Gisele Bündchen é a n.º 1 entre as 20 tops ícones do mundo

Novo ranking Top Icons do site Models.com deixa a modelo brasileira Gisele Bündchen no topo da lista das 20 modelos ícones do mundo, deixando a britânica Kate Moss em segundo lugar. A top que se casou recentemente com o jogador de futebol americano Tom Brady, tem uma fortuna estimada em US$ 33 milhões e entrou no mapa da moda cinco anos atrás, após fechar um megacontrato de US$ 25 milhões com a Victoria's Secret. Segundo o texto do Models. com muitos anos vão se passar até que isso se repita.
Para o site Models.com, Gisele é "exuberante, radiante, otimista e saudável, o que a torna uma mulher realmente sexy". O site diz ainda que as brasileiras estão bem na fita, já que Isabeli Fontana aparece em 17.º lugar na lista.
Para montar seu ranking, o site ouviu a opinião de fotógrafos como Steven Meisel, Mario Testino, Steven Klein ou grifes como Prada, Vuitton, Chanel, Dior, Calvin Klein, ou ainda publicações do mundo da moda como Vogue, W, Bazaar, entre outras.

Confira as 20 modelos 'top icons':
1- Gisele Bündchen (Brasil)
2- Kate Moss (Inglaterra)
3- Claudia Schiffer (Alemanha)
4- Natalia Vodianova (Rússia)
5- Carolyn Murphy (Estados Unidos)
6- Naomi Campbell (Reino Unido)
7- Linda Evangelista (Canadá)
8- Daria Werbowy (Canadá)
9- Angela Lindvall (Estados Unidos)
10- Liya Kebede (Etiópia)
11- Stella Tennant (Escócia)
12- Christy Turlington (Estados Unidos)
13- Eva Herzigova (República Checa)
14- Carmen Kass (Estônia)
15- Karen Elson (Inglaterra)
16- Amber Valletta (Estados Unidos)
17- Isabeli Fontana (Brasil)
18- Malgosia Bela (Polônia)
19- Erin Wasson (Estados Unidos)
20- Guinevere Van Seenus (Estados Unidos)


Ministro da Cultura vai mudar trechos da nova Lei Rouanet

O ministro da Cultura, Juca Ferreira, disse que o projeto de lei que trata da nova Lei Rouanet passará por mudanças. Segundo ele, será reescrito o trecho que prevê a suspensão da reserva de direitos dos bens e serviços realizados com benefício da lei (renúncia fiscal), em favor do governo.
A proposta que está agora em consulta pública estabelece que, um ano e meio após a realização da obra financiada com recurso público, "a administração pública federal" poderá dispor dela "para fins educacionais".
De acordo com Ferreira, a intenção do governo é ter a permissão de uso de produtos culturais que tenham sido bancados por recursos públicos, para fins específicos, como os educacionais. Ele afirmou que, da maneira como está expresso, o texto pode dar a impressão de que seriam alteradas as regras dos direitos autorais.
"O artigo precisa ser reescrito. Não fere direito autoral, mas pode gerar dúvidas", disse, durante audiência pública na Câmara dos Deputados.
Crise
O ministro também disse ontem que desde outubro do ano passado vem caindo a adesão de empresas públicas e privadas ao mecanismo da Lei Rouanet, mesmo pelo critério de 100% de renúncia fiscal. Essa queda chega a ser de 40% em algumas atividades, segundo Ferreira.


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