Justiça ordena TV Bandeirantes a pagar multa a Clodovil

A Rádio e Televisão Bandeirantes deverá ressarcir o apresentador e atual deputado Clodovil Hernandes por prestação de serviços não remunerados. O recurso da emissora sobre a decisão do Tribunal de Justiça paulista foi rejeitado pelo ministro Ari Pargendler, do Superior Tribunal de Justiça (STJ), porque seu prazo expirou no dia 9 de maio e o agravo foi protocolado dia 14 de maio de 2007.
A ação trata de rescisão contratual da Bandeirantes contra o então apresentador Clodovil Hernandes, atual deputado federal. Clodovil contestou, alegando que não infringiu o contrato, não havendo justo motivo para o fim de seu programa, o Clodovil Soft. Pediu, por sua vez, multa pela rescisão e o pagamento pelos serviços prestados, além de indenização por danos morais. Em primeiro grau, a ação da Bandeirantes foi julgada improcedente e a emissora condenada ao pagamento a título de prestação de serviços não remunerados. A emissora já recorreu dessa decisão e a questão agora deve ser apreciada pela Terceira Turma do STJ.


Fora do "BBB", Marcelo diz que fez Gyselle aparecer

Marcelo, 31 anos, mesmo após sua saída da casa do "Big Brother Brasil" na noite de terça-feira com 71% dos votos, parece decidido a seguir criando polêmica no programa da Globo.
Após sua eliminação, o psiquiatra mineiro afirmou, em conversa com internautas na página da atração, que se considera um "espectro sexual", que fez Gyselle aparecer e que não agüentava mais Thatiana, entre outras falas bombásticas.
Com o egocentrismo aflorado, Marcelo disse que ele foi seu principal rival dentro da casa, assim como o maior merecedor do prêmio de R$ 1 milhão. Sobre Gyselle, o participante contou que a piauiense é "forte" e que "soube manipular algumas coisas".
"Maldoso é uma palavra pesada. Ela fez um reality show na França onde deveria seduzir um homem casado. Isso também é maldade. Ela deve ser grata a mim, fiz ela aparecer", disparou o "psicogay" durante a conversa virtual.
Sobre seu futuro profissional, o psiquiatra de Uberaba afirmou estar seguro. "Quando entrei, falei que o médico ficava do lado de fora da casa. No jogo a gente se vale de tudo que pode, desde que seja ético", finalizou Marcelo


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