
João Paulo e Hércules chegaram ontem
A equipe sub-18 do União Barbarense iniciou a reta final de preparativos visando a largada na Copa São Paulo de Juniores que acontece no próximo final de semana. A estréia do alvinegro barbarense será domingo às 14 horas diante do Flamengo do Rio de Janeiro em Hortolândia.
Do grupo que vinha treinando em Atibaia e desde após o Natal está em Antonio Guimarães, o lateral Bruno César, cujo passe pertence a empresário, não se apresentou. Os últimos a se apresentarem ontem foram João Paulo e Hércules que já estão treinando. Eles tiveram dificuldades para conseguir passagem de regresso já que foram visitar familiares.
Nesta terça-feira haverá treinamentos em dois períodos- pela manhã físico e à tarde tático-técnico. Amanhã, véspera de ano novo o treinamento será pela manhã. No dia 1º o treinamento com todo o grupo será no período da tarde. O coletivo acontece na sexta-feira.
Pelos cálculos dos dirigentes da Ferroviária de Araraquara, a Arena Fonte Luminosa que está em obras deverá ser inaugurada oficialmente no dia 7 de março, às 19 horas na partida Ferroviária x União Barbarense pela 10ª rodada do Campeonato Paulista da Série A-2 de 2009.As arquibancadas estão sendo ampliadas e cobertas.
Na semana passada o prefeito de Araraquara Edinho Silva e o presidente do clube Valdir Massucato, assinaram contrato de permissão de uso onerosa do estádio, que permite ao clube araraquarense a utilização da Fonte Luminosa para mandar seus jogos por 20 anos. Em troca o clube repassará 10% da renda líquida de seus jogos à prefeitura.
LIMPEZA
A equipe da Tusb-Torcida Uniformizada Sangue Barbarense pelo visto compareceu somente um dia para colaborar na limpeza das arquibancadas que a partir da próxima semana devem receber nova pintura. Pelo que a reportagem do Diário constatou nenhum torcedor compareceu mais a Antonio Guimarães. A limpeza vem sendo realizada por funcionários do clube, mas é um trabalho demorado e isso pode atrasar o início da pintura do estádio.
A diretoria do Coritiba confirmou, ontem , a contratação de mais um jogador para o próximo ano, que marcará o centenário do clube. O novo reforço é o atacante Marcos Aurélio, que jogou em 2008 pelo Shimizu S-Pulse, do Japão.
O atleta, de 24 anos, é o segundo reforço do Coritiba para 2009. O primeiro é o zagueiro Pereira, que disputou o último Campeonato Brasileiro pelo Grêmio.
Marcos Aurélio se destacou no Bragantino, em 2006, passou pelo Atlético Paranaense no mesmo ano e deixou o time de Curitiba para vestir a camisa do Santos, na época comandado pelo técnico Vanderlei Luxemburgo. De lá, saiu para o Japão.
Em sua carreira, iniciada no União Barbarense em 2001, Marcos Aurélio conquistou três títulos. O primeiro foi a Série C do Brasileiro, em 2004, pelo clube de Santa Bárbara d´Oeste. No ano seguinte, foi campeão goiano pelo Vila Nova. Em 2007, fez parte do elenco do Santos que faturou o Campeonato Paulista. Seus familiares inclusive residem em Santa Bárbara.
A torcida do Guarani ganhou ontem um presente de Natal atrasado, mas bem recebido e comemorado. O clube confirmou a contratação do atacante Amoroso, que voltará a defender o clube que o revelou. O jogador de 34 anos se apresentou oficialmente ontem no final da tarde no Brinco de Ouro.
O último clube de Amoroso foi o Aris Salônica, da Grécia. O jogador saiu do clube grego brigado e com salários atrasados. Após esta frustrante passagem, ele anunciou em novembro que não jogaria mais futebol. Porém, Amoroso decidiu voltar atrás para pendurar as chuteiras no clube que o projetou e na cidade onde mora com a família --Campinas.
"Tenho carinho muito grande com o Guarani, pois foi onde minha história começou. Só voltaria a jogar se fosse no Guarani, porque além desta minha relação com o clube, não pretendia mais ficar longe da minha família ", afirmou Amoroso.
A invasão queniana nas corridas de rua de todo o Brasil pode estar com os dias contados. Atendendo a reclamações de atletas, a Confederação Brasileira de Atletismo (CBAt) deve aprovar, na primeira Assembléia Geral de 2009, marcada para 24 de janeiro, restrições para a participação de estrangeiros nas provas do País.
A questão refere-se, basicamente, aos corredores do Quênia. O país africano revela muitos talentos que não encontram, no próprio país, a possibilidade de altos ganhos financeiros, e vão competir no exterior.
