REFLEXÃO
Uma testemunha insegura tem as vezes mais credibilidade do que uma muito esperta.


DESPEDIDAS
O major Jair Cubas Garcia (promovido recentemente) está deixando a cidade e consequentemente o comando da Companhia da Polícia Militar para assumir o sub-comando do Batalhão em Piracicaba. Ontem ele passou o dia para se despedir das autoridades e amigos. Esteve na redação do Diário onde agradeceu o apoio recebido durante o período que esteve em SB.


NA TV
Ontem a propaganda do candidato Zé Maria mostrou imagens gravadas na quarta-feira nas obras da nova Estação Rodoviária que já recebeu a cobertura. Ele também falou sobre a escola Senai. Já o candidato Mário Heins repetiu matéria sobre a questão da saúde e as filas nas unidades da cidade.


NA CIDADE
Segundo informações preliminares o Ministério da Saúde José Temporão poderá estar em Santa Bárbara na próxima semana para abordar a campanha da Rubéola ao lado do nadador César Cielo. A princípio a visita aconteceria hoje , mas foi adiada para quarta ou quinta-feira, dependendo da agenda de ambos.


VISITANDO
O deputado federal e presidente paulista do PSC, Régis de Oliveira esteve ontem na cidade, visitando o comitê da Coligação Nossa Cidade em Boas Mãos, onde conversou com políticos locais.


EFEITO ESTUFA
O governo do Estado de São Paulo vai propor uma redução mínima de 20% nas emissões de gases do efeito estufa até 2020, tomando como base as emissões estaduais de 1999. Essa foi a meta apresentada pelo secretário do Meio Ambiente, Xico Graziano, ao governador José Serra (PSDB), para um projeto de lei sobre mudanças climáticas que será encaminhado à Assembléia Legislativa nas próximas semanas. "Queremos mostrar claramente nossa posição firme de enfrentar esse desafio (do aquecimento global)", disse Graziano, ontem, no lançamento do Programa de Pesquisa em Mudanças Climáticas Globais da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp). Mais tarde, após uma reunião com Serra, o secretário confirmou os detalhes do projeto.O texto determina que seja feito um inventário das emissões de gases do efeito estufa no Estado no prazo de três anos, com base no qual será determinada uma meta de redução para 2020. "Mas essa meta não poderá ser menor do que 20% em relação a 1999", disse. "Está claro que tem de ser feito um inventário e que tem de haver metas."


GASTOS FUTUROS
A nova contabilidade pública em elaboração pelo governo federal exigirá o registro do passivo atuarial da Previdência Social - ou seja, os pagamentos que terá de fazer no futuro aos segurados. Esse passivo é o principal "esqueleto" que as mudanças no sistema de contabilidade, anunciadas pelo governo, deverão trazer à tona. "Hoje não contabilizamos o passivo atuarial. A contabilidade patrimonial terá de trabalhar com isso para registrar quanto custa cumprir as obrigações que o Estado tem com os aposentados e pensionistas até o fim da sua vida. Temos de calcular e registrar?, afirmou o secretário-executivo do Ministério da Fazenda, Nelson Machado, que participa, em Gramado, do 18º Congresso Brasileiro de Contabilidade. No encontro, o secretário anunciou que as diretrizes para as mudanças contábeis que deverão estar implementadas até 2012. Segundo Machado, o passivo atuarial é o esqueleto mais visível. "Mas é possível que tenha outros", admitiu. Para ele, a expressão "esqueleto" não é a mais apropriada para designar esse tipo de passivo. ?Esqueleto é quando se tem algo que ninguém sabe e de repente aparece", disse, enfatizando que o passivo atuarial é um valor "significativo", mas conhecido.


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