Expressão Viva promove concurso de dança

A igreja Expressão Viva promove neste mês um concurso de dança que envolverá 10 igrejas evangélicas da região. O concurso será realizado no dia 28, às 19h, no teatro Municipal Manoel Lyra. O evento tem como objetivo divulgar o projeto de dança feito pela igreja barbarense com crianças carentes da região que abrange o Jardim Pérola, o Mollon, o Jardim Esmeralda e os demais.
Entre as cidades que enviarão representantes de dança estão Americana, Nova Odessa, Campinas, Rio Claro, Limeira, entre outras. O grupo que ficar em primeiro lugar recebe R$ 800. As crianças do grupo da Expressão Viva não participarão, elas terão participações especiais durante o concurso.
O projeto de dança na Expressão Viva existe há dois anos e atende a 70 crianças de três a 11 anos de idade, que recebem gratuitamente aulas de balé, dança livre e dança de rua. O projeto é realizado aos sábados e reúne meninos e meninas.
A missionária Selma Melo explica que o projeto é preventivo, para que as crianças tenham uma oportunidade de conhecer outras opções de entretenimento. "Queremos tratar a causa antes que aconteça o pior. Temos casos de crianças que já estavam envolvidas com drogas e que agora participam do projeto. O objetivo é incentivá-los e tem dado certo. Elas são atraídas para o Evangelho por meio da dança. É uma forma de fazer a interação entre elas de maneira sadia".


TV Record e TV Globo trocam acusações em seus telejornais

TV Record e TV Globo trocaram acusações, em seus principais telejornais, ao longo desta semana. Na terça-feira, o "Jornal Nacional" veiculou reportagem de dez minutos sobre as acusações que o Ministério Público faz à cúpula da Igreja Universal. Colocou no ar também imagens de 1995 do bispo Edir Macedo, líder da Universal, ensinando pastores a convencer fiéis a doar dinheiro.
A resposta veio na noite seguinte. O "Jornal da Record", durante 14 minutos, fez ataques à Globo e mostrou obras de caridade mantidas pela Universal. Para a Record, a cobertura da concorrente é um "ataque direto e desesperado" de quem tem medo de perder "o monopólio dos meios de comunicação no Brasil". O texto afirmava "não ser novidade que a família Marinho usa a televisão para seu jogo de interesses" e que "o poder da família Marinho teve origem na ditadura militar".
Ao mesmo tempo, a reportagem da Globo (9,5 minutos) detalhava as acusações do Ministério Público contra a Universal e destacava que "a Promotoria concluiu que empresas de comunicação estão entre os que receberam ilegalmente" dinheiro de fiéis. Mostrava imagens de um templo para ilustrar a acusação de que "a religião é apenas um pretexto para a arrecadação de dinheiro".
Na quinta-feira, a Record ampliou a cobertura e, em 22 minutos, disse que, com os "ataques" da Globo, "a fé de todos esses fiéis foi ridicularizada". Insistiu ainda no foco no lado empresarial da Globo. "A ligação com o submundo dos golpes financeiros está presente na Globo desde o seu nascimento."
O "JN" do mesmo dia diminuiu o tempo destinado ao tema, para 6,5 minutos. Sempre citando o Ministério Público ou jornais, reforçou que "o dinheiro doado pelos fiéis para a caridade" acabou "usado em benefício do grupo de Edir Macedo".
Sexta, a Globo fez nova reportagem, de seis minutos e 15 segundos. Reproduziu reportagens de jornais e foi atrás do destino de R$ 10 milhões apreendidos com um líder da Universal em 2005. Informou que a igreja já fez seis recursos para reaver o dinheiro, mas não conseguiu convencer a Justiça.
A Record anunciou ao final do seu telejornal de sexta um programa especial sobre o caso, hoje à noite.
A audiência média do "Jornal Nacional" nesta semana foi de 36,7 pontos no Ibope, equivalente a 2,05 milhões de domicílios na Grande São Paulo, e a do "Jornal da Record" foi de 8,6 pontos.


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