 12.434 oriundas de doações da comunidade, associações de classe, igrejas, entidades e clubes de serviço e outras 11.131 peças que foram arrecadadas durante carreata realizada no dia 2 de junho.
A presidente do Fundo de Solidariedade e Desenvolvimento Social e Cultural do Estado de São Paulo (Fussesp), Monica Serra, lançará no Palácio dos Bandeirantes, nesta quinta-feira, 3, às 11 horas, a Campanha do Agasalho 2008.
A campanha institucional será apresentada pela agência de publicidade DPZ que, gratuitamente, desenvolve todos os anos as peças publicitárias. As atrizes Regina Duarte e a filha, Gabriela Duarte cederam suas imagens para a campanha. No final da cerimônia, a presidente do Fussesp Monica Serra dará uma entrevista coletiva à imprensa.
As roupas e os cobertores doados poderão ser depositados nas 20 mil caixas e 400 mil sacolas que estão prontas para serem distribuídas em pontos estratégicos em todo o estado de São Paulo. A lista de postos de arrecadação estará disponível, a partir do dia 4 de abril, no endereço: www.campanhado agasalho.sp.gov.br .
O site já está disponível para o cadastramento de estabelecimentos que queiram servir como postos de arrecadação. As informações também poderão ser obtidas pelo telefone (11) 3874-6738. O final da Campanha está previsto para meados de junho.
A Campanha do Agasalho traz este ano o projeto “Esquenta”, de geração de renda e solidariedade inclusiva. Em parceria com o Senai, 30 costureiras de comunidades carentes, cadastradas nas escolas de samba Vai Vai, Mocidade Alegre e Unidos da Vila Maria, também presentes no evento, estão sendo capacitadas para a confecção de agasalhos.
De abril a junho, essas costureiras participarão ativamente na Campanha como produtoras e serão remuneradas por empresários da iniciativa privada. É a solidariedade inclusiva. A Campanha do Agasalho reúne outros importantes parceiros como a TecBan, Tim, Grupo Suzano, Klabin, Epema Embalagens e SPTuris.
O presidente da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), dom Geraldo Lyrio Rocha, afirmou após encontro matinal no primeiro dia da 46ª Assembléia Geral da CNBB, que 2008 é um ano de superar vícios eleitoreiros. “Éstamos procurando superar vícios que nos acompanham há muito tempo, maneiras inadequadas de conduzir o processo eleitoral”, afirmou. “Onde há candidatos corrompendo eleitores com compra de votos e eleitores corrompendo candidatos com a venda de votos.”
Dom Geraldo afirmou que embora a legislação procure coibir a compra de votos a situação ainda é preocupante no interior do País. “Temos um longo caminho a percorrer”, disse. Mais reservado, o cardeal dom Odilo Scherer, arcebispo de São Paulo, não deixou que as eleições de 2008 se tornassem foco de suas conversas na manhã desta terça-feira, no mosteiro de Itaici, em Indaiatuba . “Há uma série de temas na pauta e outros temas (sócio-políticos e sócio-econômicos) serão tratados mas não como temas centrais da assembléia”, afirmou.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva enviou carta ao presidente da CNBB na qual afirma ter consciência de que “não cabe a nenhum governo ou forma de poder tentar domesticar ou reduzir o papel das igrejas ou comunidades religiosas”. Dom Geraldo solicitou ao vice-presidente da CNBB que, auxiliado por outros dois bispos, ele responda a Lula.Ao falar sobre o ano eleitoral, dom Geraldo considerou comum atos de governantes serem interpretados como eleitoreiros. “Mas cabe mais ao Tribunal do que à CNBB julgar isso.”
Durante nove dias os bispos vão discutir e aprovar Novas Diretrizes de Ação Evangelizadora da Igreja no Brasil. As conclusões da 5ª Conferência do Episcopado Latino-americano e do Caribe, realizada em Aparecida no ano passado também serão discutidas na assembléia. Aproximadamente 300 bispos na ativa e outros 80 aposentados participam do encontro, no qual serão debatidos ainda os melhores caminhos para a chamada Missão Continental e a reconquista do “rebanho” católico não-praticante.
Mais cedo, o vice-presidente CNBB, D. Luiz Soares Vieira, fez o primeiro pronunciamento da 46ª Assembléia Geral. D. Luiz falou sobre a importância da presença dos cerca de 300 arcebispos e bispos inscritos e afirmou que, apesar de abordar temas difíceis como bispos ameaçados de morte, problemas com o governo federal e congresso nacional, discutidos no ano passado, a assembléia também tem o objetivo de debater novas diretrizes da Igreja.
Um garoto de 9 anos da cidade vive o trauma de uma agressão que ainda está marcada no corpo com as letras “HL”, desde junho do ano passado, em Aurilândia (GO). Ele ajudava um lavrador e um operador de máquinas a marcar o gado de uma fazenda. O menino foi agredido pelos dois funcionários da fazenda e ficou com a marca do instrumento na perna.
Segundo informações da reportagem do jornal “O Popular”, ele vive com a mãe em uma casa de um quarto, sala, cozinha e banheiro. O pai está internado com problemas cardíacos no Hospital Regional de São Luiz dos Montes. A mãe disse que está magoada com os dois funcionários da fazenda onde o filho foi marcado a ferro. “Quero que eles sejam punidos”.
Nos relatos da criança no inquérito, ele teria sido chamado de “bezerrinho” e que deveria ser marcado como tal. “Ronan, usando instrumento utilizado para marcar gado, minutos antes, em altíssima temperatura, pressionou referido instrumento contra a parte lateral da coxa esquerda da vítima, causando-lhe deformidade permanente”, disse o promotor Ricardo Lemos Guerra, em denúncia oferecida contra os funcionários da fazenda.
Na segunda-feira , uma audiência estava marcada para o processo criminal, mas uma testemunha de defesa não compareceu por problemas de saúde. Uma nova audiência foi marcada para 16 de junho deste ano. O lavrador e o operador de máquinas são indiciados por lesão corporal grave.
No cartório Cível, em uma audiência ocorrida no dia 24 de março, houve tentativa de acordo, mas uma das partes não concordou. A mãe do menino não tem idéia do andamento dos dois processos, mas espera punição aos agressores. Ela não sabia do pedido de indenização para o garoto, ajuizado em nome dela e do marido no valor de pouco mais de R$ 140 mil.
Os laudos de lesões corporais expedidos por um médico da cidade e por dois médicos legistas do Instituto Médico-Legal (IML) de Iporá, está atestado que a criança tem lesões permanentes.
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