O "Folclore Brasileiro" está sendo homenageado em exposição do artista plástico João Batista Storck aberta ontem no Museu da Imigração em Santa Bárbara d´Oeste.
Nos desenhos grafitados pelo artista ganharam destaque as Lendas do "Saci Pererê", "Iara" , "Boto Cor-de-Rosa", entre muitas outras que fazem parte da cultura folclórica. As danças como o Frevo, a Congada e a Chula também são retratadas nos trabalhos produzidos por Stork.
"A exposição foi montada com o objetivo de divulgar o nosso Folclore Brasileiro que apresenta tanta riqueza e diversidade", explicou o artista, ressaltando ainda que o público visitante vai conferir também a mostra de peças e maquetes alusivas ao tema.
A exposição ficará no Museu da Imigração até o dia cinco de setembro. O Museu fica na Praça Nove de Julho, s/n, Centro.
Como parte dos esforços para atacar a Globo, a Record fez uma aquisição poderosa: comprou o documentário "Muito Além do Cidadão Kane" ("Beyond Citizen Kane"). A emissora fechou o negócio nesta semana, mas já havia tentado adquirir os direitos de exibição para TV brasileira nos anos 90. Segundo se apurou o material saiu por menos de US$ 20 mil para a emissora do bispo Edir Macedo.
Desde a semana passada, quando Globo e Record começaram a se atracar em rede nacional, o nome da produção voltou à baila. No entanto, quase tudo o que se diz sobre ela --de sua suposta proibição à autoria do trabalho-- é equivocado.
A Record já vinha veiculando trechos do documentário em seus telejornais noturnos antes da aquisição. O filme chegou a ser citado no "Repórter Record" de domingo .
Transmitido pela primeira vez em 1993, no Reino Unido, "Muito Além..." mostra o empresário Roberto Marinho (1904-2003) como ícone da concentração da mídia no Brasil --daí a referência a Charles Foster Kane, magnata das comunicações vivido pelo cineasta Orson Welles em "Cidadão Kane" (1941).
Simon Hartog, diretor da obra, morreu em 1992, antes de o trabalho ser exibido. Seu produtor e braço-direito era John Ellis, que se tornou a partir daí o responsável pelo projeto. Ellis deteve, até o começo dessa semana, o direito de exibição do filme em TV aberta no Brasil, agora na mão da Record.
Mesmo dublado de forma capenga, o documentário se transformou num "hit" no país antes da internet ser o que é hoje --ou seja, circulava em VHS. Custou cerca de US$ 260 mil [R$ 445 mil] à extinta empresa Large Door, na qual Hartog e Ellis eram sócios.
A produtora independente fez o longa para o canal britânico Channel 4, responsável por sua transmissão (a BBC nunca teve qualquer ligação com a produção, diferentemente do que a própria Record insiste em divulgar). Curiosidade: uma das maiores audiências do Channel 4 é o "Big Brother", também carro-chefe da Globo.
Os estúdios Disney e o cineasta Robert Zemeckis produzirão uma versão em três dimensões do filme de animação dos Beatles "Yellow Submarine", com data de estreia prevista para 2012, informou a revista "Variety".
Para viabilizar o projeto, foram necessários meses de negociações até que fossem conseguidas as permissões para retomar o psicodélico filme de 1968, para o qual a banda britânica emprestou sua imagem e voz.
Zemeckis, diretor conhecido por "Forrest Gump - O Contador de Histórias" (1994) e pela saga "De Volta Para o Futuro", utilizará em "Yellow Submarine" a mesma tecnologia de "live action" em 3D empregada para seu próximo projeto, "A Christmas Carol". O diretor terá acesso a 16 canções dos Beatles para compor o argumento do filme, entre elas "Baby You're a Rich Man", "All You Need Is Love", "When I'm 64", "Lucy in the Sky With Diamonds" e "Sgt. Pepper's Lonely Hearts Club Band".
A história do filme original, dirigido por George Dunning, se passava em Pepperland, um paraíso submarino protegido por Sgt. Pepper's Lonely Hearts Club Band até que a banda é capturada pelos Blue Meanies, o que precisa ser desfeito pelos Beatles em seu submarino.
A Disney acredita que terá a produção pronta para estrear na grande tela em meados de 2012, coincidindo com os Jogos Olímpicos de Londres.
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