
O União Barbarense foi melhor e mereceu vencer ontem o Rio Branco em Americana.
A rivalidade entre União Barbarense e Rio Branco estava em campo ontem pelo Campeonato Paulista Sub-20. Era um derbi regional, e o União Barbarense foi superior e conseguiu somar três pontos após quatro partidas sem vencer.Fato lamentável ocorreu envolvendo torcedores riobranquenses e um casal de Santa Bárbara.A Polícia Militar teve que intervir.
GOL SÓ NO SEGUNDO TEMPO
Sérgio Velloso teve que mexer na equipe devido as contusões.Mas conseguiu colocar em campo um time bem posicionado diferente do que viu principalmente contra o Palmeiras e XV.A zaga bem postava e Jô comandando o time no meio-campo.Aos 7 minutos, na cobrança de uma falta, Jô obrigou o goleiro americanense a praticar uma grande defesa.
A contusão do meia Vagner Marques levou o União a realizar uma alteração ainda na primeira etapa.Rodrigo Ost entrou no seu lugar.
O Rio Branco teve uma única oportunidade. Aos 33 minutos após cruzamento Jean livre, cabeceou para fora, perdendo um gol incrível. Técnicamente o primeiro tempo foi fraco, não agradando ao pequeno público que compareceu ao Riobrancão.
Fato lamentável foi uma briga entre torcedores da uniformizada do Tigre e um casal de torcedores(o rapaz estava com a camisa do União).A PM precisou intervir para que o rapaz que é integrante da Tusb sofre massacrado. Durante toda a partida os torcedores do RB entoavam refrões contra os barbarenses-cidade, União e Tusb.
Para o segundo tempo, o União voltou melhor. Logo aos 11 minutos Guilherme se aventurou ao ataque, obrigando Diego a efetuar uma boa defesa,evitando o gol.
Mas aos 30 minutos, Luis André em jogada individual passou por dois adversário, e na cara do gol, chutou forte no canteiro direito, abrindo o marcador.O União teve outra grande chance aos 34 minutos com Thiago Francisco, que perdeu um gol incrível.
O Rio Branco até os últimos minutos tentou, mas a zaga alvinegra de Santa Bárbara estava bem postada. O União destaque para o goleiro Zé Carlos, e principalmente para o meiocampista Jô. O Leão da 13 foi a 8 pontos ganhos.
O União volta a campo no dia 30 para enfrentar em Santa Bárbara a Portuguesa de Desportos.
Complemento de rodada
Pelo grupo 3, três partida completam hoje a sexta rodada
Portuguesa Desportos x Guarani
XV de Piracicaba x Paulista
SEV x Palmeiras
Momentos de emoção foram registrados ontem, durante evento no auditório da Unimed, em Americana, com a presença do campeão e recordista olímpico César Cielo Filho. Dezenas de colaboradores e médicos da cooperativa que patrocina o nadador há 12 anos participaram da solenidade e a grande maioria se emocionou ao rever no telão a prova dos 50 metros livre que Cielo venceu nos Jogos Olímpicos de Pequim, na China.
O campeão olímpico, sua mãe Flávia e muitos dos presentes não conseguiram conter as lágrimas. As imagens do atleta no alto do pódio durante a execução do Hino Nacional também chegaram a arrepiar. Durante os discursos, o presidente da Unimed Santa Bárbara d´Oeste, Americana e Nova Odessa, Rafael Moliterno Neto, de forma emocionada, parabenizou César Cielo Filho pelas conquistas em Pequim.
A mãe Flávia agradeceu à cooperativa médica. "Nossa família tem um carinho todo especial pela Unimed e agradecemos por ter acreditado no Cesão", disse. César Cielo, pai do nadador e médico cooperado da Unimed, também falou durante o evento. "Há 12 anos, junto com mais alguns pais de nadadores do Esporte Clube Barbarense, apresentamos uma proposta para que a Unimed passasse a apoiar o projeto de natação. A formação do cidadão sempre foi o principal objetivo e a Unimed acreditou no trabalho. Felizmente, conseguimos formar um campeão olímpico", comentou.
O campeão olímpico César Cielo Filho mostrou-se feliz com a recepção carinhosa que teve na Unimed. "Estive aqui na Unimed no ano passado, logo após o Pan do Rio, e estou voltando agora, no melhor momento da minha vida e da minha carreira. Juntos, temos dado um passo de cada vez. Sei que a partir de agora aumenta minha responsabilidade, mas vou continuar me dedicando como sempre fiz para buscar as vitórias", disse o nadador. Após o evento no auditório da Unimed, César Cielho Filho fez uma série de fotos com colaboradores e médicos da cooperativa e distribuiu inúmeros autógrafos. Antes de almoçar com a diretoria, o campeão olímpico visitou algumas alas do Hospital Unimed, com atenção especial à pediatria.
O Campeonato Barbarense de Futebol , o Varzeanão 2008 tem rodada neste final semana, com jogos da primeira e segunda divisões.
