REFLEXÃO
Mentir para Deus ou para as pessoas desgasta o relacionamento. A única diferença é que Deus já sabe.


MANIFESTAÇÕES
O clima não teve tão amigável entre os dois candidatos a prefeito no debate realizado segunda-feira a noite na igreja do bairro Cidade Nova. O templo esteve completamento lotado. Lá estavam cabos eleitorais e assessores dois dois candidatos. O evento foi filmado e certamente será utilizado nas campanhas no rádio e TV. Ocorreram várias manifestações do publico. Teve gente que comentou que o evento mais pareceu um programa de auditório .


NA POLÍCIA
Um desentendimento envolvendo um médico plantonista da Unidade Modular Afonso Ramos e membros da Corregedoria da Prefeitura foi parar na polícia anteontem a noite com registro de boletim de ocorrência (ver matéria pronta na página de polícia).


REUNIDOS
Um passarinho nos contou que parte do secretariado municipal passou o dia de ontem reunido no oitavo andar da Prefeitura. O assunto seria a vinda de uma empresa para Santa Bárbara.


MOMENTO
A cidade de São Carlos, terra da medalhista Maurren Maggi irá construir um momento em sua homenagem pela conquista do ouro em Pequim. Já que comenta que algo semelhante pode acontecer em Santa Bárbara, terra de César Cielo que também conquistou o ouro.


DEFÍCIT DA PREVIDÊNCIA
O déficit do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), a previdência do setor privado, teve queda de 20% de janeiro a julho deste ano, para R$ 20,8 bilhões, informou ontem o Ministério da Previdência Social. Nos sete primeiros meses de 2007, o resultado negativo somou R$ 26 bilhões. Segundo o Ministério da Previdência, a arrecadação líquida da Previdência somou R$ 88,5 bilhões de janeiro a julho de 2008, com elevação de 10,2% frente ao mesmo período de 2007 (R$ 80,3 bilhões). No caso das despesas com o pagamento de benefícios aos aposentados e pensionistas, a elevação foi menor neste ano: de 2,8%, para R$ 109,4 bilhões. Nos sete primeiros meses do ano passado, as despesas com o pagamento de benefícios somaram R$ 106,4 bilhões.


ELEIÇÕES:VIOLÊNCIA
Os casos de violência envolvendo candidatos às eleições deste ano preocupam o Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Pelo menos quatro casos foram registrados desde o início da campanha eleitoral. "É dever do TSE requisitar a força federal se a situação configura irregularidade do processo. A nossa predisposição para atuar é permanente", aponta o presidente do TSE, ministro Carlos Ayres Britto. Além Rio de Janeiro, que pediu reforço das tropas federais após candidatos e jornalistas terem denunciado atos de intimidação de traficantes e milícias, outros quatro estados já enviaram ao TSE pedido para que o Exército atue no dia da votação. Segundo o tribunal, um dos estados já teve pedido de reforço aprovado, o Pará, que solicitou a presença de tropas em 83 municípios. Amazonas, que pediu reforço em 15 cidades, Amapá (cinco) e Tocantins (duas) aguardam resposta do TSE. Ao todo, o tribunal recebeu até agora pedidos de 105 cidades dos quatro estados. Alguns pedidos são de "praxe" para reforço em aldeias indígenas ou regiões de fronteiras. Outros se referem a casos de violência registrados em eleições anteriores ou nesta campanha. Em Cabrobó, sertão de Pernambuco, o candidato a vereador pelo PT, Índio Mozani Araújo de Sá, foi assassinado em frente ao comitê de campanha, com vários tiros. Na cidade de Águas Lindas, Goiás, onde um candidato a vereador foi assassinado durante um comício, um candidato a prefeito contratou uma escolta particular e só sai para fazer campanha depois que uma equipe verifica as condições de segurança. No Pará, já foram registrados dois crimes nesta campanha: o assassinato de um candidato a vereador em Uruará, no oeste do estado. E o do candidato do PMDB a prefeito de Rio Maria, Agemiro Gomes da Silva, executado com um tiro na nuca. Na noite de segunda , uma reunião de campanha foi interrompida a tiros em Campina Grande do Sul, na Região Metropolitana de Curitiba (PR). A polícia não descarta a possibilidade de atentado.


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