"Os corredores brasileiros reclamam que não têm conseguido ganhar os prêmios e muitos contam somente com esses recursos para manterem seus treinos", afirma Martinho Nobre dos Santos, secretário-geral da CBAt. "A presença dos quenianos ainda não tem causado impacto ao atletismo brasileiro. Grande parte dos que competem aqui não tem resultados técnicos fantásticos. Mas eles tiram prêmios dos brasileiros e isto pode ser um desestímulo aos nossos corredores".
Para Henrique Viana, técnico do campeão pan-americano Franck Caldeira, é questão de tempo para que esse impacto seja sentido. "Onde estão os corredores da Itália, de Portugal, do México?", questiona. "Esses países não formam mais bons atletas porque lá ocorreu, já há algum tempo, o que ocorre agora no Brasil. Só quenianos ganham as provas. Os prêmios estão caindo, porque patrocinadores e torcedores estão perdendo o interesse".
De acordo com a CBAt, países europeus já restringem a participação estrangeira, bem como EUA e África do Sul. Tanto a CBAt quanto técnicos e atletas brasileiros querem afastar a hipótese de um discurso xenófobo. A presença de corredores estrangeiros de bom nível técnico é importante, afirmam. Basta lembrar as emocionantes participações do ex-recordista mundial da maratona Paul Tergat nas corridas de São Silvestre. Mas, para a entidade, o comportamento de alguns técnicos e agentes causou o conflito de interesses.
"É importante ressaltar que muitos quenianos vêm ao Brasil para permanecer um período, treinando com técnicos brasileiros, que acabam ganhando parte nos prêmios", diz Martinho Nobre dos Santos. "Este tipo de comportamento está desvirtuando a participação eventual ou a convite de organizadores de corridas, o que é normal", comenta o dirigente.
A CBAt informa que só aceita atletas registrados na Federação de origem e mantém uma lista de corredores estrangeiros habilitados a competir no País. Hoje, são 45, sendo 41 deles quenianos. Mas não diz se investiga a situação legal de cada um deles. "Quando começarem a exigir seriedade, saber qual o modo de viver desses atletas e como os técnicos trabalham, haverá uma diminuição de quenianos no Brasil", garante o treinador Moacir Marconi, precursor no intercâmbio entre técnicos brasileiros e corredores quenianos.
Em recuperação para ganhar força muscular e perder peso, Ronaldo confirmou ontem que já começou a fazer treinamentos com bola no Corinthians. "Às vezes tenho um pouco de contato com a bola no treino da tarde", declarou. Desde a reapresentação, no dia 26, a equipe tem treinado em dois períodos no Parque São Jorge.
Ele afirmou ainda que está fazendo de tudo para estar o mais rápido possível à disposição do técnico Mano Menezes. "Quero recuperar minha forma física e para isso tenho treinado de manhã e de tarde, além de me alimentar e fazer uma dieta tranqüila. É difícil ficar isolado do mundo durante este período, mas o sacrifício é válido".
Para provar que está com vontade de estar em campo, o Fenômeno abriu mão de sua licença paternidade, já que sua filha nasceu no último dia 24 no Rio de Janeiro e mesmo assim ele se reapresentou com o restante do elenco dois dias depois.
"Eu só fui lá, assisti o parto, fiquei ao lado da minha mulher, e quando ela teve alta a gente saiu junto do hospital e a deixei em casa. Minha filha está linda, cheia de saúde. Estou morrendo de saudade já", assinalou.
O craque ainda revelou que o fato de estar bem na vida pessoal o ajudará na parte profissional. "Ter visto parto é coisa emocionante para todo pai. Estou muito motivado nesta questão pessoal, o que me traz motivação para a vida profissional", comentou.
Os três grande clubes da capital paulista estão prestes a abrir 2009 sem patrocínio. Corinthians, Palmeiras e São Paulo amargam o fim de parcerias com Medial, Fiat e LG, respectivamente, e ainda não anunciaram oficialmente nenhum substituto. Podem renovar os contratos ou simplesmente trocar de marcas. Há a possibilidade, mesmo que remota, de o trio de ferro estrear na temporada com a camisa limpa, à moda antiga, bonito e tradicional, mas pouco funcional nos tempos atuais.
Os clubes têm na receita de patrocínio do uniforme (camisa, calção e meião) um valor fundamental para fechar as contas no fim do ano. É dinheiro sagrado. E todos estão se mexendo para iniciar o Paulistão, em 21 de janeiro, de camisa nova, mas sobretudo com um polpudo acordo assinado.
A situação é bem diferente em relação ao fim de 2007. Doze meses atrás, São Paulo e Palmeiras já tinham contrato vigente. O São Paulo recebeu R$ 16 milhões da LG e o Palmeiras, R$ 10 milhões da Fiat. O Corinthians, mesmo rebaixado para a Série B do Brasileiro, conseguiu o anunciado maior acordo de patrocínio do futebol brasileiro. A Medial Saúde pagou R$ 16,5 milhões ao clube em 2008. O Santos destoa. Ainda tem contrato com a Semp Toshiba perto dos R$ 8,5 milhões/ano.
