REFLEXÃO
A comunhão diária com Deus e a leitura da sua palavra nos fortalecem para resistirmos no dia mau.
ELEIÇÕES
Entramos na reta dos 50 dias para as eleições municipais. Mas na cidade nem parece que teremos pleito neste ano. O clima está muito morno. Os mais entendidos dizem que os candidatos estão com poucos recursos e pretendem atacar mais na reta final. Mas na realidade com início da propaganda de rádio, o clima tende a esquentar. A partir do dia 19 de agosto começam as inserções das propagandas nas três emissoras de rádio da cidade. Serão nos horários das 7h00 às 7h30 e das 12h00 às 12h30.
REUNIÃO
Para realizar sorteio amanhã, quinta-feira, dia 9 o juiz eleitoral reúne representantes dos partidos para uma reunião. Outros assuntos relacionados às eleições deverão ser abordados nesse encontro
PRECAUÇÃO
Na gíria popular se diz "cachorro mordido por cobra tem medo de lingüiça". Assim para se precaver a Prefeitura Municipal não irá realizar mais no próximo mês de setembro a Festa da Migração na zona leste. O jurídico da municipalidade orientou que a festa ficasse para novembro.
BANCOS
Os juros básicos do país devem subir com mais força até o final deste ano e devem cair mais vagarosamente no ano que vem, segundo expectativa das áreas econômicas dos bancos, revelada em pesquisa da Febraban (Federação Brasileira de Bancos), divulgada ontem. Em junho, o levantamento da Febraban mostrava a maioria dos bancos acreditava que a taxa Selic encerraria o ano em 14,25%. Na pesquisa de hoje, essa projeção subiu para 14,75%. O maior ajuste, no entanto, ficou por conta da expectativa para dezembro de 2009: a taxa Selic prevista saltou de 12,50% para 14%. "Os analistas indicam que a retomada de um ciclo de baixa na taxa de juros ocorra de forma mais lenta e gradual", afirma o economista da entidade, Nicolas Tinga. "Dentro do cenário internacional, os fatores mais citados pelos analistas como relevantes para mudanças nas expectativas são: reavaliação nos preços das commodities; deterioração da economia norte-americana; aumento da pressão inflacionária no cenário global; e diminuição da taxa de crescimento na economia global", acrescenta.
POBREZA
Estudo do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) divulgado ontem, elaborado com base nos dados nos dados das Pesquisas Nacionais por Amostra de Domicílios (Pnad), informa que a taxa de pobreza caiu de 35%, em 2003, para 27,1% em 2006. Para 2008, a estimativa do Ipea é que chegue aos 24,1%. Entre 2002 e 2008, a projeção é de 3 milhões de pessoas deixem a pobreza - nas regiões pesquisadas.O documento define como "pobre" todas as pessoas com renda per capita igual ou inferior a meio salário, isto é, R$ 207,50. Indigentes, por sua vez, são aqueles que recebem menos de 1/4 do salário mínimo, ou R$ 103,75. Pessoas ricas, segundo o Ipea, são aquelas pertencentes a famílias cuja renda seja igual, ou maior, do que 40 salários mínimos, ou R$ 16,6 mil por mês. "Ou seja, uma redução de quase um terço da pobreza em termos proporcionais", informa o estudo do Ipea. O estudo informa ainda que a chamada "indigência" deverá cair ainda mais do que a pobreza entre 2003 e 2008 (projeção): 48,3%. "A indigência segue no mesmo ritmo e, em termos nominais, sua participação na população cai para a metade", diz o documento. Para o presidente do Ipea, Márcio Pochmann, a pobreza está caindo no Brasil por conta do crescimento da economia, do aumento do salário mínimo, dos programas sociais do governo (como Bolsa Família) e dos incentivos à agricultura familiar. "Quando temos como referência os dois extremos [ricos e pobres], verificamos que está aumentando a chamada classe média emergente", disse ele. Pesquisa divulgada nesta terça-feira pela FGV mostra que a classe média já é maioria no Brasil.
www.diariosbo.com.br - E-mail: editor@diariosbo.com.br