Estas as partidas
HOJE-SABADO
PRIMEIRA DIVISÃO
CEM Mirzinho Daniel
13h45- Rossigás x Vitória
15h45- 1º de Maio x Lava Jato
CEM Santa Rita
13h45- Unidos Pérola x Holanda
15h45- TUSB x Guarani
CEM Laudisse
13h45- Unidos Linopolis x EC Batagin
15h45- Fluminense x Mollon
SEGUNDA DIVISÃO
CEM Cidade Nova
15h45- Atlético Pérola x Os Uvos
AMANHÃ-DOMINGO
CEM Mirzinho Daniel
8h45- Atlético São Joaquim x Frezarin
10h30- Sekabar x Corintinha
CEM Santa Rita
8h45- SE do Vale x União Sulmatogr.
10h30-San Rochester x Criciúma
CEM Laudisse
8h45- Real Vista Alegre x Caiubi
10h30- União Aparecida x EC Hugo
CEM Cidade Nova
8h45- Tusb Zona Leste x Beija-Flor
10h30-Mundial Ebenezer x Olhos d'água
Estas as competições que equipes da Seme de Santa Bárbara estarão participando neste sábado.
VOLEI SUB-21
A equipe de vôlei masculino ,sub 21 receberá a equipe de Jundiaí, hoje para mais uma partida válida pela Liga Regional de vôlei.A partida acontece no Ginásio Djaniro Pedroso, às 16h00.
VOLEI INFANTIL
A equipe masculina de vôlei infantil de Santa Bárbara enfrenta o Clube Fonte São Paulo/Limeira na segunda partida da semifinal da Copa Regional. A equipe barbarense precisa vencer este jogo para forçar a terceira partida, a fim de assegurar a vaga na final da competição.No primeiro encontro, o sexteto local perdeu por 3x1, jogando em Santa Bárbara. A partida de hoje acontece às 14h30, na casa dos adversários.
JUDÔ
A equipe de Judô disputa neste sábado a Copa da Amizade, na cidade de Pirassununga. Os judocas barbarenses seguem para esta disputa na esperança de conseguir bons resultados e trazer medalhas.
Maurren brilha e encerra
jejum de 24 anos do atletismo
Maurren Higa Maggi encerrou de forma triunfal ontem o jejum de medalhas de ouro do atletismo brasileiro que já durava 24 anos, ao conseguir um grande salto em sua primeira tentativa na final da competição em distância na Olimpíada de Pequim.
De quebra, ela também conquistou o primeiro ouro individual feminino da história das participações olímpicas brasileiras.
A última vez que o atletismo havia conquistado um ouro em Olimpíadas havia sido com Joaquim Cruz, nos 800 metros rasos dos Jogos de Los Angeles, em 1984.
"A prova foi emocionante, eu estava dentro dela o tempo inteiro. Eu estava pronta pra saltar na última tentativa e foi muita sorte ela não ter conseguido superar", disse Maurren depois da prova, referindo-se à rival Tatyana Lebedeva.
A disputa com a russa, sua principal adversária na noite, foi dramática, apesar de as duas terem feito apenas dois saltos válidos cada uma, já que a primeira queimou quatro tentativas e a brasileira queimou três (não precisou fazer o último salto).
O salto do ouro, de 7,04 metros, foi executado por Maurren na primeira rodada de tentativas.
"Foi um salto seguro, bati na tábua com o pé inteiro. Eu estava buscando um salto perfeito para melhorar minha marca", afirmou.
"E a partir dali, já joguei pressão pra cima das outras", acrescentou.
O primeiro salto de Maurren resistiu durante toda a competição, com seis rodadas de saltos não rendendo marca melhor.
Em sua tentativa derradeira, Lebedeva fez um ótimo salto e o Estádio Nacional ficou em silêncio, no aguardo da divulgação da marca pela organização.
Por um centímetro a russa não empatou a disputa. Se isso acontecesse, ela teria a vantagem por até aquele momento ter o segundo melhor salto na comparação com Maurren, o que forçaria a brasileira a buscar uma marca pelo menos acima de 6,97 metros (2o melhor salto da russa) para ficar com o ouro.
Mas não foi necessário. Logo após os placares no estádio mostrarem o salto de 7,03 metros de Lebedeva, Maurren correu para abraçar o técnico Nélio Moura, que já havia visto dias antes um dos seus atletas levar o ouro, o panamenho Irving Saladino. Depois a brasileira deu a volta no estádio levando as bandeiras do Brasil e da China.
Lebedeva reconheceu a superioridade da rival na noite.
"Olimpíada é diferente de um Mundial ou outra competição. Tem que dar tudo certo para se vencer e hoje deu tudo certo pra ela. Era o dia dela", afirmou.
"Eu estava lutando até o final. Todo mundo quer o ouro olímpico, mas infelizmente só tem um".
VOLTA TRIUNFAL
Maurren chega ao seu maior feito após ter superado uma longa suspensão aplicada pela federação internacional de atletismo depois do anabolizante Clostebol ter sido encontrado em seu corpo.
