ELEIÇÕES

O ministro da Defesa, com atitude plenipotenciária, insurge-se contra a obrigatoriedade da impressão dos votos a partir das eleições de 2014. Trata-se de um equívoco e retrocesso brutal, segundo ele, porque atrasaria as apurações. A pressa é fundamental para os que fogem, temem ou têm algo a esconder. É inimiga da perfeição e,segundo os mineiros, faz com que uns comam cru e outros queimem a língua. Ninguem dúvida da honorabilidade dos políticos. Em geral, são incapazes de fraudar eleições, como as demais instituições envolvidas na disputa pelo poder, que só traz frustrações e problemas,são todos abnegados dispostos a se sacrificar pelo bem comum. Querem que pensemos assim? (....)

Pedro Ubiratan Campos