REFLEXÃO
Deus prometeu não nos provar mais do que podemos suportar.


TROFÉU
Continua repercutindo nos meios políticos da cidade a idéia do DAE (Departamento de Água e Esgoto) lançar o troféu "Motosserra" para premiar o vereador que mais solicitações de extrações de área apresentar mensalmente. A maioria dos vereadores não gostou dessa idéia e eles prometem até falar com o prefeito. Até agora, somente neste ano, os legisladores apresentaram 103 pedidos de extração de árvores na cidade e quem lidera e por enquanto levaria o troféu é o vereador Carlão, da base governista.


PEROBA NELES
Um político antigo da cidade ligou para a redação ontem sugerindo para que também seja instituído um troféu mensal ou semestral para o fato mais pitoresco nos meios políticos de Santa Bárbara. Um fato atípico envolvendo um vereador, ou secretário. Seria denominado de Troféu Peroba. Peroba neles.


CUIDADO
É bom o presidente do legislativo barbarense ter o máximo cuidado possível quanto aos recursos que serão aplicados na ampliação do prédio da Câmara, para evitar num futuro breve como ocorreu (e vem ocorrendo) com ex-presidentes de terem que prestar esclarecimentos uso do dinheiro público.


SUPERFATURAMENTO
O novo prédio da Assembléia Legislativa de São Paulo, na região do Parque Ibirapuera, na Zona Sul da capital paulista, recebe os últimos retoques. Anexo ao prédio antigo, ele deveria ficar pronto em 2007, mas será entregue no mês que vem, com dois anos de atraso e sob suspeita de superfaturamento das obras. A investigação foi confirmada pelo Ministério Público ontem.O presidente da Assembléia Legislativa divulgou uma nota com as informações sobre a construção do novo prédio. O deputado Barros Munhoz, que assumiu a presidência no começo deste ano, diz que encontrou a obra parada e com suspeitas de irregularidades. Mandou fazer um levantamento minucioso e não encontrou nenhum questionamento, nem do Tribunal de Contas, nem do Ministério Público. O anexo da Assembleia custou R$ 26,3 milhões.


CANDIDATURA
O presidente do Banco Central, Henrique Meirelles, afirmou ontem que ainda não decidiu se vai se candidatar a algum cargo nas eleições de 2010. Ele sinalizou ainda que, se aderir a algum partido, deverá ficar no cargo até março, prazo legal para a descompatibilização de ministros que concorrerão a algum cargo eletivo. Ele tem até fim de setembro para decidir. "Não tem nenhuma decisão ainda se serei ou não filiado a algum partido e, caso filie-me a algum partido, se serei ou não candidato a algum cargo eletivo", disse a jornalistas após audiência na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) em que ouviu vários pedidos de senadores para que dispute algum cargo político. Meirelles é cotado para disputar o governo de Goiás ou uma cadeira no Senado por aquele Estado. Questionado se a indefinição sobre seu futuro não gera instabilidade nos mercados, Meirelles respondeu que uma das características da atual gestão no BC é que qualquer decisão é tomada "na hora certa, sem precipitação". "Isso, sim, transmite segurança, transmite previsibilidade. Atitudes impensadas não são boas para ninguém." Perguntado se considera natural um presidente de Banco Central ser filiado a algum partido político, Meirelles respondeu de forma positiva, mas fez algumas ponderações. "Existem diversos presidentes de Banco Central no mundo inteiro que são filiados a partidos políticos", argumentou.


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