REFLEXÃO
Deus sempre precisou agir para trazer ordem em meio aos caos, e luz na escuridão.


AUDIÊNCIA PÚBLICA
O assunto queimada da cana-de-açúcar será o tema da audiência pública programada para a noite de hoje nas dependências da Câmara Municipal. Um projeto que proíbe a queimada em território barbarense tramita no legislativo.Autoridades da cidade e região estarão presentes discutindo importante assunto. A população está convidada


COM O JUIZ
Representantes das coligações políticas e das emissoras de rádio da cidade se reúnem hoje, dia 7 (e não dia 9 como erroneamente divulgamos ontem), com o juiz eleitoral de Santa Bárbara. Será realizado o sorteio da ordem para veiculação da propaganda eleitoral gratuita no rádio que ocorre de 19 de agosto a 2 de outubro. Lembrando que na cidade, não haverá propaganda de TV.


PREPATIVOS
Estão sendo ultimatos os preparativos para o primeiro debate político promovido pela imprensa barbarense com os candidatos a prefeito. O primeiro a ser sabatinado no dia 14 a noite nas dependências da Câmara será Mário Heins. Dia 21 será a vez de Zé Maria. Em setembro no dia 25,os dois estarão frente a frente.Tudo com transmissão pelas três rádios da cidade. Lembrando que a população não terá acesso a esses debates.


PROIBIDO
O governo de São Paulo conseguiu barrar na Justiça a veiculação de uma peça publicitária elaborada em conjunto por nove associações e sindicatos de policiais civis do Estado. A categoria está em campanha salarial desde o mês passado e planejava exibir na terça-feira, no intervalo do Jornal Nacional, da Rede Globo, um vídeo de 34 segundos sobre o tema. A liminar em favor da Procuradoria-Geral do Estado foi concedida pelo desembargador Ricardo Dip, do Tribunal de Justiça (TJ) de São Paulo. Em seu despacho, o magistrado acatou a tese do procurador-geral, Marcos Fábio de Oliveira Nusdeo, de que a peça "extrapola os limites do direito à informação e livre manifestação, objetivando causar pânico à população". Nas imagens, quatro atores vestidos como policiais civis batem à porta de um gabinete com a inscrição "governador", clamando por uma audiência. "Governador, queremos falar dos salários, os mais baixos do País", diz uma atriz. "Governador, precisamos falar sobre a segurança da população", diz outro ator.A Associação dos Delegados da Polícia Civil de São Paulo (Adpesp) já recorreu da decisão. "É uma censura. Nem a ditadura militar fez isso", protestou o delegado Sérgio Roque, presidente da Adpesp. "Não queremos apenas melhores salários. Nossa proposta é de uma completa reestruturação da Polícia Civil, mas o governador, mal assessorado, não quer nos ouvir." A inserção no Jornal Nacional custaria R$ 150 mil às associações de classe.


PONTO EXTRA
Comissão de Ciência e Tecnologia do Senado aprovou ontem projeto de autoria do senador Pedro Simon (PMDB-RS) que proíbe a cobrança de taxa adicional para a manutenção de ponto extra de TV por assinatura. A proposta foi aprovada por unanimidade. Segundo o presidente da Comissão, Wellington Salgado (PMDB-MG), o projeto seguirá agora para a Comissão de Defesa do Consumidor, onde pode ter votação terminativa, se não houver nenhum requerimento exigindo votação do plenário. Caso não haja, o projeto seguirá para a Câmara. A Associação Brasileira da TV por Assinatura (ABTA) enviou uma carta à comissão, lida por Salgado. No documento a entidade pedia o adiamento da votação, na comissão, para depois que a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) concluísse o processo de consulta pública, iniciado ontem, sobre a proposta de proibição da cobrança do ponto extra. "Mas a comissão decidiu votar", disse Salgado. O projeto de Simon foi apresentado em 2005 e votado somente agora. Simon admitiu que a tentativa recente da Anatel de eliminar a cobrança pelo ponto extra foi uma oportunidade para que a discussão fosse retomada no Senado. "Se a proibição estiver prevista em lei fica mais difícil da decisão ser questionada", afirmou.


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