Guardas Municipais recebem curso de capacitação técnica

Guardas civis passam por treinamento especial

A Guarda Civil Municipal de Santa Bárbara d'Oeste continua recebendo investimentos na infra-estrutura e na preparação da corporação. No mês passado teve início o curso de capacitação técnica profissional, oferecido a 142 guardas que realizam o patrulhamento na cidade. Até o final de agosto os patrulheiros passarão por aulas práticas e teóricas, que servirão para aperfeiçoar sua atuação.
O curso é uma parceria do Ministério da Justiça e o Município e atende exigência da Secretaria Nacional de Segurança Pública (SENASP). Seu objetivo é padronizar e uniformizar a ação das Guardas Municipais de todo o país, por meio da capacitação e valorização dos profissionais que atuam nessa área.
De acordo com o secretário de Segurança, Trânsito e Defesa Civil, Eulício da Silva Pequeno, o curso está previsto na Matriz Curricular Nacional para Guardas Municipais e no convênio celebrado com a Polícia Federal para a manutenção do porte de arma de fogo. "Nossos patrulheiros poderão atuar mais confiantes na segurança da cidade", frisou.
Com duração de 60 horas e ministrado por instrutores da Associação das Guardas Municipais do Estado de São Paulo, os patrulheiros participam de aulas sobre legislação, direitos humanos, técnicas e procedimentos operacionais, ordenamento de trânsito, preservação do meio ambiente e defesa pessoal. "A ação é muito proveitosa e traz um benefício enorme para o guarda. Na abordagem ou durante um distúrbio o preparo físico e psicológico é fundamental. Quem ganha é a população, que terá uma corporação melhor preparada" ressaltou Eulício. O curso prevê ainda aula de tiro prático e oficinas sobre segurança com alunos da rede pública de ensino.
A Guarda Civil Municipal conta atualmente com um efetivo de 153 patrulheiros, sendo 142 homens e 11 mulheres. Possui 13 viaturas e 9 motocicletas. Os patrulheiros contam com armas, coletes balísticos, rádios comunicadores e todo material necessário para o desenvolvimento da atividade.


Marmoraria é assaltada no Distrito Industrial

A Marmoraria Strapasson da Avenida Interdistrital no Distrito Indristial foi assaltado no início da noite de sexta-feira.Consta que dois indivíduos armados e utilizando capacetes invadiram o escritório da empresa, abordaram funcionários e roubaram certa quantia em dinheiro. Fugiram utilizando uma motocicleta.


Motorista causa acidente em avenida

Às 21 horas de sexta-feira, José Valdir Gonçalves, 51 anos conduzia o veículo Caravan, placas CFX 1731 na Avenida Antonio Pedroso, quando veio a colidir com a Ecosport,placas DUE 6526 dirigido por João Eudes Lopes, do Parque Planalto. Em seguida Caravan atingiu o Tempra, placas BUG 4545 de Júlio Cezar de Lima, que estava estacionado. Policiais que atenderam ocorrência constataram que o condutor da Caravan aparentava estar embriagado e passou por laudo clínico no Pronto Socorro Municipal.


Dupla assalta coletivo da AVA no Parque Zabani

Um assalto a um coletivo da Auto Viação Americana (AVA) ocorreu às 20h30 de anteontem na Avenida Augusto Scomparim, no Parque Zabani. O coletivo parou para entrada de passageiros, quando subiram dois desconhecidos sendo que um deles se aproximou do cobrador J.B.S, 37 anos, e fazendo menção de estar armado roubou R$ 35,00 em dinheiro e 33 passes.Em seguida os ladrões deixaram o ônibus.


Gol levado no centro

O veículo Gol, placas DEB 6597 pertencente a Edvaldo Cardoso dos Santos, 46 anos foi furtado na sexta-feira. O carro estava estacionado na Rua General Osório, centro da cidade.


Honda Fit seguia em ziguezague

Os policiais militares Alves e Guilherme na noite de anteontem patrulhavam na Avenida Tiradentes quando depararam com um veículo Honda Fit, placas DTR 1078 dirigido por Eduardo José Dias, 49 anos, vendedor, que seguia em ziguezague. Ele aparentava estar embriagado e foi levado para o Pronto Socorro Municipal.


Assalto a residência termina com morte

Uma tentativa de assalto a uma residência terminou com um saldo de uma vítima morta e outra ferida, na noite de sexta-feira, no Jardim Jussara, região de Vila Sônia, na zona sul da capital paulista.
Armados, quatro jovens, todos aparentemente adolescentes, renderam dois irmãos pernambucanos que poliam um Astra prata, de placas de Caruaru (PE), na garagem de uma residência, na Rua Ernesto Sena.
Ao perceberem que tratava-se de um assalto, as vítimas teriam corrido, mas foram baleadas. O irmão mais velho morreu no local; o outro foi levado para o pronto-socorro municipal Dr. Caetano Virgilio Neto (PS Bandeirantes) e sobreviveu
O quarteto fugiu sem levar nada. O caso foi registrado no 34º Distrito Policial, de Vila Sônia. Segundo a polícia, a família mudou-se para esta casa havia três meses. O Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) foi acionado.


Policiais são presos acusados de extorsão

Dois policiais civis de Ribeirão Preto e um policial militar de São Carlos foram presos preventivamente em flagrante acusados de tentativa de extorsão de dinheiro de comerciantes.
Em São Carlos, onde a Polícia Militar foi alvo de sete denúncias de abusos de autoridade cometidos por seus agentes nos últimos 15 dias, o soldado José Marcos Costa foi preso acusado de extorquir dinheiro em troca de facilitação de exploração de duas máquinas caça-níqueis.
Costa estava de férias e, fardado, se apresentou em um bar do bairro Tijuco Preto e exigiu R$ 100 para não mandar apreender duas máquinas.
"Aproveitei um tempo e liguei para a PM. Quando ele chegou, já tinha outro policial para prendê-lo. Para mim, ele foi um trouxa", disse o comerciante, que pediu que seu nome não fosse publicado.
Sobre o medo de sofrer algum tipo de represália por parte do preso, o comerciante se disse tranqüilo. "Sou de Pernambuco, onde morre gente todo dia. Acho que fiz o certo nesse caso", afirmou.
Em Ribeirão, os investigadores do 2º DP, nos Campos Elíseos, Eduardo Carlos Figueiredo, 48 anos, e Fernando Antônio Rossato, 48 anos, foram detidos por um agente da Corregedoria da Polícia Civil acusados de extorquir dinheiro do dono de uma lanchonete na Vila Tibério.
Segundo a Secretaria da Segurança Pública, eles foram ao estabelecimento do comerciante de 52 anos, que não quis se identificar, e pediram dinheiro para não o acusarem de receptação de contrabando.
"Dei R$ 1.000 que tinha comigo na lanchonete e disse que o resto buscaria no banco", disse o comerciante. No intervalo, ele conseguiu avisar um parente, que acionou a corregedoria.
Antônio Roberto Sanches, advogado dos policiais civis, informou apenas que não há provas para a prisão em flagrante. Ele adiantou que deve fazer pedido de relaxamento da prisão.


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