REFLEXÃO
Viva cada dia como se fosse o último. Um dia você acerta.


ESSE FILME
JÁ ASSISTIMOS
E as "briguinhas" internas na Câmara Municipal continuam. De um lado a mesa diretora liderada por Anízio Tavares não autorizou a contratação da assessora Luciana Cia por parte do vereador Raimundo Itaberaba. Já por sua vez Itaberaba ingressou na Promotoria Pública com ação contra Anízio por contratações irregulares e contratação de empresa para confecção de material gráfico sem licitação. Pelo visto essa situação vai longe.


NOJENTO
Cada dia que passa nos decepciona mais com a política, e principalmente com os políticos do nosso pais. Taí o novo escândalo das passagens aéreas que vem de muito tempo e só agora foi descoberta. E quer saber como vai terminar: em pizza. A situação vai continuar a mesma. Podem anotar o que estamos dizendo. E quem paga tudo isso? Logicamente que são os pobres trabalhadores brasileiros. Lembrando que no ano que vem tem eleição para deputado.


NEPOTISMO
O vereador tucano Laerte Silva protocolou projeto que veda à pratica de nepotismo no âmbito da administração pública direta, indireta e Poder Legislativo em Santa Bárbara. Não poderão ser contratados cônjuge, companheiro ou parente até o terceiro grau da autoridade nomeante ou de servidor da mesma pessoa jurídica investido em cargo de direção ou de confiança. É bom lembrar que recentemente Laerte havia contratado como sua assessoria a própria esposa que deixou a função após ação do Ministério Público.


DOIS PROJETOS
Na ordem do dia da reunião de terça-feira do legislativo constam para serem apreciados apenas dois projetos. Um de lei que dispor sobre instituir a gratuidade de entrada em até 6% da capacidade para policiais civis, militares, rodoviários, bombeiros e guarda civil em sessões de cinema, teatro, shows, eventos culturais e esportivos, de autoria do vereador Ademir da Silva. Outro projeto é de decreto legislativo que concede título de cidadania ao radialista Sergio Silva, de autoria do vereador Joi Fornasari.


CAMPEÃO DE FALTAS
O mais exaltado crítico da divulgação de abusos com as cotas de passagens aéreas da Câmara é um deputado ausente. Ciro Gomes (PSB-CE) faltou a quatro de cada dez sessões ordinárias e extraordinárias realizadas desde o início do mandato, em 2007. No ano passado, ficou entre os cinco campeões de faltas, com ausências em mais da metade das sessões. A Constituição prevê a cassação de parlamentares da Câmara e do Senado que faltarem a pelo menos um terço das sessões ordinárias de cada ano legislativo, salvo por licença ou missão oficial. Mas a Mesa Diretora da Câmara pode abonar faltas fora desses contextos se, por arbítrio próprio, aceitar outra justificativa do parlamentar, evitando sua inserção na punição constitucional e garantindo a integridade do salário.Esse artifício da justificativa pessoal praticamente impede descontos das faltas no contracheque. Assim como a maioria das prestações de contas da Casa, as justificativas são inacessíveis a quem se interessar em saber as razões das ausências. A grande maioria das faltas de Ciro foi justificada. Não houve punição e desconto dos 81 dias (nos quais houve 144 sessões ordinárias e extraordinárias) em que, desde 2007, esteve ausente e justificou as faltas à Mesa. Ausências em outros 27 dias (31 sessões) foram punidas com desconto salarial.


USO DA MÁQUINA
O Tribunal Regional Eleitoral de Sergipe decidiu, por unanimidade, cassar o prefeito eleito de Neópolis, Carlos Roberto Guedes, por uso da máquina administrativa. Guedes foi investigado por ter usado recursos da prefeitura no abastecimento de veículos de sua campanha eleitoral. Ele já tinha sido cassado pela juíza eleitoral Rosivan Machado da Silva e recorreu ao TRE na tentativa de reformar a decisão. Segundo o procurador regional eleitoral, "o uso da máquina administrativa ficou comprovado, pois da relação de abastecimento enviada pelo posto de combustível constavam carros de familiares do prefeito, de correligionários, de trios elétricos e carros de som".


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