Abordagem é a que mais gera reclamação contra a PM

Abordagem no trânsito: também existem reclamações

A abordagem policial é uma das atuações da Polícia Militar que mais gera reclamações por parte das pessoas abordadas, ou por se sentirem constrangidas ou ainda pelo modo ríspido com que o policial se comunica e realiza a revista pessoal. No ano passado, a Ouvidoria da Polícia do Estado de São Paulo registrou 24 denúncias relacionadas às abordagens feitas pela PM de Piracicaba e região.
"Acontece que as pessoas veem a abordagem como algo vexatório, que é só para marginal, e algumas pessoas se ofendem com isso, mas faz parte do nosso trabalho", explica o capitão da 2ª Cia da PM em Santa Bárbara d´Oeste, Humberto Alencar Ventura.
Segundo dados oficiais do Estado de São Paulo, a cada mil revistas pessoais são presos oito criminosos, recuperados seis veículos, apreendidas duas armas de fogo, além de 4 kg de drogas. Em 2008, a PM realizou 9,8 milhões de revistas pessoais em todo o Estado.
"Entre milhares de pessoas, nós temos que procurar aqueles que estão envolvidos com o crime. Infelizmente o bandido não tem um carimbo na testa e por isso a abordagem é necessária. Estamos aqui para garantir a segurança da população e esse 'preconceito' em torno do trabalho deve acabar", ressalta Ventura.
Diariamente os PMs de Santa Bárbara recebem treinamento específico na própria companhia. Em dias mais tranqüilos, uma guarnição é deslocada até a companhia onde realiza o exercício de abordagem, defesa pessoal, revista em domicílio, entre outros. Durante o ano, além do exercício diário, o efetivo participa de outros dois cursos obrigatórios - o estágio de aperfeiçoamento geral.

Abordagem

A abordagem acontece sempre que existir a suspeita de algum crime e informações sobre características físicas de uma pessoa, ou do automóvel, entre outras. Durante a revista pessoal, o PM busca saber se a pessoa está armada ou porta algum tipo de material ilícito (drogas e produtos de roubo). Os documentos são solicitados a fim de conferir se a pessoa está em algum entrave judicial e se o veículo que conduz está em ordem.
A pessoa abordada deve procurar manter a calma, ser solícito (fornecer toda a documentação se solicitada) e não desafiar o policial. Qualquer reação de raiva ou indisciplina pode levar a uma revista pessoal mais enérgica.
"Toda abordagem é um momento de tensão. Você nunca sabe o que vai encontrar numa situação dessas. Por isso, é de extrema importância que a pessoa mantenha a calma e respeite o policial, porque ele é um agente do Estado e está fazendo nada mais que seu trabalho"


Encapuzados invadem casa na Vila Grego

No final da tarde de anteontem, dois indivíduos encapuzados invadiram a residencia de N.S. na Rua Ceara, na Vila Grego. Obrigaram que a vítima permanecesse no quarto e roubaram a quantia de R$ 900,00 em dinheiro. N. disse na polícia que não viu os ladrões portando arma.

VILA BOLDRIN - No início da noite de anteontem S.B.T. 39 anos , moradora no Conjunto Habitacional dos Trabalhadores, foi até um colégio na Rua joão B. Furlan, na Vila Boldrin e ao sair e adentrar em seu carro, foi abordada por um indivíduo que a aguardava no interior do mesmo. Armado com faca, obrigou que ele dirigisse até a Avenida Corifeu Azevedo Marques, onde roubou a quantia de R$90,00 em dinheiro, desceu do carro e fugiu.


Três veículos foram furtados na cidade

Na quarta-feira, foram furtados três veículos em Santa Bárbara d'Oeste.
Clovis Pereira, 40 anos, morador no Jardim das Laranjeiras, deixou seu veículo Santana Quantum, placas BPC 6235 estacionado na Rua Salvador, próximo a igreja do bairro Cidade Nova e ao retornar não mais encontrou o carro.
Outro furto foi na Rua México, na Vila Sartori. O padeiro de Jesus de Almeida, 42 anos, estacionou sua Brasília, placas CZJ 5899, defronte da sua casa e se ausentou por certo momento.
O Monza, placas MHB 8502 do comerciante Milton B Ferreira, foi furtado anteontem na Avenida Pio XII, no Distrito Industrial.


