União Barbarense joga em Jundiaí com três zagueiros

Vinicius entra na zaga hoje

A goleada por 5x2 diante do Palmeiras no último sábado serviu para uma série de providências que foram tomadas por parte da direção do União Barbarense e da comissão técnica.
Por parte da diretoria foi definido que nos próximos dias virão alguns reforços para posições ainda carentes e conseqüentes dispensas irão ocorrer. Aqueles que não estão agradando devem ser dispensados pelo clube.
Já o técnico Sérgio Velloso que ficou muito revoltado com a apresentação de sua equipe e o rendimento de alguns jogadores fará mudanças na equipe que logo mais a tarde enfrenta o Paulista em Jundiaí.

DEFINIÇÕES
No coletivo de ontem, Velloso perdeu o substituto imediato de Maurim que cumpre suspensão devido a expulsão. O volante Jô se contundiu e fica de fora hoje. Assim ele terá que optar em jogar com três zagueiros, passando para o sistema 3-5-2. Vinicius se junta a Renato e Cezar, dando assim mais liberdade para os alas Francis (direita) e Alex (esquerda). Fábio Leite enfrenta no meio campo em substituição a Rodrigo Ost que não rendeu o que se esperava.
Assim o União inicia a partida de hoje com: Zé Carlos, Renato Furlaneto, Vinicius e Cezar, Francis, Diego, Fábio Leite, Vagner Marques e Alex, Luis André e Guilherme Camargo. O atacante Ramon que teve sua situação definida esta semana fica como opção no banco de reservas. O técnico Sérgio Velloso poderá desempenhar normalmente suas funções, já que foi absolvido no julgamento de segunda-feira no TJD da Federação. Ele apresentou sua defesa perante os juizes, bem como o presidente Reinaldo Brugnerotto. “Se não estivesse lá, fazendo minha defesa, certamente seria punido por até 3 meses. Felizmente os juizes entenderam e fui absolvido” comentou ontem. Já o zagueiro Luan devido a expulsão contra o Guarani foi suspenso por duas partidas e cumpre a segunda hoje.
O Paulista de Jundiaí ocupa a segunda colocação com 7 pontos (duas vitórias e um empate) e vem de empate sem gols com o Guarani em Pedreira. A partida está programada para às 15 horas no Estádio Jaime Cintra e terá arbitragem de Leandro Carvalho Silva.


César Cielo garante vaga na final dos 100 m livre

As semifinais dos 100m livre tiveram duas quebras de recorde mundial. Na primeira bateria, o francês Alain Bernard cravou 47s20. A marca foi ultrapassada em seguida pelo australiano Eamon Sullivan, que completou a prova em 47s05. Quem também avançou à decisão foi o brasileiro César Cielo, com o oitavo tempo (48s07).
Quinto colocado em sua bateria, Cielo já nem acreditava mais que avançaria à final quando saiu da piscina. “Foi uma prova boa, mas acho que não conseguirei passar. Infelizmente, agora é pensar na frente”, lamentou o brasileiro, não contando que apenas três nadadores o superariam na outra semifinal.


