
Drogas foram apreendidas no Jardim Pérola
Com a interdição do presídio feminino de Monte Mor, as mulheres presas em cidades da região até ontem não sabiam para onde serão levadas. Isso aconteceu em Americana e ontem em Santa Bárbara. A jovem A.C.S, 23 anos foi presa pela manhã em flagrante por tráfico de entorpecentes, passou o dia no 2º DP e no final da tarde foi levada para a cadeia de Charqueada.
A PRISÃO - Uma denúncia anônima chegou até o comando da Policia Militar dando contato que num estabelecimento localizado na Avenida do Comércio, no Jardim Pérola estaria servindo de fachada para venda de drogas. Uma viatura da Força Tática sob o comando do Cabo Roberto se deslocou ao local ontem as 8 horas e encontrou com A.C.S, 23 anos, que franqueou acesso, negando que houvesse drogas.Mas os PMs encontraram maconha e uma mini-balança e no interior de uma garrafa térmica, 17 porções de crack, 13 papelotes de cocaína e 4 porções de maconha.Também foram apreendidos R$ 600,00 em dinheiro.
Conduzida ao 2º DP, ela foi autuada em flagrante por trafico de drogas.
O pedreiro Gonçalo Cardoso da Silva, 44 anos, vulgo “Gordinho”, morador na Cidade Nova foi preso em flagrante ontem no final da tarde ao ser surpreendido furtando um par de sandálias no Calçados Líder no centro da cidade.
Ele estava de posse de outros objetos-uma faca, um martelo, um barbeador e luvas,que haviam sido furtados em outras lojas no centro. Segundo comerciantes esse indivíduo age com freqüência em lojas do centro e costuma esconder os produtos dentro da calça. Foi levado até o 1º DP e autuado em flagrante.
Na madrugada de ontem os guardas civis Lacerda e De Souza, em patrulhamento na Rua do Linho, Cidade Nova, depararam com a moto Honda, na contramão de direção e a mesma não possuía placa.O condutor C.A.S, 27 anos, não era habilitado e não possuía documentos da moto.A mesma foi apreendida.
A casa do servente de pedreiro Rodrigo Ferreira a Rua Virginio Matarazzo, no Residencial Furlan foi furtada. Além de estourarem a caixa de água, desconhecidos, pularam o muro, estouraram a porta da cozinha e levaram aparelho de som, máquina fotográfica e um secador.
A professora Ana Paula A. Gasparini, 42 anos, teve seu veículo furtado. O furto ocorreu na quinta-feira na Rua Padre Anchieta na Vila Siqueira Campos.Ela deixou o Fiat Uno, placas DTR 0828 estacionado e ao retornar para apanhá-lo o mesmo havia sido furtado.
Na quinta-feira também foi furtado o Gol, placas DUN 2905 da assistente social Olga Toledo Stella que trabalho Fórum.O furto ocorreu na Praça Dona Carolina.
VILA PIRES - Foi furtado anteontem, na Rua Santa Cruz, na Vila Pires, o Gol, placas DIY 7547 do pintor Alcides Aparecido Barroso.
Seis pessoas acusadas de tráfico de drogas e de envolvimento com roubos de carga foram presas ontem em Taubaté, no Vale do Paraíba . Entre os detidos estava a mulher de um investigador da própria Polícia Civil da cidade. Todos, segundo a polícia, pertencem à facção criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC). Das dez pessoas citadas pela Justiça, quatro já estão presas, e comandavam a quadrilha de dentro dos presídios. “Não temos dúvida de que são membros da facção criminosa PCC e que estavam no comando do grupo”, afirmou o delegado Hugo Pereira.
O que mais chamou a atenção da polícia foi a prisão da professora Claudiane Charleux, de 31 anos, mulher de um policial da Delegacia de Investigações Gerais (DIG) de Taubaté. De acordo com escutas telefônicas, ela passava informações à quadrilha sobre as ações da polícia. Era a mulher do investigador que avisava os bandidos das operações policiais, livrando o grupo do flagrante. O policial foi avisado da postura da mulher e também ficou surpreso. O nome dele foi mantido em sigilo e, segundo a polícia, ele não tem envolvimento com os criminosos.
A mulher acusada de jogar a filha recém-nascida em um córrego poluído em Contagem (MG), em setembro do ano passado, vai a julgamento popular. A decisão foi tomada pelo Tribunal do Júri da cidade. Cabe recurso.
A mãe foi presa em outubro e indiciada por homicídio. Segundo a Justiça, em interrogatório, ela disse que jogou a criança no córrego, logo após o parto, mas não tinha a intenção de matá-la. A diarista teria afirmado que escondeu a gravidez e tomou chás e remédios para provocar aborto. Ela teria achado que a criança estava morta, logo depois do nascimento.
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