Foi da sua experiência como repórter da área policial que o escritor e roteirista Marçal Aquino (de Os Matadores), tirou a ideia do seriado Força Tarefa, que estreia no dia 16, na Globo. "Numa das minhas rondas pela madrugada de São Paulo, pedi informações para dois policiais militares que se mostraram desconfortáveis com a abordagem", lembra ele. "Eu e o motorista estávamos de jaquetas de couro, num carro sem logotipo do jornal. Eles pensaram que nós éramos da corregedoria, a ?polícia que investiga polícia?. Aquilo nunca saiu da minha cabeça."
Aquino divide a tarefa de escrever os 12 episódios com o também escritor e roteirista Fernando Bonassi, em São Paulo, ao mesmo tempo em que o diretor José Alvarenga Jr comanda as filmagens, no Rio. O seriado mostra o dia a dia de um grupo de policiais que investiga os desvios de conduta dentro da própria polícia e tem no elenco os atores Milton Gonçalves e Murilo Benício. Honesto, o tenente Wilson (Murilo Benício) é um policial que convive com as limitações da lei enquanto atua na equipe na corregedoria chefiada pelo coronel Caetano (Milton Gonçalves). Disfarçado de taxista, ele desvenda casos em que há a suspeita de envolvimento de um policial.
A série vem no esteio do sucesso de Tropa de Elite, que seria adaptado para TV. O projeto esbarrou na decisão do diretor José Padilha de rodar Tropa 2. Sem a possibilidade de fazer a adaptação, Alvarenga pensou que era hora de um seriado policial - prova disso é que a Record fez o seu, A Lei e o Crime, que foi ao ar com êxito.
Força Tarefa tem clima mais investigativo do que violento, segundo o diretor. Gravado em HD e com tratamento de cinema (24 quadros), o programa tem 70% das cenas gravadas em externas. O seriado junta novamente Aquino, Bonassi e Murilo, que trabalharam em Os Matadores (1997) de Beto Brant.
A cantora Claudia Leitte foi o pivô de uma batalha travada pela Record e a Globo nos últimos meses.
Em 2008, a Record convidou Claudia para assinar um contrato de licenciamento de marcas e desenvolvimento de produtos com a Record Entretenimento.
Segundo o contrato, os produtos lançados com o nome da cantora seriam intermediados por esse braço empresarial da TV Record.
A ex-vocalista do Babado Novo aceitou a proposta. O anúncio dessa parceria foi prontamente publicado no site oficial da emissora, mas na semana passada, o aviso não se encontrava mais na página.
De acordo com a coluna, a Globo avisou que se Claudia assinasse o contrato com a Record, ela seria banida do canal carioca.
Dois dias depois de ter seu nome retirado do site Record, a cantora apareceu no "Fantástico", mostrando que recusou a proposta definitivamente.
A apresentadora Eliana não conseguiu obter recurso especial do Superior Tribunal de Justiça (STJ) e terá que pagar indenização a Cid Moreira pelo uso indevido da imagem do jornalista no programa "Tudo É Possível", da Record.
Eliana e a emissora terão que pagar R$ 60 mil por danos morais, e mais R$ 60 mil por uso indevido da imagem do jornalista.
No programa que foi ao ar no 23 de outubro de 2005, havia um boneco que imitava as feições e a voz de Cid Moreira, que interagiu durante toda a programação como se fosse o próprio jornalista.
No recurso apresentado por Eliana, ela defendeu a impossibilidade de ser condenada pelo uso indevido de imagem, pois não usou a real imagem real de Cid Moreira, mas sim uma paródia.
A defesa ainda pediu que o valor da condenação fosse reduzido.
No entanto, a Justiça considerou que afastar a caracterização do dano material à imagem e do dano moral demanda discordar dos fatos expressamente reconhecidos pela instância ordinária.
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