REFLEXÃO
Para o cristão a morte é desmontar a barraca, desatracar-se do porto e partir para um novo destino.


CANALHICE
O vereador comunista Gilmar Vieira da Silva, durante a palavra livre do legislativo na terça-feira deu a resposta ao ataque do prefeito Zé Maria feito em seu programa semanal. Gilmar taxou o ato do chefe do executivo de canalhice. Citou que ele não viaja para os Estados Unidos, não tem apartamento em condomínio no Guarujá, não tem empresa. Depois de falar por mais de 10 minutos , pediu que eles parassem de digladiar. "Espero que ele pare por lá que eu paro por aqui" disse.


MERCEDES X LAERTE
Durante a sessão da câmara, na discussão de uma moção, ocorreu um tremendo bate-boca envolvendo o vereador da situação Laerte Antonio da Silva e a petista Mercedes Roveri Grande. Laerte chegou a dizer que a vereadora tinha que respeitá-lo "Fique quieta. A senhora está descontrolada e vou receitar dois remédios e uma internação. Acho que a senhora está louca e totalmente desequilibrada".Já Mercedes retrucou "Lamentável que tenhamos vereador como o senhor. O senhor fez uma proposta há duas semanas para eu ser vice-prefeita nas próximas eleições e eu não aceitei. Tenho certeza que o PT fará diferença nessas eleições". Mercedes ao final disse que iria registrar boletim de ocorrência na policia. Laerte também disse que iria.


SUSPENSÃO
Essa discussão e a participação de pessoas que estavam na platéia (inclusive alguns com cartazes contra o prefeito), fez com que o presidente Raimundo Itaberaba suspendesse a sessão por alguns minutos para acalmar a sessão. Itaberaba chegou a ameaçar de retirar do recinto alguns manifestantes.


COMEÇOU ANTES
Na realidade a campanha eleitoral começou antes do tempo na Câmara. Existem três grupos : um da situação que apoiará o prefeito Zé Maria, outro de oposição que vai apoiar o candidato Mario Heins e outro do PT que apoiará o padre Marcos.Vários pré-candidatos a vereança estão passando a comparecer semanalmente na Câmara Municipal .


BOLSA FAMILIA
Os benefícios pagos pelo programa Bolsa Família passarão a ter prazo inicial de dois anos a partir da concessão, segundo a secretária-executiva-adjunta do Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, Rosilene Rocha. A partir desse prazo, os benefícios passarão por uma revisão para o governo definir se continuarão a ser pagos. Rocha informou que a regra estabelecendo o prazo bienal de reavaliação da renda familiar que dá direito ao benefício será criada por um decreto a ser assinado hoje pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, durante a comemoração de quatro anos do ministério. Segundo ela, o prazo estabelecido é uma saída que garante o direito à renda e sinaliza para a emancipação da família, resolvendo o dilema da permanência indefinida do benefício ou da sua retirada precoce em uma situação que ainda não há garantia de mínima de subsistência da família. "Se a pessoa arrumar um emprego informal ela tem que largar o benefício no mesmo dia? É um dilema. Se a gente disser que sim, há um risco porque, é um emprego informal, pode não dar certo. Se a gente disser que não ficamos com um conflito com o critério do programa. Então o decreto vai regulamentar isso", afirmou.


PRESIDENCIA
O STF (Supremo Tribunal Federal) elegeu na tarde de ontem o ministro Gilmar Mendes como presidente da Corte para o biênio 2008-2010. Mendes, que atualmente é vice-presidente do STF, substitui a ministra Ellen Gracie, atual presidente. O ministro Cezar Peluso foi eleito vice-presidente. Mendes assumiu como ministro do STF em 20 de junho de 2002, indicado pelo então presidente Fernando Henrique Cardoso para substituir o ministro aposentado Néri da Silveira. O presidente eleito nasceu em 1955, em Diamantino (MT), e é formado em Direito pela UnB (Universidade de Brasília), onde também fez mestrado. Fez doutorado na Universidade de Münster, na Alemanha. Mendes exerceu o cargo de advogado-geral da União de 2000 a 2002 e já atuou como subchefe para Assuntos Jurídicos da Casa Civil da Presidência da República, de 1996 a 2000. Também trabalhou como assessor técnico durante a revisão constitucional, na Câmara dos Deputados, entre 1993 e 1994.


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