A atleta, que diz que a substância fazia parte da fórmula de uma pomada cicatrizante que usou depois de fazer depilação definitiva, chegou a pensar em parar com o atletismo.
"Foi uma fatalidade. Depois de dois ou três anos eu comecei a pensar que ainda havia alguma coisa que eu devia fazer", afirmou a atleta, que decidiu então retomar gradualmente os treinos com Nélio, com quem trabalha há 16 anos.
"Eu não pensava que ia chegar à medalha olímpica. Fomos fazendo passo a passo, mas no começo fiquei com medo quando meus primeiros saltos eram de 6 metros. Eu queria voltar saltando 6,50, 6,60 metros".
Aos 32 anos, Maurren diz que nem passa pela sua cabeça a possibilidade de encerrar a carreira e quer tentar disputar sua terceira Olimpíada.
"Eu tenho o sonho de disputar mais uma. Vou batalhar muito para estar em Londres".
Ao final da entrevista, Maurren falou da filha Sofia, fruto de seu relacionamento com o ex-piloto de Fórmula 1 Antonio Pizzonia. A menina de 3 anos chorou quando ela partiu para a China.
"Eu disse que buscaria mais uma medalha, mas ela falou que eu já tinha bastante e ficou chorando. Me partiu o coração e eu pensei que tinha que fazer tudo isso valer a pena", contou.
Loucura e paciência terão que conviver em harmonia no time de vôlei masculino do Brasil na final olímpica que será disputada no domingo contra os Estados Unidos. A seleção brasileira venceu a Itália de virada, na semifinal de ontem, e sabe que contra o eficiente esquema tático norte-americano não pode errar.
A seleção dos Estados Unidos, além de mais alta que a brasileira, com vários jogadores acima dos 2 metros de altura, é forte defensivamente e tem nos saques do atacante Clayton Stanley a capacidade de pressionar o time adversário.
Além disso, o time norte-americano foi responsável por duras derrotas recentes do vôlei brasileiro, a última delas na semifinal da Liga Mundial, no Rio de Janeiro, no mês passado, calando o ginásio do Maracanãzinho.
"Temos que ser criativos, temos que ter mais sistemas, ocupar mais espaço e também não podemos conceder nada para um time que vem jogando muito bem e está motivado", disse o técnico brasileiro Bernardinho, após seu time mandar a Itália para a disputa do bronze com vitória por 3 sets a 1.
De acordo com Bernardinho, o time norte-americano também vem fazendo uma campanha motivada pela tragédia ocorrida em Pequim com o técnico da equipe, Hugh McCutcheon, cujo sogro foi assassinado a facadas por um suicida chinês durante os Jogos.
Para o treinador, que tentará o bicampeonato olímpico consecutivo, seu time precisa jogar mais consistente e ser mais regular do que foi na partida contra os italianos, quando a equipe começou a jogar ansiosa e bem menos empolgada que de costume, tendo que correr atrás do marcador.
"Os Estados Unidos têm uma visão tática fantástica e vamos ter de encontrar soluções para isso. A defesa deles é tão boa porque as bases deles são altas e ocupam o espaço", disse Bernardinho.
"Vamos sentar na caverna e tentar encontrar um caminho", acrescentou o treinador, referindo-se ao local em que seu grupo se reúne na Vila Olímpica. "Temos que baixar nossos erros e temos que ter paciência."
'LOUCURA'
Mas além de escolher a tática certa, o time do Brasil sabe que também não pode ficar sem a "loucura" que motiva os jogadores nos momentos decisivos dentro de quadra.
Para o ponta Murilo, o time perdeu o primeiro set contra a Itália porque estava muito morno. "A gente sabe que quando estamos assim fica difícil fazer ponto. A gente precisa da loucura, e é assim que vamos jogar com os EUA", afirmou. "A loucura vai ser essencial, mas vai ter que ser uma loucura com os pés no chão, não podemos rifar bolas", acrescentou.
O meio-de-rede Gustavo, que completa 33 anos no sábado mas nem pensa em comemorar ainda, acredita que a equipe precisa ter mais garra e mais vontade na final. "A gente tem muito fresco ainda o que aconteceu com os EUA vencendo a gente na Liga Mundial", afirmou o jogador, lembrando a semifinal perdida em casa.
Antes do jogo no Maracanãzinho, que deixou o Brasil de fora da final da Liga Mundial pela primeira vez sob o comando de Bernardinho, desde 2001, os Estados Unidos já tinham vencido o Brasil em outros momentos marcantes, inclusive tirando outro título da equipe diante da torcida brasileira.
No caminho para o ouro olímpico de Atenas-2004, o Brasil foi derrotado por 3 sets a 1 pelos norte-americanos na primeira fase, mesma história que se repetiu na Copa do Mundo de 2007, quando, antes de ser campeão, o Brasil caiu diante dos EUA. Em 2005, na final da Copa América, em São Leopoldo (RS), o Brasil também perdeu para o rival, por 3 sets a 2, na decisão.
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