REFLEXÃO
O amor de Cristo em nós desata as amarras do amor ao dinheiro, lazer e conforto.Que amor desejamos?
ATRAPALHOU
As chuvas atrapalharam as pretensões do candidato a prefeito Mário Heins e de sua equipe que pretendiam realizar uma carreata pelas ruas principais da cidade aproveitando a presença do senador Mercadante na cidade na sexta-feira. A carreata chegou a ser anunciada, mas depois cancelada devido as chuvas.
PREPARATIVOS
Quase tudo pronto para a primeira etapa de debates que a imprensa barbarense promoverá a partir de quinta-feira, dia 14 com os candidatos a prefeito. O primeiro a ser sabatinado pelos representantes dos órgãos de imprensa será Mario Heins. Dia 21 será a vez de Zé Maria. O local será o Plenário Tancredo Neves na Câmara de Vereadores.
REUNIÃO
A próxima reunião do legislativo local contará com três vetos e dois projetos para serem apreciados. Os vereadores irão apreciar o veto total do prefeito ao projeto de Ditinho Ferreira que dispõe sobre a introdução e a utilização do papel reciclado no serviço público municipal. O projeto da petista Mercedes Roveri Grande que dispõe sobre a afixação de placa nos postos de atendimento aos usuários do sistema publico de saúde também foi vetado. O ultimo veto diz respeito ao projeto do tucano Juca Bortolucci que determina que os novos loteamentos sejam responsáveis pela construção de canteiros centrais em avenidas.
PROJETOS
Os vereadores irão apreciar o projeto 48/2008 de Mercedes Roveri Grande que dispõe sobre alteração na lei que determinou sobre o tempo de espera nas filas das agências bancárias no município. A comissão de justiça e redação emitiu parecer contrário que foi rejeitado em 22 de julho. Outro projeto de Ditinho Ferreira denomina rua no Jardim Dona Regina.
FALHA
Uma falha no sistema de informática do TSE (Tribunal Superior Eleitoral) deve atrasar a divulgação da primeira parcial da prestação de contas dos candidatos nas eleições de outubro. Por determinação da lei eleitoral, dois relatórios parciais de prestação de contas da arrecadação de valores devem ser divulgados --em agosto e em setembro. O tribunal havia prometido divulgar o relatório de agosto às 21h da última quarta-feira. A nova previsão é para a segunda ou terça-feira da próxima semana. O problema, diz o TSE, é a sobrecarga de dados. Há 442.038 contas de candidatos e comitês financeiros de campanhas que enviaram informações, quase todos nas últimas horas do prazo estabelecido. Isso teria tornado lenta a consolidação dos dados na base unificada. Segundo a assessoria de imprensa do tribunal, a Lei Eleitoral não estabelece um prazo para a divulgação dos dados. O TSE afirmou ainda que tem equipes de técnicos trabalhando durante o dia e de madrugada, e deve manter plantões no final de semana para concluir a alimentação dos sistema.
OCIOSIDADE
Os laboratórios públicos brasileiros, criados com a missão de fornecer medicamentos de qualidade e baixo custo para o Sistema Único de Saúde (SUS), estão hoje, em média, com 60% de sua capacidade de produção ociosa. A avaliação é da própria Associação dos Laboratórios Farmacêuticos Oficiais do Brasil (Alfob), que reúne os 18 laboratórios, e revela a falta de uma política de produção nacional de remédios que inclua o setor. Segundo o presidente da entidade, Ricardo Oliva, responsável também pela Fundação para o Remédio Popular (Furp), laboratório público do Estado de São Paulo, "hoje não existe um programa para esses laboratórios, que nem sequer trabalham como se fosse uma rede, e algumas unidades podem até fechar?. Assim como a Alfob, estudos de universidades e da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) vêm alertando nos últimos anos sobre a ineficiência dos laboratórios oficiais - e que problemas de gestão explicariam a baixa produtividade. A situação do setor assume importância porque a produção e o acesso a insumos e medicamentos se transformaram em questão estratégica para o Brasil, que tem gasto cada vez mais recursos públicos para garantir os principais remédios à população. Os custos saltaram de R$ 1,9 bilhão em 2002 para mais de R$ 4 bilhões em 2006. Além disso, o País tem buscado iniciar a produção nacional de medicamentos de alto custo como o Efavirenz, contra a aids, cuja patente foi licenciada compulsoriamente em 2007.
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