REFLEXÃO
Até mesmo na penumbra da queda, Deus prometeu que haveria luz e vida
ALMOÇO
Ontem o prefeito Mário Heins, o deputado estadual Francisco Sardelli, o Secretário Municipal de Meio Ambiente, Zeca Gonçalves, e alguns empresários participaram de um almoço na Churrascaria Gino Giovani. O que menos se falou foi de política.
REUNIÃO
Deve ser rápida a sessão camarária programada para hoje à tarde no Plenário Tancredo Neves. Sem ninguém para usar a tribuna livre, sem nenhum projeto oficialmente na pauta(mas poderão ser inclusos alguns),a princípio os vereadores devem falar pouco, já que estamos às vésperas de um feriado prolongado.
POUPATEMPO
O vereador do DEM,Carlos Fontes está solicitando a instalação de uma agência do Poupatempo em Santa Bárbara d'Oeste.Ele cita que os munícipes necessitam dos serviços que uma agência do Poupatempo presta e atualmente são obrigados a se deslocarem até Campinas.
PROJETO
A Assembléia Legislativa vota hoje à tarde, projeto de lei de autoria do governador José Serra que proíbe fumar em locais fechados e em áreas comuns, como pousadas, casas de espetáculos, teatros, cinemas, centros comerciais, repartições públicas, escolas, museus, bibliotecas, espaços de exposições, veículos de transporte coletivo, viaturas oficiais e táxis.Quem desrespeitar a lei, poderá ser punido com multas e até fechamento do estabelecimento comercial.
BANCOS
Os brasileiros pagaram às instituições financeiras R$ 134,5 bilhões em spread bancário em 2008, calcula a Federação do Comércio do Estado de São Paulo (Fecomercio). O valor corresponde, por exemplo, a mais que o dobro do orçamento do Ministério da Saúde e 289 milhões de salários mínimos. O spread compõe o preço do crédito a consumidores e empresas e corresponde à diferença entre o custo do banco para captar dinheiro e a taxa de juros cobrada dos clientes. A maior parte desses R$ 134,5 bilhões foi paga nos empréstimos de pessoas físicas. No ano, os consumidores pagaram aos bancos R$ 85,4 bilhões e as empresas, R$ 49,1 bilhões. A taxa de risco, ou seja, o temor de inadimplência, corresponde a 37% do spread. O lucro das instituições financeiras, a 27%. Compõem o spread ainda impostos (20%), custos administrativos (13%) e o compulsório (3%), dinheiro dos bancos recolhido obrigatoriamente ao Banco Central.A Fecomercio defende redução de 25% do spread, para elevar o nível de atividade econômica do País. Isso corresponde a deixar de pagar R$ 33,2 bilhões aos bancos e tem reflexos no acesso ao crédito. Mais facilidade de contrair empréstimos estimula o consumo, no caso das pessoas físicas, e o investimento produtivo, para as empresas. A entidade propõe cortes na taxa de risco, em impostos, custos administrativos e lucros.
MÍNIMO
Levantamento divulgado ontem pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) apontou que o salário mínimo do trabalhador brasileiro deveria ser de R$ 2.005,57 em março, para suprir suas necessidades básicas e da família. O cálculo foi feita com base na Pesquisa Nacional da Cesta Básica do mês passado, realizada pela instituição em 17 capitaisA partir do maior valor apurado para a cesta, de R$ 238,73, em Porto Alegre, e levando em consideração o preceito constitucional que estabelece que o salário mínimo deve ser suficiente para garantir as despesas familiares com alimentação, moradia, saúde, transportes, educação, vestuário, higiene, lazer e previdência, o Dieese calculou que o mínimo deveria ser 4,31 vezes superior ao piso vigente, de R$ 465,00.Em fevereiro, o valor do salário mínimo necessário era maior, de R$ 2.075,55, e correspondia a 4,46 vezes o mínimo em vigor. Em março do ano passado, este valor era de R$ 1.881,32, ou seja, 4,53 vezes o salário mínimo, na época de R$ 415,00.O Dieese informou também que o tempo médio de trabalho necessário para que o brasileiro que ganha salário mínimo pudesse adquirir, em março, o conjunto de bens essenciais diminuiu, na comparação com o mês anterior. Na média das 17 cidades pesquisas pela instituição, o trabalhador que ganha salário mínimo necessitou cumprir uma jornada de 96 horas e 28 minutos para realizar a mesma compra que, em fevereiro, exigia a execução de 100 horas e 21 minutos. A quantidade de horas do mês passado foi a menor desde julho de 2007, quando se iniciou um período de elevação no preço dos alimentos e o número era de 92 horas e 37 minutos.
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