
Rodrigo, um dos assaltantes que participou do roubo na casa paroquial
A equipe do delegado Rômulo Gobbi, do 2º Distrito Policial já havia esclarecido o roubo ocorrido na residência do padre José Alves de Faria (Padre Pedroso), pároco da Paróquia da Imaculada Conceição da Cidade ocorrido dia 21 de janeiro último. Os ladrões são: Jhonatan Rodrigues de Campos, 18 anos e Rodrigo Francisco Ribeiro de Moraes, 20 anos, moradores no Jardim Europa. Essa dupla, juntamente com Valdemar Gregório Silva Júnior e Gustavo Borges da Silva, 20 anos,haviam sido presos em flagrante na sexta-feira à tarde após roubo a lanchonete no McDonald's da Avenida Nossa Senhora de Fátima em Americana e que após perseguição vieram parar no centro de Santa Bárbara e abordados por policiais e guardas.
O ROUBO - Na noite de 21 de janeiro, três indivíduos chegaram na casa paroquial localizada na Rua Salvador, onde reside o Padre Pedroso. Dois deles armados com pistolas invadiram a residência, dominando o padre,seu irmão Sebastião e o padre Jucimar. Vítimas foram trancadas numa edícula no quintal e os ladrões roubaram monitor, laptop, aparelho GPS, celulares. Tudo foi colocado no veículo do padre que foi encontrado abandonado no Jardim Europa.
Policiais do 2º Distrito, em diligências conseguiram identificar dois dos autores. O terceiro permaneceu do lado de fora da casa, dando cobertura. Jhonatan e Rodrigo tiveram a prisão temporária decretada pela justiça.
O delegado Rômulo Gobbi acredita que essa dupla possa estar envolvida em outros crimes ocorridos na zona leste e em Americana.
Através de denúncia ontem às 8 horas da manhã, os guardas civis Valdemir e Vanderlei encontraram em meio a um matagal entre os bairros Planalto do Sol e Conjunto Habitacional dos Trabalhadores, a motocicleta Suzuki, placas ECL 2691 pertencente a Divaldo Batista Mendes, 43 anos, morador nos Trabalhadores. A moto era produto de furto ocorrido na segunda-feira.
Às 20 horas de segunda-feira, a secretaria Maria das Graças Conceição Silva, 29 anos, moradora no Jardim São Fernando, pilotava a moto Honda, placa DBT 4017 na Avenida Alfredo Contato, quando diminuiu a velocidade e parou no semaforo. Um veículo Palio, chocou-se contra a traseira da moto e Maria sofreu uma queda. O condutor do carro evadiu-se,mas populares anotaram a placa do carro e passaram para a polícia.
Um acidente ocorrido ontem, por volta das 16h, deixou dois motoqueiros feridos com escoriações na SP-306, a cerca de 500 metros depois da Ponte do Funil, já no município de Limeira. O acidente aconteceu quando o motorista Vagner tentou desviar com sua Fiorino vermelha (placa de Americana, BUG 8783) da moto Honda Strada (placa de Americana, CGX 7518), que descia pela pista, ocupada pelo guia e pelo carona. Como naquela parte da via há muitas curvas, dificultando a visão e as manobras de ultrapassagem, o guia da moto teria se assustado com a situação, perdendo o controle da moto.
O motoqueiro e seu carona foram arrastados pela moto por alguns metros, mas tiveram apenas escoriações. O motorista da Fiorino e seu carona desceram para prestar socorro e nada sofreram, nem ao menos prejuízo material com o carro.
Vagner conta que um Vectra ultrapassou a moto naquele momento e também seguiu para ultrapassá-la, mas que o motoqueiro se atrapalhou com a situação. Os dois acidentados foram socorridos por três viaturas do Corpo de Bombeiros e pela Polícia Rodoviária do município de Limeira, e levados até o Hospital Edson Mano. Com o acidente, a moto ficou bastante prejudicada, sendo que o guidão foi totalmente quebrado.
O vendedor André Luiz de Campos, 27 anos, teve seu veículo Astra, placas JFF 7822 furtado na noite de anteontem. O furto foi na Rua do Ouro, na Vila Mollon.
PARATI - A Parati, placas CWC 7627 pertencente ao dentista Paulo Cézar Oliveira, morador no bairro Boa Vista foi furtado na segunda-feira à tarde, na Rua General Câmara.
