E um pequeno tabu começa a imperar entre União Barbarense e Rio Branco , tradicionais adversários.Com o empate sem gols ontem, o alvinegro de Santa Bárbara está há seis jogos sem vencer o tigre de Americana.
A partida valida pela Copa Paulista foi marcada por equilíbrio e o União com pouco poder ofensivo.Os lances que criou parou nas mãos do bom goleiro Cristiano.Um publico de 541 pagantes prestigiou as duas equipes que cumprem fraca campanha na Copa Paulista.
EQUILIBRIO E EXPULSÃO
DE ROMARINHO
A rivalidade do derbi foi colocada em campo ontem a tarde entre União Barbarense e Rio Branco.Apesar das duas equipes estarem com campanhas fracas ,em campo muita disposição das equipes.
Logo aos 3 minutos, o zagueiro Anderson Mineiro saiu jogando errado, entregando nos pés do lateral Samuel, que chutou forte e perto da meta.
Uma das poucas jogadas de ataque do alvinegro barbarense ocorreu aos 11 minutos, quando Clayton passou por três adversário, só que chutou fraco.
O goleiro Thiago Passos teve que aparecer aos 20 minutos,quando uma falta foi cobrada pelo zagueiro Alex Mineiro,e Thiago rebateu.
O tigre americanense ficou reduzido a 10 jogadores, quando na disputa de bola de cabeça, Romarinho desferiu um soco no rosto do volante Vinicius,e o arbitro Robério Pereira Pires estava próximo e expulsou o atacante.
O primeiro tempo foi marcado por muito equilíbrio das duas equipes ,mas pouco poder ofensivo.
VÁRIAS CHANCES NO SEGUNDO TEMPO
O União Barbarense não soube aproveitar que tinha um jogador a mais em campo.Aos 10 minutos, no cruzamento de lateral Pará, Willian subiu de cabeça, e na cara do gol, perdeu uma boa oportunidade.O troco do tigre ocorreu um minuto depois, quando Campanário dominou e na falha do zagueiro Carlão chutou e a bola atingiu a trave barbarense.
Magnum perdeu a grande chance da partida aos 15 minutos,quando invadiu livre, após passar pela zaga e chutar para longe.
O goleiro Cristiano apareceu bem aos 32 e 33 minutos evitando gols certos. Inicialmente com Ramon que cobrou falta direta e Cristiano se esticou todo para evitar. Na cobrança de escanteio, Magnum subiu de cabeça e novamente Cristiano estava lá .
Aos 33 minutos, o União ficou reduzido a 10 jogadores quando Maurim numa jogada infantil, cometeu falta e como já tinha o amarelo foi expulso.
A ultima chance foi do União aos 44 minutos, quando o lateral Pará tocou para Willian que jogou para fora boa oportunidade.
No União Barbarense destaque para o volante Clayton. Pelos lados do Rio Branco, o goleiro Cristiano foi o responsável pelo empate.
No próximo domingo o União Barbarense vai até Jundiaí enfrentar o Paulista.
A McLaren, com o campeão mundial Lewis Hamilton, é quem largará na pole position do GP da Europa de Fórmula 1, em Valência, na Espanha. O inglês fez 1min39s498 na última sessão e terá ao seu lado na primeira fila o companheiro Heikki Kovalainen (FIN). Rubens Barrichello, da Brawn GP, será o terceiro colocado no grid da corrida deste domingo às 9 horas.
A seleção brasileira feminina de vôlei nem precisou jogar tão bem como nas três primeiras partidas da fase final do Grand Prix para derrotar a holandesa, na madrugada de ontem e ficar a uma vitória do seu oitavo título na competição. Com parciais de 25/22, 18/25, 25/20 e 25/16, as campeãs olímpicas se mantiveram invictas (13 jogos no total no Grand Prix) e se derrotarem as japonesas neste domingo festejarão mais um título.
A partida contra o Japão será a última da quinta e última rodada da fase final, que está sendo disputada em Tóquio, às 7h30m de Brasília, com transmissão ao vivo da Rede Globo e do SporTV. E as brasileiras poderão entrar em quadra já com a taça na mão, caso as russas percam para as holandesas, que não têm mais chances de conquista.
A Rússia precisa vencer bem para depois torcer contra o Brasil para tentar o título nos critérios de desempate. Antes, no primeiro jogo da rodada, Alemanha e China, que não têm mais chances, se enfrentam. Neste sábado, ainda jogam China e Japão, que com a vitória brasileira ficou sem chances.
