REFLEXÃO
A fé que nos leva a orar, também nos incita a socorrer. A intercessão deve ser completada com a presença provedora.


VETOS
Em média de cada três projetos de autoria de vereadores aprovados, um é rejeitado devido vicio de inconstitucionalidade. Já não passou da hora dos legisladores terem consciência de consultar juridicamente antes de apresentar um projeto. Esta semana o prefeito Mário Heins vetou mais dois projetos e esses vetos serão apreciados em breve.


VACINAÇÃO
Na terça-feira a tribuna livre do legislativo local será utilizado por dois veterinários que abordarão a questão da vacinação antirrabica.Estarão falando Mauricio de Cillo Zinsly que tratará sobre vacinação de animais de grande porte e Luciana Raquel Costa Zinsly que abordará a vacinação de animais de pequeno porte.


POUPANÇA
O movimento de redução das taxas de administração dos fundos de investimento e a previsão de que a taxa básica de juros (Selic) pare de cair deram mais tempo ao governo para deixar em banho-maria a decisão sobre a mudança na forma de rendimento da caderneta de poupança. Cresce no Ministério da Fazenda a avaliação de que a proposta anunciada em maio é tecnicamente "insustentável" no médio prazo e deveria ser deixada de lado. Integrantes da equipe econômica tentam convencer o ministro Guido Mantega sobre a necessidade de se discutir alternativas à complicada fórmula anunciada há dois meses, segundo apurou o Estado. Na Fazenda, a opção preferida é atrelar o rendimento da poupança à taxa Selic. Se os juros caírem, cai também a remuneração da caderneta. Os assessores acreditam que essa alternativa pode voltar a ser colocada na mesa e poderia ser explicada à população num contexto de redução dos juros. O problema, no entanto, é a resistência do presidente Luiz Inácio Lula da Silva a aceitar uma alteração no rendimento da poupança - produto financeiro com maior apelo nas classes mais baixas - que possa parecer prejudicial aos olhos do pequeno poupador.


RESISTÊNCIA
Decidido a comandar a resistência à possível renúncia do presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), ao cargo, o líder do PMDB, Renan Calheiros (AL), resolveu esticar a corda e partir para cima da oposição.A estratégia é pôr a tropa de choque do PMDB para se revezar na tribuna do Senado, a partir de segunda-feira , quando acaba o recesso parlamentar, denunciando ininterruptamente erros da oposição, em particular do líder do PSDB na Casa, Arthur Virgílio (AM).No início da semana, o PMDB promete entrar com até quatro representações contra o tucano no Conselho de Ética do Senado.O senador Wellington Salgado (PMDB-MG) foi escolhido como porta-voz do clima de beligerância que tomará conta da Casa na volta do recesso."Na atual conjuntura, não tem ninguém limpo no Senado. A ética que era praticada pelos senadores não é mais aceita pela sociedade. Isso tem de mudar.Agora, o que não pode é encontrarem apenas um boi de piranha para isso, um boi com bigode", afirmou Salgado, um dos integrantes da tropa de choque de Sarney e do líder do PMDB. Renan adianta que vai se reunir com os líderes partidários para definir os próximos passos. "Licença ou renúncia não estão nas intenções do presidente Sarney. Isso interessa apenas a setores da oposição e a um pequeno segmento da mídia", disse o líder do PMDB.


www.diariosbo.com.br - E-mail: editor@diariosbo.com.br