
Incêndio foi controlado pelos Bombeiros
Um incêndio destruiu grande parte de uma empresa familiar de retífica de facas utilizadas em gráficas, localizada na esquina entre as ruas XV de Novembro e Joaquim de Oliveira, por volta das 11h de ontem. O forro de madeira do imóvel serviu de combustível para as chamas que foram contidas 10 minutos depois pelo Corpo de Bombeiros. Parte do telhado veio abaixo devido ao fogo.
A empresa pertencia a José Roberto Bordon que havia deixado o local para almoçar. O incêndio foi percebido por vizinhos que acionaram o Corpo de Bombeiros. As chamas destruíram móveis e materiais diversos, vitimando um cão e três passarinhos que estavam no interior do prédio. A empresa não possuía seguro.
De acordo com a equipe do IC (Instituto Criminalístico), o incêndio teria sido causado por um curto-circuito. "O fogo começou ao lado de uma das máquinas", disse Murilo Bordon, funcionário e filho do proprietário da empresa. O imóvel foi interditado e madeiras foram colocadas a fim de fechara as portas.
Assim que os bombeiros deixaram o local, os filhos de Bordon fizeram a retirada de algumas poucas lâminas que encontraram e de materiais. José precisou deixar o local devido ao estado emocional. A Defesa Civil irá acompanhar o processo de retirada da cobertura e limpeza, ainda sem data para acontecer.
Reinaldo Alves Lima teve seu veículo Gol, placas AQR 9079, furtado na noite de anteontem na Avenida Cillos, Jardim São Francisco.
No início da madrugada de ontem o policial rodoviário Marcelino encontrou o carro na altura do km 132 da Rodovia SP-304, com painel danificado.
Uma loja localizada na Rua XV de Novembro, no centro da cidade foi assaltada.
A comerciária Y.F., 19 anos contou que estava trabalhando no estabelecimento quando chegou um indivíduo portando uma faca de cozinha e anunciou o roubo, levando a quantia de R$ 150,00 em dinheiro e um telefone celular.
Um caso de agressão foi registrado anteontem à noite no Jardim Esmeralda. Consta que E.B., 37 anos, teve um desentendimento com sua ex-esposa R.T.B ,27 anos e a mulher teria agredido o ex-marido com unhadas. A vítima precisou passar por atendimento no PSM.
O procurador de Justiça de Mato Grosso do Sul Carlos Alberto Zeolla é o principal suspeito pelo assassinato do próprio sobrinho, Cláudio Alexandre Joaquim Zeolla, segundo cinco delegados da Polícia Civil que investigam o caso. O crime aconteceu na manhã de terça-feira no bairro Jardim dos Estados, área nobre de Campo Grande, diante de várias testemunhas. Quatorze pessoas que presenciaram o assassinato prestaram depoimento ontem no 1º Distrito Policial (DP) e confirmaram o procurador como o autor do crime.
Uma das testemunhas que depôs à polícia é um rapaz de 17 anos que trabalha para o servidor público e dirigia o automóvel utilizado para o assassinato. Segundo o delegado Fabiano Gastaldi, presidente do inquérito, o promotor vai responder também por entregar o carro à pessoa não habilitada. O menor mora há cinco meses na residência de Carlos Alberto, onde realiza vários serviços. Na casa também viviam mais dois rapazes, um deles a vítima, de 23 anos.
Na semana passada, Cláudio deixou a residência para morar com a namorada, Elisângela de Souza Almeida, de 25 anos. Terça, o sobrinho saiu de bicicleta para ir à academia de ginástica quando foi abordado pelo tio. "O doutor desceu do carro com o revólver na mão e deu um tiro na nuca do Cláudio", disse o adolescente. "Enquanto eu dirigia o carro, ele jogou a arma fora."
O promotor, de 44 anos, está preso em cela especial da Diretoria Geral de Polícia Civil. Ele afirma ser inocente. Porém, a polícia apreendeu em sua residência uma camisa e um calção manchados de sangue. As peças estavam imersas em água sanitária e foram reconhecidas por seis pessoas como as mesmas que vestia o acusado no momento do homicídio.
O delegado contou que o motivo do crime apontado por familiares pode ser a agressão praticada por Cláudio contra o avô, pai do procurador, um dia antes. O rapaz teria empurrado Américo Zeolla, de 78 anos, que caiu e teve de ser internado. O hospital informou ter atendido o agredido, mas não revelou o estado de saúde nem o tipo de ferimento.
Representantes da Prefeitura de Limeira, da Igreja e de organizações não-governamentais vão protocolar um documento para oficializar a posição do município quanto à instalação de um presídio na cidade. O grupo discorda da maneira como o governo estadual decidiu o local da unidade.
A área de 15 hectares na zona rural do município, próxima a Rodovia Anhanguera, foi declarada de utilidade pública pela Secretaria de Administração Penitenciária, primeiro passo antes da desapropriação.
Além dos moradores, o prefeito Silvio Félix também é contrário à instalação do presídio e argumenta que a área escolhida foi destinada à construção de indústrias.
A assessoria da Secretaria de Administração Penitenciária argumentou que a audiência pública para decidir a construção do presídio foi divulgada no Diário Oficial e qualquer pessoa poderia ter participado.
Mogi Guaçu - Mogi Guaçu também vai receber um novo presídio. A assessoria do município informou que a prefeitura tenta, junto ao governo do Estado, diminuir os impactos da instalação da penitenciária feminina na cidade.
A preocupação é que a obra está prevista para ser feita em um local muito próximo da zona urbana. Na próxima semana, a administração municipal deve se reunir com representantes do governo para discutir desse assunto.
A Polícia Federal (PF) e fiscais da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) apreenderam em Colina, na região de Ribeirão Preto, cerca de 5 mil caixas de medicamentos contrabandeados, falsificados e sem registro. Segundo a PF, dois proprietários de farmácias admitiram conhecer as ilegalidades e foram presos em flagrante. Eles podem ser condenados de 10 a 15 anos de prisão.
A operação ocorreu após denúncia anônima. Entre os medicamentos apreendidos estão o Pramil e os estimulantes sexuais Viagra e Cialis. Os proprietários presos foram levados ao Centro de Detenção Provisória (CDP) de Ribeirão Preto. Representantes da Vigilância Sanitária Estadual e do Conselho Regional de Farmácia de São Paulo também acompanharam a operação.
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