Após 3 anos, ladrões voltaram a agir no Cemitério Cabreuva, localizado na Vila Grego. Durante a madrugada de ontem, um grupo com vários indivíduos, segundo a polícia pulou o alambrado e chegou a danificar. O cemitério não conta com vigilância noturna.
Ao chegarem para o trabalho ontem no início da manhã, os funcionários do Cemitério da Cabreuva, constataram os danos. O encarregado Valdenir Teodoro da Silva, acionou a Guarda Civil.
Os ladrões danificaram o telhado do depósito onde é guardado material de trabalho. De lá furtaram um motor de betoneira, uma esquadrilha de alumínio e uma carriola.
Pelo levantamento, foram danificadas 53 sepulturas. Os indivíduos procuraram por alumínio e bronze, para serem revendidos. Chegaram a quebrar mármore e azulejos. Nenhuma sepultura foi violada. Chegaram a quebrar imagens de santos e estouraram inúmeros vasos.
A administração passou a comunicar-se com os proprietários das sepulturas para que possam providenciar os consertos necessários.
Desde o segundo semestre de 2004 não ocorriam casos de furtos no Cemitério da Cabreuva.
legenda - Ladrões agiram durante a madrugada e furtaram alumínio e bronze
Foi preso em flagrante na manhã de ontem por uma tentativa de roubo, o jovem Alécio Gomes de Moraes, 19 anos, morador no Jardim Icaraí.
Alécio esteve na Padaria Buska Pão, na Rua Ceará, na Vila Brasil, e utilizando uma faca, ameaçou o comerciante A.R., e roubou um isqueiro. Ele saiu do local e a Polícia Militar foi acionada e os soldados Lourival e Reginaldo saíram no encalço do acusado e conseguiram detê-lo ainda coma faca. Ele alegou que praticou roubo por estar passando dificuldades. Conduzido ao 1º DP foi autuado em flagrante pelo delegado Rodolpho Lopes do Canto Junior e recolhido na prisão.
O comerciante M.S., 27 anos, às 23h30 de anteontem, estava chegando em sua residência na Rua Carijós, no Jardim São Francisco, e após estacionar sua Montana, placas DFI 8210, para adentrar na garagem, passou um veículo Corsa, ocupado por quatro indivíduos que parou próximo da casa. Dois desceram rápido, sacaram de revólveres e anunciaram roubo. Mandaram a vítima deitar no chão e roubaram documentos, cartões de crédito com senha, R$ 400,00 em dinheiro e o veículo.
Às 19 horas de segunda-feira, a estudante N.C.S., 14 anos, ao tentar atravessar a Avenida Antonio Pedroso no Conjunto Habitacional dos Trabalhadores foi atropelada pela moto Honda, placa DVZ 2915 pilotada por Airton de Melo Araújo, motoboy. Ela foi socorrida pela Unidade de Resgate do Corpo dos Bombeiros e levada até o Afonso Ramos.
No início da tarde de segunda-feira M.S., 73 anos, caminhava na Rua Graça Martins, no centro, quando um indivíduo passou ao lado dela, e puxou sua carteira com documentos e a quantia de R$ 20,00.
Uma professora foi assaltada e agredida ao deixar a Escola Estadual Inácio Monteiro em Guaianazes, na Zona Leste da capital paulista, na manhã de ontem. De acordo com a Secretaria de Educação, ela foi socorrida e encaminhada para o Pronto-Socorro Cidade Tiradentes. As aulas não foram suspensas.
Esse não seria o primeiro crime cometido na área, de acordo com uma colega da agredida. Uma professora que leciona na mesma escola afirmou que já foi assaltada e também agredida duas vezes no local. O crime ocorreu em um estacionamento utilizado por professores em um terreno ao lado da escola, mas não dá acesso ao prédio.
Segundo um funcionário da escola, os criminosos abordaram a professora exigindo sua bolsa e chave do carro. A vítima teria entregado a bolsa e jogado a chave do carro no mato. Os criminosos agrediram a professora. Colegas afirmam que ela foi atingida com pauladas.
Os bombeiros foram chamados para fazer o resgate e encaminharam a professora para atendimento médico.
As mulheres dos quatro policiais militares suspeitos de envolvimento no assassinato do jornalista Luiz Carlos Barbon Filho, defendem seus maridos e garantem que a inocência deles ficará comprovada. Barbon foi morto a tiros em maio do ano passado em Porto Ferreira, por dois homens que estavam em uma moto.
Érica Avelino, esposa do capitão Adélcio Avelino, acusado pelo Ministério Público de ter comandado a ação, garante que estavam juntos no momento do crime e que chegou a acompanhar o marido quando este foi acionado depois do assassinato.
Sirley Bertoni, mulher do soldado Valnei Bertoni, acusado de ter atirado no jornalista, também confirma que estava ao lado do marido quando ocorreu o crime.
Elisabete Ronceiro, esposa de Paulo Ronceiro, acusado pela Promotoria de pilotar a moto que conduziu o criminoso, acha injusta a acusação, e afirma que o marido estava em casa no momento do crime.
Irailde Ronceiro, esposa do sargento Edson Ronceiro, acusado de ter recebido a arma depois do crime e facilitar a fuga do grupo, diz que o PM vai conseguir provar que é inocente.
Os quatro policiais estão detidos no Presídio Romão Gomes, em São Paulo. A prisão preventiva foi pedida depois que os promotores do Gaerco se basearam em três provas: a arma do crime pertenceria a um comerciante primo de um denunciado; foram constatadas conversas telefônicas entre o dono da arma e policiais militares, e uma testemunha, que teria reconhecido o condutor da moto e a pessoa que atirou.
Dias antes de ser morto, o jornalista fez uma denúncia envolvendo policiais militares, apontados na reportagem como negligentes na investigação sobre o comércio de cigarros contrabandeados em Porto Ferreira.
O advogado Marcos Ribeiro de Freitas foi nomeado pela Polícia Militar para fazer a defesa dos quatro PMs e, mesmo sem conhecer todo o processo afirma que eles são inocentes e diz ainda que houve erro durante o inquérito policial e acusa o Ministério Público de não ter ouvido os policiais.
O promotor do Gaerco Gaspar Pereira Silva Júnior e a Delegacia de Investigações Gerais negam a acusação do advogado da defesa de que os suspeitos não foram ouvidos, já que os policiais prestaram vários depoimentos antes do pedido da prisão preventiva e devem ser ouvidos novamente em juízo.
Dois policiais civis foram presos em flagrante na região da Barra Funda, zona oeste de São Paulo, acusados de seqüestro e concussão - exigência de vantagens feitas por funcionário público. Segundo a Polícia Federal (PF), policiais faziam investigações na região quando abordaram seis indivíduos que se encontravam em um estacionamento agindo de modo suspeito. Com eles foram encontrados cerca de R$ 40 mil sem a origem informada pelos detidos.
Como o telefone celular de um deles não parava de tocar, um dos policiais atendeu ao chamado e constatou se tratar de uma negociação suspeita, combinando o local e horário para a realização de um encontro numa churrascaria localizada no bairro da Barra Funda. Os autores da ligação são dois policiais civis e uma terceira pessoa, mantida seqüestrada .
O dinheiro apreendido seria utilizado para o pagamento dos policiais pela não apreensão de mercadoria ilegal e liberação do seqüestrado. A PF localizou um caminhão com a carga de 98 caixas de cigarro e 397 pacotes com dez maços cada, um dos objetos de negociação.
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