Corinthians cede empate ao Avaí no final, mas segue na liderança

Um gol de bicicleta de Evandro no final da partida impediu o Corinthians de assegurar a conquista simbólica do primeiro turno da Série B, com uma rodada de antecipação. O time de Mano Menezes cedeu o empate ao Avaí aos 38 minutos do segundo tempo, no lance mais bonito do jogo disputado nesta terça-feira, em Florianópolis.
Até antes do gol do Avaí, parecia que o Corinthians determinaria o fim da trégua dada a seus principais adversários, após a derrota para o Vila Nova (2 a 1) no jogo anterior. Mas o time da casa soube reagir, aproveitando-se também de uma certa acomodação do visitante.
"Entramos com o espírito do algo a mais", disse Menezes, tranqüilo por causa da vantagem mantida pelo seu time em relação aos demais concorrentes ao acesso em 2009. A equipe chegou aos 36 pontos, dois à frente do próprio Avaí, e encerrará o turno em casa, no sábado, contra o fraco América-RN - muito cotado para amargar nova queda e iniciar o ano que vem na Série C.
Nem a chuva forte na capital catarinense diminuiu o entusiasmo das duas torcidas até o começo da partida. Com a bola rolando, a do Avaí viu o atacante Rafael Costa perder três oportunidades incríveis de gol. Já os corintianos notaram e aplaudiram o goleiro Júlio César, que substituiu Felipe, expulso contra o Vila Nova. O reserva fez pelo menos cinco defesas difíceis no escorregadio gramado da Ressacada. Foi o melhor do Corinthians. Só não conseguiu deter a bicicleta de Evandro.
O jogo era disputado em ritmo veloz quando Douglas abriu o placar ainda no primeiro tempo, com um toque de esquerda, após cruzamento na medida de André Santos. Para acertar o gol, o Corinthians precisou dar antes cinco ou seis chutes de fora da área, sem nenhuma pontaria. Eventuais desculpas de que chovia, a bola escorregava, entre outras, não devem ser levadas em consideração pelo torcedor com um mínimo de rigor.
Faltava aos atacantes do Corinthians competência. E como erravam tanto nas finalizações, Dentinho, Herrera e Lulinha passaram a ‘cavar’ faltas. Isso não funcionou. "Joga em pé, Dentinho!", gritou Mano Menezes ao ver que o atleta se atirava em campo após choques normais com adversários.
O Avaí voltou mais ousado no segundo tempo e, aos 10 minutos, o técnico Silas trocou Rafael Costa por Evandro. Demorou na substituição. O atacante mudou a história do jogo e manteve a esperança do Avaí de encerrar o turno à frente do Corinthians.


Reservas do São Paulo empatam com o Atlético-PR, em Curitiba

A Copa Sul-Americana está no calendário do São Paulo. Porém, praticamente só no papel. Como não oferece boas cotas em dinheiro tampouco maior repercussão para um time acostumado a títulos internacionais, virou um grande laboratório. O time entrou em campo com 11 reservas, numa mescla de garotos com alguns jogadores mais experientes, como o goleiro Bosco, Juninho, Anderson e Júnior. Até se poderia esperar uma derrota para o Atlético Paranaense, em plena Arena da Baixada, mas o misto são-paulino teve boa atuação e arrancou um empate em 0 a 0.
O técnico Muricy Ramalho, em comum acordo com a diretoria, resolveu poupar os titulares e deixá-los focados apenas na disputa do Campeonato Brasileiro, onde o time busca o tricampeonato e está a oito pontos do líder Grêmio.
Logo no início, os meninos do Morumbi já mostraram a que vieram. Aos 3 minutos, Cazumba levou a bola até o ala-direito Rafael, que entrou na área a dribles e finalizou por cima. O exigente treinador aplaudiu.
Apesar das pretensões são-paulinas não serem exatamente de título, Muricy não ousou: como o contestado Juninho devia entrar em campo, optou por uma linha de três jogadores atrás. A medida deu segurança ao setor, que pouco teve trabalho mesmo contra um Atlético com os titulares e ávido por um bom resultado em frente a sua torcida.
O time paranaense teve maior domínio da partida. Mas com os paulistas bem postados na defesa, restava apenas chutar de longe Apenas uma finalização de Chicão, da intermediária, causou alguma preocupação no primeiro tempo: passou raspando a trave.
Na segunda etapa, os atleticanos vieram com mais força. Logo no início, Julio dos Santos acertou a trave de Bosco. Os meninos de Muricy sentiram um pouco da pressão e se retraíram atrás. O veterano Júnior, que no primeiro tempo fez boas jogadas com Cazumba pela esquerda, perdeu o vigor e não conseguiu fazer a ligação ao ataque com a mesma eficiência.
O empate em 0 a 0 não deixava de ser um bom resultado para uma equipe reserva e fora de casa. Se o time acertasse um contra-golpe então, poderia melhorar. Mas não foi o caso.
Quem chegou mais perto de marcar foi o Atlético. Bosco teve que trabalhar várias vezes - nada que causasse maior tensão, é bem verdade. Principalmente porque aos paranaenses faltava efetividade. Chegavam à área são-paulina, mas chutar em gol mesmo foi raro. Na melhor chance, o meia Rodriguinho não estava com o pé acertado e errou o chute num cruzamento de Ferreira pela direita.
Mesmo sem vitória, Muricy gostou. No jogo da volta, no Morumbi, no próximo dia 27, o São Paulo precisará apenas de uma vitória por 1 a 0 para continuar na competição. No mais, também aprovou a atuação da molecada.


