
A agressão aconteceu neste local anteontem à noite
O servente G.J.F., 30 anos, morador no bairro Santa Inês, foi agredido na noite de anteontem na saída da escola.
G. contou aos policiais militares Igor e Bueno que após sair da Escola Estadual José Gabriel de Oliveira, na Rua Prudente de Moraes, por volta das 22h50 de segunda-feira, caminhava para casa, quando na esquina com a Rua XV de Novembro, foi abordado por um grupo de cinco alunos da mesma escola, que sem dizer o motivo, veio a agredi-lo, deixando-o gravemente ferido. Precisou ser socorrido pela Unidade de Resgate do Corpo de Bombeiros até o prontossocorro.
O caso será apurado pelo 1º DP,onde o delegado Rodolpho Lopes do Canto Junior deverá intimar a vítima e testemunhas.
No início da noite de segunda-feira, os guardas civis Moraes, José e Firmino, detiveram na Rua Panamá, Celso Luis Jorge, 48 anos, eletricista que era procurado pela justiça da cidade de Tietê.Foi levado para a cadeia de Casa Branca.
TEMPORÁRIA - O policial Bini e os guardas civis Delfalque e Duarte, cumpriram anteontem à noite mandado de prisão temporária expedido pela 1ª Vara e detiveram Luis Eduardo Lopes da Silva, 20 anos, no bairro Vista Alegre.
Um caminhão que carregava entulhos entrou em uma casa do bairro DIC 6, em Campinas, na tarde de ontem. O acidente deixou quatro pessoas feridas, entre elas um bebê de nove meses. Todas as vítimas foram encaminhados para o Hospital Ouro Verde.
Segundo o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), o veículo perdeu o freio e bateu em um poste de energia, antes de entrar na casa.
A Justiça Federal acatou ontem denúncia do Ministério Público Federal em São Paulo (MPF-SP), feita na semana passada, contra 18 suspeitos de integrar grupos de tráfico de mulheres brasileiras para o mercado de prostituição de alto luxo no País e no exterior. Todos foram detidos durante a Operação Harém, da Polícia Federal (PF), no dia 1 de agosto. O grupo chegava a mandar cerca de 200 mulheres por ano para os Estados Unidos e a Europa. Algumas delas trabalhavam em cassinos, hotéis e boates da cidade norte-americana de Las Vegas.
No processo criminal, além do tráfico internacional e interno de pessoas com fins de prostituição, os acusados também deverão responder por rufianismo (tirar proveito de prostituição alheia), formação de quadrilha e favorecimento à prostituição. Segundo a denúncia, seis grupos atuavam no esquema, sendo três deles no Brasil, onde ficava o núcleo central responsável pelo agenciamento e aliciamento das mulheres. Elas eram enviadas para Estados Unidos, Caribe e França, onde ficavam os outros três grupos.
Segundo o MPF, as mulheres agenciadas eram escolhidas pelos clientes mediante um álbum eletrônico com fotos das garotas de programa. As imagens ficavam em uma conta e-mail e eram disponibilizadas aos clientes por meio de senha. As fotos também poderiam ser levadas pessoalmente ao cliente por um motoboy, ou, no caso de estrangeiros que chegavam ao Rio de Janeiro, pelas próprias aliciadoras.
No exterior, as mulheres eram recebidas por outros aliciadores e as hospedavam numa casa ou em um resort. No Brasil, além do núcleo central na capital paulista, havia outros dois, um também em São Paulo e outro no Rio de Janeiro, todos responsáveis por aliciar mulheres e enviá-las para o exterior ou mesmo para outros Estados do País.
O número de negros assassinados no Brasil é duas vezes maior do que o de brancos, apesar de cada grupo representar cerca de metade da população do País. A constatação é de um levantamento feito pelo Laboratório de Análises Econômicas, Históricas, Sociais e Estatísticas das Relações Raciais da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), com base em dados do Sistema Único de Saúde (SUS) referentes a 2006 e 2007.
Nesses dois anos, 59.896 negros foram assassinados. Entre os brancos, o número foi de 29.892. A diferença entre o número de homicídios de negros e brancos é maior entre as crianças e jovens de 10 a 24 anos. Entre os maiores de 40 anos, o número de homicídios é quase o mesmo nos dois grupos.
Segundo o coordenador do laboratório, Marcelo Paixão, os números mostram que os negros estão sujeitos a uma exposição maior de risco que os brancos, em várias partes do Brasil. "Isso é determinado por razões que são sociais, ou seja, pelo modo de inserção das pessoas no interior da sociedade, e que fazem com que elas tenham maiores probabilidades de virem a sofrer um atentado violento contra suas vidas ao longo de seu ciclo de vida", explicou.
Um dos fatores sociais que poderia explicar esse risco maior é o local de moradia, já que muitos negros moram em áreas mais violentas, como as favelas do Rio de Janeiro, de São Paulo ou de Pernambuco. Além disso, de acordo com Paixão, há pesquisas que mostram que a letalidade policial - a morte provocada por policiais - é maior entre os negros do que entre os brancos. Um terceiro fator seria a baixa autoestima da juventude negra que vive em áreas pobres e que não vê alternativas para a sua vida, e que, por isso, teria mais probabilidades de se envolver em situações de risco.
A maior desigualdade entre homicídios de brancos e negros é encontrada na região Nordeste. Enquanto a relação populacional da região é de 2,4 negros para cada branco, a relação de mortes é de 10 negros para cada branco. Já a região Sul é a única do país onde essa tendência não é sentida, visto que a relação populacional e a relação de homicídios por cor é igual: 0,2 negro para cada branco.
O padre Donizete Bianchi, de São José do Rio Preto, foi detido na noite de segunda-feira, acusado de atropelar dois motociclistas e fugir sem prestar socorro. Segundo testemunhas, o padre desrespeitou a preferencial na Avenida Potirendaba e atropelou André Luiz de Jesus e Devair Ribeiro, que voltavam do trabalho. Devair foi internado em estado grave no Hospital de Base com fraturas. André não sofreu ferimentos.
A polícia apreendeu seis latas de cerveja no veículo do padre, que se recusou a fazer teste de dosagem alcoólica. "Todo mundo viu que ele estava bêbado, não conseguia nem descer do carro", disse André. Segundo o delegado João Lafayette Fernandes, do 5º Distrito Policial (DP), o padre, que estava acompanhado por dois jovens, disse que não estava dirigindo o veículo e que as motos é que tinham "atravessado o sinal amarelo", embora não haja semáforo no local.
Dez pessoas suspeitas de ligação com a quadrilha que age dentro e fora dos presídios paulistas foram presas ontem na região de Taubaté, Ainda durante a madrugada, foram cumpridos os dez mandados de prisão e 11 de busca e apreensão.
O trabalho de investigação da Polícia Civil de Taubaté durou dois meses e envolveu escutas telefônicas autorizadas pela Justiça. Em uma das buscas, na cela de um preso da penitenciária de Tremembé a polícia encontrou celulares, drogas e anotações com a movimentação financeira do tráfico.
Durante os outros mandados cumpridos nesta manhã, os policiais apreenderam munição, dinheiro e pasta de cocaína. As prisões foram um desdobramento da Operação Cadmo, realizada em abril pela polícia.
Na ocasião, outras 22 pessoas foram presas, apontadas pela investigação como colaboradoras de uma facção criminosa. Com elas, foram encontradas drogas, celulares, dinheiro e anotações com a movimentação financeira da quadrilha.
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