REFLEXÃO
Quem foi justificado por Cristo já tem ingresso garantido para "o grande final" da glória de Deus.


VIDA NOVA
Prefeitos e vereadores do PSDB eleitos na Região Metropolitana de Campinas (RMC) participaram do Encontro dos Tucanos Eleitos, em São Paulo no final de semana. Certamente eles entenderam o recado do presidente nacional do partido, o senador Sérgio Guerra de Pernambuco, e estão arregaçando as mangas em busca de fortalecimento partidário visando as eleições de 2010, quando serão eleitos presidente, governador, deputados estaduais e federais. Um amplo trabalho deve ser feito para buscar novos líderes e filiados e assim, dar sobrevida ao partido. Dos 13 prefeitos que disputaram pelo PSDB somente 4 foram eleitos.


TUCANOS
No caso de Santa Bárbara d'Oeste, o PSDB certamente sofreu sua pior derrota desde que foi fundado .O partido saiu desgastado com o resultado das eleições municipais, e terá que buscar novos líderes. Na atual legislatura o partido tinha a maior bancada e agora conseguiu eleger somente três vereadores. O deputado federal Vanderlei Macris disse que os tucanos têm que se articular para fortalecer o partido nas cidades onde foram derrotados, como o caso de Santa Bárbara. Segundo ele Americana que elegeu Diego Denadai deve se tornar a "casa do PSDB na região";


ESPECULAÇÕES
Enquanto não é divulgado oficialmente o secretariado do prefeito eleito Mário Heins seguem as especulações. Nomes continuam sendo cogitados para aquelas secretarias que ainda não foram definidas. Heins que se encontra na Europa, retorna dia 15 e até o dia 19 deve divulgar todos os nomes.


MEDIDAS
A Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) entregou ontem ao ministro da Fazenda, Guido Mantega, e a representantes do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC) o levantamento "Construindo o Desenvolvimento: Agenda positiva do Setor de Construção", em que solicita que medidas tomadas pelo governo para o setor imobiliário sejam estendidas à área de infra-estrutura. Entre essas medidas está a liberação de recursos para capital de giro no montante concedido ao setor imobiliário, segundo o sócio-diretor da LCA Consultores, Fernando Camargo. A LCA elaborou o levantamento a pedido da Fiesp.De acordo com Camargo, outra proposta, além da ampliação das medidas para o setor de infra-estrutura, é o aumento da velocidade dos desembolsos do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). Para isso, o representante da LCA defende que haja incremento de pessoal responsável pela avaliação dos projetos em curso. "Às vezes, um problema técnico ou burocrático do projeto leva o TCU (Tribunal de Contas da União) a paralisá-lo", disse o sócio-diretor da LCA.Para a habitação de interesse social, a Fiesp pleiteia que sejam reduzidos custos de financiamento e ampliados subsídios com recursos do Orçamento Geral da União. A implantação do Plano Nacional de Habitação (Planhab) também é defendida. Em relação à habitação de mercado, a solicitação é que sejam adotadas medidas de redução de custos dos materiais de construção e que exigências de documentação do setor sejam padronizadas.


APARELHAMENTO
O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Gilmar Mendes, disse ontem ser contra atitudes partidárias de servidores públicos. Sem citar situações específicas, o ministro lembrou já ter se manifestado contra o que chamou de "aparelhamento" de alguns setores do funcionalismo público. "Tenho a impressão de que o servidor público deve ser apartidário. A burocracia deve ser, por definição, apartidária. Não deve estar a serviço de partido", afirmou após participar do Seminário Semana da Conciliação, na Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp). "A partidarização de qualquer segmento do serviço público em geral é perigosa."Mendes disse também ser necessário que o STF decida de que forma e em que situação o Ministério Público deve fazer as investigações. Na semana passada, o ministro criticou o fato de algumas das apurações do MP ocorrerem sem que o investigado tenha conhecimento, diferentemente do que acontece na condução de inquéritos policiais."O que eu censurei foi o fato de essas investigações, em geral, por não estarem devidamente disciplinadas ou reguladas, serem feitas de forma quase sub-reptícia, não pública", explicou.


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