Seleção brasileira tem atuação irregular
O Brasil começou bem, mas o jogo era equilibrado e depois de dois erros seguidos, de Fabi e Natália, a Holanda virou para 4 a 3. As brasileiras se desconcentraram e deixaram as adversárias abrirem três pontos de vantagem (7 a 4). Para a primeira parada técnica, as holandesas foram à frente no marcador: 8 a 6.
O time brasileiro não repetia as boas atuações anteriores e as holandesas se aproveitaram para voltar a ter três pontos de diferença no placar: 10 a 7. Quando a Holanda fez 12 a 8, o técnico José Roberto Guimarães pôs Sassá no lugar de Natália, que errava passes e não era tão eficiente no ataque como vinha acontecendo.
A modificação melhorou o time, que encostou em 12 a 13. Mas os erros se sucediam e após uma recepção completamente equivocada de Mari, as holandesas fizeram 15 a 12. O Brasil voltou ao jogo após a segunda parada técnica e conseguiu virar para 18 a 17 e abrir para 19 a 17 após erro de ataque holandês. O suficiente para o técnico Avital Selinger pedir tempo.
A Holanda manteve o equilíbrio do jogo, sem deixar que o Brasil escapasse no marcador. O bloqueio brasileiro funcionava bem e mantinha o time na frente, mas uma cortada de Mari que significaria o 24º ponto brasileiro foi dado como bola fora pelo árbitro, sob protestos das jogadoras e de Zé Roberto. Assim, o placar ficou em 23 a 22 para as brasileiras. O time do Brasil manteve a calma e conseguiu fechar em 25 a 22 após um belo bloqueio no meio da rede.
A Holanda voltou bem melhor no segundo set, e o Brasil, irreconhecível. Resultado: 5 a 0 para as holandesas. Mari fez dois pontos seguidos e diminuiu a vantagem adversária. Mas o time holandês estava melhor e foi para a primeira parada técnica do set com 8 a 4 a seu favor.
A equipe brasileira não fazia uma boa apresentação e deixou a rival abrir novamente cinco pontos de vantagem: 10 a 5. O time de Zé Roberto demorou um pouco a entrar no jogo e o treinador deu um berro para ver se acordava as jogadoras em quadra. Com isso, a diferença holandesa diminuiu para dois pontos: 13 a 11. As brasileiras passaram a vibrar mais, mas a Holanda foi para a segunda parada com 16 a 13.
Na volta a seleção brasileira melhorou e encostou no placar em 18 a 17. Depois de um erro de Mari na recepção, houve um princípio de discussão que Zé Roberto no tempo que já pedira procurou debelar. Disse ele que não adiantava ficar discutindo quando o grande problema havia sido no início do set e o time precisava se recuperar. Mas não houve jeito, o Brasil errava muito, a Holanda se aproveitou para deslanchar e vencer o set por 25 a 18.
Um esboço do show da véspera no terceiro set
O terceiro set começou como terminara o segundo, com dois erros seguidos da recepção brasileira. Em duas jogadas de Fabiana, a segunda num bloqueio, pôs tudo igual no marcador: 2 a 2. O Brasil entrou na partida e virou para 4 a 3. O saque e o bloqueio brasileiro melhoraram muito e a equipe foi para a primeira parada técnica do set com 8 a 5. Na volta Thaisa bloqueou duas vezes seguidas, e a seleção brasileira foi a 10 a 5. Finalmente as brasileiras passaram a dar o show que haviam apresentado na véspera, contra a Alemanha, e abriram oito pontos de vantagem (13 a 5), quando o técnico holandês pediu tempo.
A Holanda voltou melhor e o Brasil se mostrou novamente apático. Assim, as holandesas fizeram quatro pontos seguidos, o que fez Zé Roberto pedir tempo. Na volta Sheilla errou um ataque de fundo de quadra e a Holanda fez mais um, logo depois outro ponto, e o jogo, que estava fácil, ficou complicado: 13 a 11. Mas aí apareceu Thaisa com dois pontos seguidos para o Brasil. Logo depois, em um bom bloqueio, as brasileiras foram para a segunda parada com 16 a 11.
A seleção continuou bem e abriu para 18 a 12. Sassá, que entrara no lugar de Natália no primeiro set, atuava bem, e dos seus saques o Brasil chegou a 22 a 14.
www.diariosbo.com.br - email: esportes@diariosbo.com.br