REFLEXÃO
O povo foi "espalhado por toda a terra".Causar divisão é um sinal claro do poder do pecado.


DE FRENTE
A partir de terça-feira, com o retorno de Adegas Junior ao legislativo, o bloco de oposição terá mais um para encará-los. Adegas disse que não irá se calar diante das provocações e insinuações que os vereadores da oposição costumam fazer durante as sessões. O prefeito ganha mais um aliado forte contra o bloco que vem incomodando.


SÓ 1 PROJETO
Na pauta da ordem do dia da sessão de terça-feira do legislativo barbarense consta apenas um projeto para ser apreciado pelos vereadores. Lembrando que já a partir desta semana as sessões terão inicio a partir das 17 horas, conforme aprovado na semana passada.


VOLTADO
Todas as atenções das secretarias municipais desde o inicio do mês estão voltadas para a Feira das Nações que acontecerá no próximo final de semana nas dependências da antiga Usina Santa Bárbara. Muitos funcionários estão destacados para deixar tudo em ordem, desde estacionamento nas cercanias do local do evento, até as próprias instalações dos barracões da usina.


URNAS
O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) informou que as urnas eletrônicas que serão usadas nas eleições municipais de outubro terão um novo sistema operacional. No lugar do Windows, será usado o software livre Linux. O TSE autorizou a substituição de todas as 430 mil urnas já compradas. Outras 50 mil foram adquiridas com o novo sistema. O objetivo, segundo o tribunal, é dar mais transparência e confiabilidade ao processo eleitoral. Só este ano, o TSE espera economizar de R$ 3 milhões a R$ 4 milhões com a mudança. Nos próximos 10 anos, a expectativa é de uma economia de até R$ 15 milhões. "Como o Linux é um programa livre, não é preciso pagar licença", explicou o diretor-geral do tribunal, Athayde Fontoura Filho.
A legislação eleitoral determina que todos os programas de informática usados nas eleições brasileiras sejam abertos à fiscalização por parte do Ministério Público Eleitoral (MPE), da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) e dos partidos políticos A novidade não está restrita às urnas. Além do sistema de votação, o Linux será usado, também, na totalização de votos, na transmissão de dados e na divulgação do resultado das eleições.


INDENIZAÇÕES
A Comissão de Anistia do Ministério da Justiça aprovou o pagamento de R$ 11,7 milhões em indenizações a 20 jornalistas que sofreram perseguições políticas durante o regime militar (1964-1985). Fundadores do semanário "O Pasquim", em 1969, Ziraldo e Jaguar (Sérgio Jaguaribe) receberão os maiores valores. Jaguar receberá R$ 1.027.383,29 e Ziraldo, R$ 1.000.253,24. Terão direito ainda a vencimentos mensais até a morte de R$ 4.375,88. Ziraldo, que estava na sessão, disse que não aceita críticas por ter buscado reparação pelas perseguições que sofreu dos governos militares, como três prisões, demissões e fechamentos de jornais e revistas que fundou ou em que trabalhou. Segundo ele, quem contesta seu direito à anistia e à indenização é "cagão" e nunca "botou na seringa". "Minha aposentadoria é de R$ 1.200. Essa indenização será a minha aposentadoria. Fiquei emocionadíssimo. O Brasil me deve essa indenização." Para receber a quantia, Ziraldo e os demais terão de responder à comissão, por escrito, se concordam com a indenização ou se devem recorrer do valor. Se concordarem, o pagamento será feito neste semestre.


NO BANHEIRO
Os supervisores do call center AeC, de Belo Horizonte, cronometravam o tempo que os funcionários passavam no banheiro e davam a eles no máximo dez minutos diários para se ausentar da mesa de trabalho para fazer necessidades fisiológicas, segundo o MPT (Ministério Público do Trabalho). A empresa --que afirma ser a segunda maior empregadora da capital mineira, com aproximadamente 5.500 funcionários- nega essa prática. A extrapolação do limite de tempo autorizado, de acordo com a procuradora do Trabalho Lutiana Nacur Loretz, poderia gerar a demissão dos funcionários. Ela ouviu relatos de limites diários de ida ao banheiro que chegavam a cinco minutos. A procuradora apresentou na Justiça do Trabalho uma ação civil pública contra a suposta prática. A ação foi encerrada no final de março com um acordo judicial da AeC com o MPT. A empresa terá que desembolsar R$ 2.000 por funcionário prejudicado caso não cumpra o que prevê o documento. Qualquer restrição sobre o uso de banheiros, de acordo com a procuradora, vai contra a dignidade humana e, por isso, é considerada inconstitucional. Em nota, a AeC nega que restringia as idas ao banheiro e afirma que o acordo judicial firmado "apenas reforça o compromisso em atender a Norma Regulamentadora 17", que estabelece regras sobre ergonomia no trabalho.


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