O sonho inicial dos clubes era aumentar consideravelmente os valores de patrocínio, mas a crise mundial minou essa pretensão. São Paulo e Corinthians planejavam assinar contratos em torno de R$ 25 milhões. Hoje, eles se dão por satisfeitos com acordos de R$ 20 milhões - o que já seriam um ganho em relação a 2008. Os dois clubes negociam com a Emirates, empresa aérea de Dubai. O Corinthians ainda flerta com Bradesco e Itaú. No São Paulo, a LG tenta renovar a parceria que já vem desde 2001. "Temos uma proposta que é para definição rápida", diz o presidente Juvenal Juvêncio.
Nenhuma das três diretorias espera rolar o assunto por muito tempo. "Como vivemos período de crise, o tempo de negociação é um pouco mais longo, mas tudo estará acertado até o início de janeiro", diz Caio Campos, gerente de marketing do Corinthians.
Quem está mais perto de uma definição é o Palmeiras. Luiz Gonzaga Belluzzo, diretor de planejamento do clube, disse na semana passada que o acordo com a Samsung está próximo. A empresa coreana de eletrônicos oferece R$ 15 milhões/ano por vínculo de três temporadas. "Mas o contrato de patrocínio envolve detalhes como exposição (da marca na futura Arena Palestra) e camarotes que precisam ser acertados. Levará dias para fechar". A Fiat pode igualar a proposta. Tem prioridade para isso.
A diretoria do Palmeiras descartou a ajuda financeira da torcida para a contratação do atacante Kléber. A idéia de doar dinheiro ao clube para fechar o negócio surgiu em conversas de torcedores na internet, o que acabou virando uma campanha entre os palmeirenses.
Segundo comunicado divulgado ontem , o Palmeiras avisa que "não autoriza e não apóia oficialmente nenhuma campanha de arrecadação de fundos que vise a contratação do atacante Kléber". O clube ainda informa que qualquer dinheiro que tenha sido depositado em suas contas bancárias será devolvido
O Palmeiras quer fechar a contratação de Kléber, mas ainda não conseguiu juntar o dinheiro pedido pelo Dínamo de Kiev, da Ucrânia, para liberar o jogador: US$ 8 milhões. E, ao agradecer a mobilização dos torcedores, a diretoria do clube explica que não desistiu do negócio com o atacante, um dos destaques palmeirenses em 2008.
A levantadora Fofão foi, aos 38 anos, um dos destaques da conquista da medalha de ouro do vôlei feminino brasileiro, em Pequim. Mas 2008 não ficou marcado para a atleta apenas pelo título olímpico na China. A jogadora, que voltou ao Brasil para defender o São Caetano na Superliga, revelou-se surpresa com tantas boas notícias em uma só temporada.
"Sem dúvida, esse ano vai deixar uma marca inesquecível, mas tudo ficará guardado no melhor lugar, que é no meu coração, pois nada do que for feito na minha vida será capaz de tirar esse momento da minha memória", disse.
Mesmo a aposentadoria da seleção brasileira, que poderia ser encarada como um momento triste, não entrou para a memória da jogadora de forma negativa. "Eu me preparei para me despedir do grupo durante quatro anos. Não foi algo que aconteceu da noite para o dia. Eu estava bem preparada e consciente de que era aquilo que eu queria."
Além da seleção brasileira, Fofão viveu um ano especial em sua carreira nos clubes. Foi em 2008, depois de receber convite do São Caetano, que ela pôde voltar a jogar no Brasil após quatro anos na Europa, divididos entre Itália e Espanha.
"Eu queria muito que esse fosse um ano diferente, especial, mas foi melhor do que eu poderia imaginar. Queria muito a medalha, mas não sabia se conseguiria voltar ao Brasil. Já estava com saudades de jogar no Brasil, perto das pessoas que eu gosto", afirmou.
A diretoria do Palmeiras confirmou ontem que fará mesmo a pré-temporada na cidade de Atibaia. O embarque do elenco para lá acontecerá em 6 de janeiro, um dia depois da reapresentação após as férias.
Pela programação elaborada pelo técnico Vanderlei Luxemburgo, os jogadores do Palmeiras se reapresentam na próxima segunda-feira, às 16 horas, na Academia de Futebol. No dia seguinte, acontece um treino no mesmo local, a partir das 10 horas, e o grupo embarca na seqüência para Atibaia.
A estréia palmeirense na temporada 2009 será no dia 21 de janeiro, quando faz o jogo de abertura do Campeonato Paulista, contra o Santo André, às 16 horas, em Ribeirão Preto.
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