Mais uma rodada de truco hoje no União

O Campeonato municipal de Truco, a Fabrica de Amizades tem rodada hoje na fase final e torneio incentivo. Estes os encontros programados para o salão social do União Barbarense:

FASE FINAL
Vitória Auto Peças x To K To, Santa Fé x Unidos Mollon, Siqueira Campos x Os Amigos, Ari Veículos x Alcapone, O mundo acabou x New Car, Santa Inês x Ref. Santa Bárbara B, Elétricos x Os Invencíveis

INCENTIVO
Pangaré x Boa Esperança, Flor do Mar x Parada Dura, MB Veículos x Arueira, Fantasmas x Ref. Santa Bárbara A, Mão de aço x Bem Bolado.


Festival da garotada: Inscrições terminam sexta-feira na Seme

As equipes interessadas em participar do Festival da Garotada 2008, tem até sexta-feira, dia 15 para confirmarem inscrição na Secretaria Municipal de Esportes (Seme). Este ano serão disputadas as categorias: mamadeira (para nascidos em 2000, 2001 e 2002), fraldinha (para nascidos em 1998 e 1999) e pré-mirim , para nascidos em 1996 e 1997.


Judô abre quadro de medalhas do Brasil em Pequim

Sairam as primeiras medalhas do Brasil nos Jogos Olímpicos de Pequim ontem. Leandro Guilheiro e Ketleyn Quadros conquistaram o bronze no judô, categoria peso leve, e já igualaram o desempenho da equipe brasileira da modalidade nos Jogos de Atenas, em 2004. A vitória de Ketleyn no feminino tem um sabor mais do que especial, já que é a primeira medalha olímpica de uma brasileira em um esporte individual nos Jogos e a primeira medalha da história do judô feminino na competição. Com os dois bronzes, a seleção brasileira de judô se iguala ainda à equipe de atletismo em números de medalhas em todas as edições de Olimpíadas, 13, ficando atrás apenas da vela, que tem 14 até Pequim.
- A ficha ainda está caindo. Sei que isso é muito positivo para mim e para o judô brasileiro. Mas eu ainda não pude ter noção de tudo isso - disse Ketleyn .
Ao lado da lutadora, a técnica da equipe feminina do Brasil, Rosicléia Campos, vibrava com o feito inédito.- A gente fez história! - gritava Rosicléia.
O feito de Leandro Guilheiro não é menos especial. Afinal, Leandro chega em Pequim ao seu segundo pódio olímpico, igualando o número de medalhas de Aurélio Miguel (ouro em Seul (1988) e bronze em Atlanta (1996)) em Olimpíadas. Na decisão do masculino, Guilheiro fez uma luta relâmpago, derrubando o iraniano Ali Malomat em 23s, e conseguindo o ippon, pontuação máxima do esporte. O bronze de Ketleyn chegou um pouco antes, com a vitória da brasiliense sobre a australiana Maria Pekli, com um ippon no golden score, após ter empatado com uma punição para cada lado nos cinco minutos de luta.
A caminhada para os feitos históricos
Leandro e Ketleyn pegaram nomes fortes do judô mundial nesse caminho até as duas medalhas de bronze. Em sua primeira luta em Jogos Olímpicos, a brasiliense de 20 anos passou pela atual vice-campeã asiática, a sul-coreana Sin-Young Kang. Do outro lado, Guilheiro tinha uma estréia que parecia mais tranqüila, contra o argentino Mariano Bertolotti. Entretanto, a punição sofrida no início fez com que Leandro tivesse que correr atrás do placar. A técnica, aliada com o uso correto da regra, fez Leandro Guilheiro forçar o adversário a sofrer seguidas punições, garantindo a virada e a vitória na estréia.
O destino, porém, foi diferente para os dois medalhistas de bronze na segunda luta do dia. Ketleyn mostrou que não se intimida com títulos e encarou de igual para igual a medalhista de bronze em Atenas, a holandesa Deborah Gravenstijn. Entretanto, a experiência da adversária contou e a brasiliense foi surpreendida com um contra-golpe, sofrendo o koka que lhe tiraria da caminhada pelo ouro. No masculino, Leandro aplicava o primeiro ippon brasileiro em Pequim, derrubando o sul-africano Marlon August.
Enquanto Ketleyn torcia por sua adversária para ir à repescagem, o que aconteceria mais tarde com a vitória de Deborah sobre a espanhola Isabel Fernandez, Leandro via o sonho do ouro ser adiado, ao perder no golden score para o atual campeão mundial, o coreano Kichun Wang. Com Wang na semifinal, Guilheiro tinha a tranqüilidade de saber que o bronze ainda era possível.
Os dois judocas provaram na luta seguinte que as derrotas não haviam balançado sua confiança. Com um semblante bastante confiante, principalmente para uma estreante, Ketleyn passou simplesmente pela campeã olímpica (Sydney-2000) e mundial (1997) Isabel Fernandez, com uma punição por falta de combatividade para a espanhola durante o golden score. Leandro estreou na repescagem com estilo, ao vencer por ippon o uzbeque Shokir Muminov.
Faltavam então duas lutas para o pódio. E Ketleyn Quadros garantiu com um ippon sobre a japonesa Aika Saito a que já era a melhor participação de uma judoca brasileira na história das Olimpíadas. No masculino, Leandro Guilheiro seguia sua seqüência de ippons, conseguindo o terceiro, desta vez sobre o ucraniano Gennadii Bilodid na final da repescagem.
Na disputa do bronze, a tensão ficou do lado apenas da torcida brasileira. Dentro do tatame, os judocas mostravam muita concentração e tranqüilidade para despachar seus adversários. Primeiro foi a novata Ketleyn, que com um ippon, o seu segundo em Pequim, derrotava a australiana Maria Pekli e garantia a medalha inédita. Depois veio Leandro para coroar o dia, com um ippon relâmpago aos 23s de luta sobre o iraniano Ali Malomat.