Por volta das 18h40 de segunda-feira, o advogado V.M., deixava seu escritório no Jardim América e ao adentrar no Vectra, placas DNE 0242, foi abordado por um desconhecido que fazia menção de estar armado.O ladrão determinou que a vítima entregasse as chaves do veículo, a carteira com documentos e R$220,00 em dinheiro.
O ministro Eros Grau, do Supremo Tribunal Federal (STF), concedeu habeas corpus a Bruno Wittmann Alves, acusado de alugar um revólver calibre 38, de numeração raspada, ao motoboy Marcelo Travitzki Barbosa, de 29 anos, suspeito de matar a ex-namorada em uma academia de ginástica de São Paulo, no último dia 7 de janeiro. A decisão, publicada no Diário da Justiça ontem , foi tomada em caráter liminar (provisório).
A defesa de Alves já havia tentado a liberdade do suspeito no Tribunal de Justiça de São Paulo e no Superior Tribunal de Justiça (STJ). Ambos os órgãos, porém, não analisaram o pedido, citando a Súmula 691 do STF, que impede a análise de habeas corpus quando a instância inferior ainda não julgou o mérito do pedido.
Eros Grau, no entanto, afastou a aplicação da súmula. Os advogados de Alves alegaram que não havia justificativa para a manutenção da prisão, pelo fato de ele ser um jovem de 23 anos, estudante, sem antecedentes, com família constituída e residência fixa.
O ministro Eros Grau se convenceu com os argumentos da defesa. Em sua decisão, ele destacou que, no decreto de prisão, não está justificada a real necessidade de prisão do réu, como a demonstração de que ele representa perigo à sociedade ou que ele poderia dificultar as investigações.
Como a decisão não é definitiva, o caso ainda deverá ser analisado pelo plenário do Supremo, em data ainda não definida. Alves está detido desde o dia 9 de janeiro.
Já Marcelo Travitzki Barbosa, acusado pelo assassinato da ex-namorada Marina Sanchez Garnero, dentro da academia onde ela trabalhava como recepcionista, permanece preso em São Paulo.
O assunto abuso sexual ainda é tabu na sociedade. Mas os agressores estão mais próximos de que se imagina.
Especialistas informam que estatísticas nacionais e internacionais apontam o pai e padrasto como principais agressores, seguidos pelo avô e tio. Ou seja, pessoas do núcleo familiar, ou muito próximas dele e que tem um acesso privilegiado a essa criança.
Uma jovem violentada afirma que o seu agressor é um conhecido da família. "Ele foi à minha casa, levou flores para a minha irmã. Ele parecia ser uma pessoa boa", disse a vítima, que não foi identificada pela reportagem.
Foram 2.330 atendimentos no ambulatório de violência sexual do Hospital Pérola Byington, em São Paulo, no ano passado. A maioria menores de 18 anos de idade. E quase metade das vítimas abaixo de 12 anos.
Não só os pais, mas todos que convivem com crianças - como professores, vizinhos, médicos e parentes - têm papel importante na identificação de abuso sexual.
Para isso, é preciso obser alguns pontos importantes:
- mudanças no comportamento
- alterações no sono
- queda no rendimento escolar
- voltar a fazer xixi na cama ou nas calças
- medo de ficar sozinho com adultos
- brincadeiras agressivas
- muito choro ou aversão a contato com outros
- sexualidade exacerbada
Por causa da vergonha, do medo e da culpa apenas uma em cada dez vítimas de abuso sexual é identificada e recebe ajuda. Uma outra jovem contou para a mãe que foi molestada e acabou hospitalizada por causa disso.
"Ele falou que não ia fazer nada, que só ia brincar um pouquinho comigo. Eu pedia pelo amor de Deus para ele não fazer e ele fizeram", disse a vítima.
O abuso sexual tem fortes impactos pra saúde, como o risco de engravidar do autor da violência. E, por fim, aquilo que me parece mais importante, não há um exame que faça o diagnostico e não há um tratamento tão fácil assim que é o impacto emocional que a violência causa, esse pode ter seguramente efeitos devastadores pra vida de uma criança, efeitos que às vezes são completamente irreparáveis e que podem modificar totalmente o futuro dessas pessoas.
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