Mulher é assaltada na Vila Mollon

Na tarde de quarta-feira, D.L.V.S, 47 anos, foi assaltada na Vila Mollon, onde um indivíduo com uma motocicleta roubou sua bolsa .
A Polícia Militar de Americana foi acionada e passou diligenciar sobre o caso e detiveram três indivíduos que poderiam estar envolvidos com o crime. Inicialmente foi detido A.V.F.J, 29 anos da capital.Ele portava três telefones celulares e um rádio nextel.Outra informação que chegou a central de rádio da PM que três indivíduos haviam abandonado um veículo Palio, placas EBC 6529 no Mollon e sairam a pé.Foram abordados num bar, C.E, 33 anos, de Limeira e A.P.P, 32 naos, do Mollon.Junto ao carro foi encontrada a bolsa da vítima.
Todos foram conduzidos ao plantão policial, onde o delegado de plantão determinou pela elaboração do boletim.


Polícia prende hacker que invadiu Telefônica

Um programador de computador foi preso na noite de quarta-feira após ter invadido o banco de dados de clientes da empresa Telefônica e disponibilizado as informações dos assinantes do Speedy na internet. Segundo a Secretaria de Segurança Pública, integrantes da Delegacia de Repressão a Crimes Cometidos por Meios Eletrônicos do Departamento de Investigações sobre o Crime Organizado (Deic), cumpriram o mandado de busca e apreensão na casa do hacker, em Itapevi, na Grande São Paulo. No local, os policiais apreenderam computadores pessoais e CDs, que serão periciados.
Além da invasão ao site da Telefônica, o programador impediu que alguns participantes do Campus Party 2008, um evento tecnológico, acessassem alguns sites. O acusado admitiu todas as invasões aos bancos de dados e foi preso pelo crime qualificado de divulgação de segredos. A pena é de um a quatro anos de prisão.


Policiais são acusados de vender dados de 60 mil

Delegados de classe especial da polícia teriam recebido dinheiro para quebrar o sigilo de dados criminais de 60 mil pessoas supostamente a pedido de funcionários da Petrobras. A acusação de uso indevido da máquina da polícia em favor da empresa estatal motivou denúncia assinada por dez policiais da Divisão de Capturas. Eles encaminharam a acusação à Corregedoria da Polícia Civil, que abriu inquérito sobre o caso.
De acordo com a denúncia, a remuneração seria paga por ficha criminal consultada. A existência do caso foi confirmada pelo diretor da Divisão de Capturas da Polícia Civil, delegado Sérgio Abdalla, que afirmou ter determinado a imediata cessação das pesquisas. "Achei irregular e determinei que parassem. "Abdalla negou, no entanto, que o serviço fosse feito em troca de dinheiro e disse que se tratava de prática havia cerca de15anos no setor.
Na denúncia dos agentes, eles alegaram aos corregedores que foram obrigados a pesquisar os dados das fichas criminais de pessoas sob coação de seus chefes. Disseram que, caso não obedecessem, seriam transferidos para outros setores da polícia. Em anexo à denúncia, eles encaminharam à corregedoria cópias das fichas criminais pesquisadas. Ao realizar uma pesquisa, o sistema de computadores da Polícia Civil registra a senha de quem solicitou os dados.
A corregedoria abriu inquérito para apurar possíveis crimes de quebra de sigilo, improbidade administrativa e outras supostas irregularidades. Segundo o delegado Abdalla, chefe do setor onde tudo teria se passado, "a Petrobras pedia 'terminais' (fichas) de empregados e eles eram tirados, puxados para ver se tinham alguma passagem pela polícia". "Eu mandei parar", afirmou. Os nomes dos delegados supostamente denunciados pelos agentes não foram divulgados.


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