REFLEXÃO
Por maior que seja o buraco em que você se encontra, sorria, porque, por enquanto, ainda não há terra em cima.
DEMISSÕES
O prefeito Mário Heins abordou ontem em seu programa semanal de rádio sobre o reajuste do funcionamento. Comentou que devido a queda de repasse do FPM, irá fazer de tudo para evitar demissões nos próximos meses na prefeitura. Comentou que se necessário vai convocar os funcionários, o sindicato, com o objetivo principal de preservar o emprego. Mas se a situação financeira persistir terá que abrir mão de alguma coisa. Lembrou a situação da Romi que para não demitir mais funcionários, reduziu carga horária e salários.
10 EMPRESAS
Quanto a questão de empregos na cidade, o prefeito comentou que tem propostas de 10 empresas para se instalar na cidade em breve. Isso iria gerar muitos empregos aos barbarenses, cujo índice de desemprego aumentou nos últimos meses , devido a crise que assola o país.
NA QUARTA
Devido ao feriado de terça-feira, dia 21 de abril, a próxima reunião camarária acontecerá na quarta-feira, dia 22 a partir das 14 horas. Não haverá expediente nem na prefeitura, nem na Câmara Municipal , na segunda-feira. Assim os servidores públicos encerram trabalho hoje, sexta-feira e irão retornar somente na quarta-feira pela manhã.
COMPETITIVIDADSE
O Brasil ocupa a 64a posição no ranking de competitividade 2008/2009 do Fórum Econômico Mundial, que analisou 134 países. O documento, divulgado ontem, mostra uma melhora de oito posições para o país em relação a 2007.Ainda assim, o desempenho do país medido por 12 quesitos "revela uma série de fraquezas e desafios", segundo o fórum. As notas mais baixas foram obtidas nos itens estabilidade macroeconômica (122o lugar), produtos (101o) e eficiência do mercado de trabalho (91o).Há também preocupações sobre o nível de educação no país, o cenário institucional e os gargalos de infraestrutura. Pelo lado positivo, o Brasil pode contar com um mercado extensor para as empresas (10o lugar) e um setor empresarial sofisticado e inovador (35o e 43o lugares, respectivamente
EXECUTORES
Os secretários estaduais de Habitação demandaram ontem do governo federal que considere os Estados como agentes de execução, assim como as construtoras, no programa "Minha Casa, Minha Vida", que visa construir 1 milhão de moradias no País. "Só com a nossa participação é que vamos conseguir atender a população com renda de zero a três salários mínimos", disse o secretário de Habitação de São Paulo, Lair Krähenbühl, durante a abertura do Fórum Nacional de Secretários de Habitação e Desenvolvimento Urbano, na capital paulista.Segundo Krähenbühl, o Estado de São Paulo tem 20 mil unidades habitacionais em projetos aprovados e prontos para serem construídos, que poderiam fazer parte do "Minha Casa, Minha Vida", caso o governo federal repassasse os recursos diretamente para os Estados, e não somente para as construtoras. "Este programa, da forma como está concebido, não atende as regiões centrais, que têm custo grande de terreno", avaliou o secretário paulista."Nós temos muitos projetos em andamento. Temos 62 mil projetos em andamento. Se houvesse repasse, nós teríamos com certeza um grande número de unidades na faixa que o mercado imobiliário não vai poder atuar, que é de zero a três salários mínimos", ressaltou, chamando atenção para o tamanho dos custos. Em sua visão, os Estados podem suprir, "com muito mais facilidade e vocação", empreendimentos que visam as faixas de até três mínimos.
DIESEL
O ministro de Minas e Energia, Edison Lobão, afirmou ontem que a redução no preço do diesel só deverá sair em três ou quatro meses, apesar da ansiedade dos caminhoneiros. Depois de uma conversa com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, Lobão informou que um grupo de trabalho reunindo o seu ministério, a Petrobras e o Ministério da Fazenda está decidindo de onde sairá o corte para redução dos preços: se da Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico (Cide) ou da margem de lucro da Petrobras."É exatamente isso que está sendo discutido no Ministério da Fazenda, se sai da Cide ou se sai da margem de lucro da Petrobras. Preferimos que a Petrobras seja preservada", afirmou o ministro. Apesar de reconhecer a pressa do setor, Lobão afirmou que não há porque acelerar o processo de redução dos preços e prejudicar a empresa. "O desejo do governo é que o mais depressa possível possa a Petrobras fazer essa rearrumação dos preços. Mas nós não podemos nos precipitar ao ponto de prejudicar fortemente a Petrobras", afirmou.
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