REFLEXÃO
Dirigir um carro sem direção certa pode ser uma aventura, mas dirigir a vida sem destino é uma tragédia.


CONVERSA
Em seu programa semanal ontem , o prefeito Zé Maria ao abordar a questão da construção de casas na Ocupação Zumbi dos Palmares ,criticou a Universidade Metodista de Piracicaba (Unimep)."Tá na hora da Unimep conversar menos e agir mais. Discursar agora é desnecessário". Segundo o prefeito já tem gente demais querendo aparecer. "Tem padrinho demais para essa causa" lembrou ele.


ASFALTO
O prefeito que ontem após o programa seguiu para São Paulo onde seguiu uma agenda de visitas a órgãos estaduais, disse que na segunda-feira começa o asfaltamento de ruas no Parque Olaria. No total serão 16 metros de asfalto naquele bairro.


CORTES
Sem poder fornecer funcionários para a Policia Civil e INSS, conforme determinação do Tribunal de Contas, a mesa diretoria do legislativo local tomou outra decisão. Para conter despesas não irá mais fornecer cópias (xérox) de pedidos principalmente das policiais civil e militar que utilizavam das maquinas do legislativo para xerocopiar documentos.


INSS
Encarregada de tratar dos benefícios previdenciários da população, a Previdência Social transformou-se ao longo dos anos numa enorme e mal administrada imobiliária. Herdando imóveis como pagamento de dívidas, o INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) possui hoje cerca de 3.500 propriedades que não têm utilidade para o órgão --no jargão técnico, não são operacionais, não podem ser utilizadas, por exemplo, como agências de atendimento. No ano passado, o INSS arrecadou com aluguéis desses imóveis R$ 5,3 milhões e gastou R$ 3,5 milhões com limpeza, vigilância, manutenção e conservação. À primeira vista, a conta é positiva. Essas propriedades, porém, poderiam estar rendendo muito mais aos cofres públicos. Além de alugados a baixos preços, alguns imóveis são praticamente cedidos a órgãos públicos, outros estão vazios e cerca de 850 estão invadidos, gerando apenas despesa aos cofres do INSS. Agora, o governo Lula decidiu colocar à venda essas propriedades. Segundo o ministro Luiz Marinho (Previdência Social), não tem sentido o INSS ficar administrando imóveis, o que representa um desvio de função. "Não somos imobiliária. Queremos nos desfazer dos imóveis. É um conceito novo, mas que encontra resistência na casa", afirma Marinho. Segundo ele, para que o INSS tivesse condições de administrar esse patrimônio devidamente seria necessário criar um setor específico para essa finalidade. "Vamos ficar alugando imóveis? Não, a não ser que o INSS criasse um setor de investimento para transformar esses recursos em receita previdenciária. Hoje a conta não é favorável. Tem alguns aluguéis, mas representam muito pouco. Muitas vezes é um aluguel simbólico para prefeitura tal, para um hospital", acrescentou.


UM RECADO
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva aproveitou o discurso durante solenidade de obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), ontem, em Belo Horizonte, para mandar um recado à oposição, reiterando que não é candidato ao terceiro mandato.Segundo ele, a oposição não quer que ele viaje, alegando que está fazendo campanha. "Eu não sou candidato. O que eles (membros da oposição) querem é que eu fique dentro do meu gabinete, vendo eles fazerem discurso contra mim. Entre ouvir eles falarem de mim e abraçar o povo desse País, eu vou pra a rua", declarou o presidente. Lula destacou que o PAC dispõe de um montante de recursos da ordem de US$ 504 bilhões a serem aplicados, e espera é que os próximos governantes continuem a realização das obras. "Tenho fé em Deus que a gente que vier depois de nós vai ter que continuar o que fizemos, porque o povo aprendeu a gostar do que é bom", disse. Segundo o presidente, o governo vai continuar cobrando dos prefeitos e governadores o cumprimento das metas do programa. O presidente Lula anunciou também que "o PAC não quer liberdade, quer controle e fiscalização porque senão não funciona". Ele elogiou o programa falando que o objetivo é melhorar a vida das pessoas dando a elas condições dignas, e ponderou que não quer que o País fique dividido entre ricos e miseráveis. Lula criticou a Receita Federal com relação à lei que transfere para os municípios a arrecadação do Imposto Territorial Rural (ITR), por meio de um convênio entre Prefeituras e a Receita. Segundo o presidente, o nível de exigência da instituição não viabilizou o cumprimento dessa lei.


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