Para Timão, decisão do turno é hoje

A diferença de pontos do Corinthians para o segundo colocado da Série B do Brasileiro, que já foi de sete pontos na sexta rodada, caiu para apenas dois justamente na reta final do primeiro turno.
Agora, pela primeira vez, o Timão pode ser superado na Segundona. hoje, na Ressacada, em Florianópolis, Avaí e Corinthians fazem a final antecipada do turno. Se vencer, o time catarinense assume a ponta e decide o "título" contra o São Caetano, no Anacleto Campanella. Se der Timão, a diferença sobe para cinco pontos. E tchau!
- Vamos pensar bem sobre este jogo porque o Avaí cresceu nas últimas partidas e nossa estratégia é não permitir a aproximação dos adversários - diz o técnico Mano Menezes.
- A pequena diferença de pontos é preocupante, mas nós ainda somos líderes. E o Corinthians não costuma jogar mal e perder dois jogos seguidos - afirma o lateral André Santos.
De fato, é incomum o Timão ser derrotado duas vezes seguidas. Com Mano, em 48 jogos na temporada, isso só aconteceu uma vez: em 6 e 16 de abril, perdeu para Noroeste e Goiás, respectivamente. Foi o pior momento da equipe no ano. Eliminado do Paulistão e tendo de virar os 3 a 1 da derrota em Goiânia, o Corinthians foi alvo de protestos de torcedores e alguns jogadores, como Acosta, Lulinha, Finazzi e Herrera, tiveram a cabeça pedida pela Fiel.
Na ocasião, o Timão passou 14 dias sem jogar. Fez apenas um amistoso contra o Cene, em Campo Grande, e uma intertemporada em Itu . Nas 12 partidas seguintes, acumulou dez vitórias e apenas duas derrotas - uma delas, contra o Sport, na final da Copa do Brasil, foi traumática, mas não provocou crise de maiores proporções.
- Nós trabalhamos para não ficarmos empolgados com os elogios depois das vitórias nem desesperados com as críticas após as derrotas - repete Mano, sempre controlado.
A delegação corintiana viajou no domingo à noite para Florianópolis. Deixou os mais de 30°C e o clima seco de Goiânia para encarar o frio de quase 15°C e o tempo chuvoso de Floripa.Hoje é dia de final.


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